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18 maio 2006 13:19

por: followerU2

BUTHA BUTHE, Lesoto (Reuters) – O roqueiro irlandês Bono, de passagem pelo Lesoto em uma viagem pela África, visitou na quarta-feira uma clínica na zona rural que, segundo ele, demonstra como recursos globais podem ser utilizados para oferecer exames e tratamento gratuitos a portadores de HIV/Aids.

Na pequena cidade de Butha Buthe, que possui uma única fábrica que produz camisetas vendidas em shows do U2, a clínica Paballong, com duas enfermeiras, trata 266 pacientes com drogas antiretrovirais gratuitas financiadas pelo Fundo Global de Combate à Aids.

Na clínica, Bono e sua mulher, Ali Hewson, no segundo dia de sua viagem por seis países africanos, entraram em uma salinha com o único médico da clínica, Phetise Sekhesa, e três pacientes.

Daniel Fatle, sua mulher, Matumelo, e o filho de oito meses do casal, Tumelo, estão sendo tratados com antiretrovirais, que retardam a progressão da Aids de maneira significativa.

É motivo de orgulho testemunhar o que se passa aqui”, disse Bono à família Fatle, com a ajuda de um intérprete. “Queremos que isso aconteça em todos os países em que a epidemia de Aids esteja presente.”

Antigamente, a Aids equivalia a uma sentença de morte, mas hoje já não é assim. Este é um grande momento para mim e para todos em meu país que foram às ruas para fazer passeatas em seu favor.”

Roqueiros como Bono e Bob Geldof se apresentaram em comícios e concertos gratuitos e utilizaram sua fama para convencer os poderosos a fazer mais pela África.

Há poucos anos, os medicamentos que combatem o avanço da Aids não podiam ser encontrados na maior parte da África, mas o aumento das verbas globais e o barateamento dos antiretrovirais facilitaram o acesso da população ao tratamento.

País montanhoso de 2 milhões de habitantes, o Lesoto possui a quarta maior incidência de HIV do mundo, e quase um em cada três adultos é soropositivo.

Mpho Ramatlapeng, diretora nacional da Iniciativa Clinton de Combate ao HIV/Aids, elogiou o trabalho de Bono. “Respeitamos seu trabalho muitíssimo”, disse ela ao roqueiro.

Somos apenas estudantes tentando descobrir o que funciona ou não”, respondeu Bono.

Em seguida, Bono, sua mulher e seus acompanhantes caminharam até a vizinha Zona da Confecção, uma antiga cervejaria convertida em fábrica de roupas, mas que, no ano passado, quase foi forçada a fechar depois do fim das cotas têxteis destinadas a proteger países em desenvolvimento, como o Lesoto.

Camisetas pretas se erguiam em pilhas e funcionários, em sua maioria mulheres, estavam diante de duas fileiras de máquinas. As camisetas integram a marca Edun Live, de Bono e Hewson, vendida em shows de rock em todo o mundo.

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