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23 setembro 2014 16:22

por: Priscila Liporone

Do ponto de vista dos fãs que acompanham a banda há muitos anos, a impressão geral sobre Songs of Innocence é boa. As músicas parecem ter agradado a maioria dos fãs. O mesmo não se pode dizer da imprensa: parte considerável das resenhas publicadas em revistas de música, cadernos de entretenimento de jornais e mesmo sites independentes não poupou críticas. Dentre estas, a sensação que fica é que existe certa aversão em relação à postura de Bono e todas as suas atividades não relacionadas à música, e que isto contaminou, possivelmente, avaliações que poderiam ter sido mais isentas.

Selecionamos uma lista com as principais resenhas publicadas nos dias seguintes ao lançamento, incluindo 10 revistas especializadas em música, com um pequeno resumo. Clique nos links para acessar os sites e ler na íntegra.

Em inglês:

Revistas de música

Rolling Stone (EUA)
A revista foi a primeira a publicar uma resenha do álbum, minutos após o lançamento – o que leva a crer que eles tiveram acesso com exclusividade. É uma avaliação bastante positiva, com direito a 5 estrelas. O faixa a faixa conta um pouco da história de cada música, pontuando com declarações de Bono (que deu entrevista à revista) e trechos das letras, e avaliando a musicalidade e a influência dos produtores.


Hot Press
A Hot Press também avaliou bem o álbum, descrevendo cada faixa em seus pontos altos. Destaca o lado emocional de Iris, considerada brilhante e “de arrepiar o cabelo da nuca”, além da pegada crua da guitarra de Volcano – comparando-a a Elevation.O artigo cita uma das possíveis inéditas, “Lucifer’s hands”, descrevendo-a como “a big tough dirty rock track” (uma faixa rock grande, durona e suja).

Billboard
Crítica favorável, que afirma que a ousada estratégia de lançamento do álbum só poderia ter dado certo vindo de “uma banda que leva estádios abaixo com sua música colossal”. E crava: “Melhores faixas: Volcano, This is Where You Can Reach Me e Iris”.
NME
A New Musical Express tem uma relação de amor e ódio com o U2 há tempos. No texto sobre o novo álbum isso fica claro – a avaliação 4/10 não se preocupa em mostrar os pontos altos, focando apenas em apontar falhas em cada uma das faixas – dizendo, por exemplo, que California “evoca imagens simplistas”, e que em Iris há “um dos poucos momentos em que Bono não força a barra”. Para finalizar, afirma que This is Where You Can Reach Me “fede”.
Mojo
Este texto destrincha o álbum, tentando desvendar cada canção e posicioná-la no contexto histórico de maneira positiva. Descreve Songs of Innocence como “o mais surpreendentemente fresco, enérgico e coeso álbum do U2 em anos” e “o álbum com a temática mais completa desde Achtung Baby”. Vale a leitura, que vai fundo no detalhamento de cada faixa, inclusive com riqueza de curiosidades e fatos pouco conhecidos.
Pitchfork
Resenha neutra, que mostra Songs of Innocence como um álbum mediano, sem nada de especial. Afirma, entre outras coisas, que a mensagem geral é “emocional porém sem forma, na esperança de que se encaixe na experiência das pessoas”, e que o U2 continua demonstrando “pouco interesse em se reavaliar como banda ou como pop stars”. Dá, porém, destaque a algumas faixas, ressaltando suas características positivas.


Paste Magazine
Mais um texto que avalia de forma relativamente tranquila o álbum, sem exaltar nem criticar em excesso. A resenha ressalta que o U2 faz um flashback de sua carreira, mas sem tentar refazer os passos que os levaram ao sucesso, reservando a nostalgia para as letras. E que a banda criou “um olhar para o passado com as lentes do presente”.


Consequence of Sound
Esta crítica se apoia mais na estratégia de lançamento do que na música em si. Chama a parceria com a Apple de “arrogante” e “marketing de guerrilha que empurrou o álbum goela abaixo nas pessoas”. No entanto, faz seu mea-culpa ao afirmar que o “não é de todo ruim (…) e soa aos ouvidos do mesmo jeito que qualquer outro disco do U2”. Destaca como “faixas essenciais” Song for Someone, Iris e Sleep Like a Baby Tonight.
Spin
O autor já começa a crítica dizendo que gostava apenas do U2 dos anos 80 e que não é lá muito fã dos trabalhos mais recentes, nem da conduta de “benfeitor” de Bono. Mas consegue avaliar Songs of Innocence a partir da perspectiva de volta às origens que a banda buscou, mesmo dizendo que não se comoveu com músicas como Iris e Every Breaking Wave.
Vulture
O título do texto é um tanto sensacionalista: “Songs of Innocence é totalmente lindo e totalmente entediante”. Abre comparando a grandiosidade do lançamento à crítica que o U2 fazia ao capitalismo na turnê Zoo TV, mas consegue ser relativamente sóbrio ao falar do álbum e citar seus altos e baixos. É um texto extenso e interessante, com um toque de ironia, mas sem pender para a arrogância.

 

Jornais da Irlanda, Grã Bretanha e Estados Unidos:

Irish Times

Independent

Daily Mail

Daily Telegraph (texto por Neil McCormick, que acompanha o U2 desde o início da carreira)

The Guardian

US News

USA Today

New York Times

Financial Times

New York Post

Los Angeles Times

Revista Time

Revista Newsweek
No Brasil (jornais e sites):

Estado de S. Paulo

Folha de S. Paulo

Veja

Whiplash

Portal R7

 

Comentários

Crítico é músico frustrado.Gente que não teve coragem de tocar numa banda e vive de desancar bandas grandiosas como o U2.O album está maravilhoso e algumas músicas evocam os grandes momentos do u2 nos anos 80,como Boy e unforgettable fire.

Achei que a maioria das criticas são boas, e mesmo quem fala mal destaca uma qualidade do disco. Somente os haters contaminados e que não falam da musica e só atacam.
Mas o U2 conseguiu todos os holofotes para eles, neste mês de Setembro só se falou do U2, até subiu no Google Trends as buscas sobre a banda. E ainda é capara da Time, Q Magazine e Rolling Stones (pelo menos tem uma matéria), ou seja o Album ganha força.
Vamos saber mesmo quando for lançado fisicamente, se vender uns 2 milhões nos EUA é um sucesso (já que 38 milhões já baixaram), e vai ser um dos candidatos aos prêmios do ano que vem. Só estou estranhando a falta dos Clipes e do 1º Single…cadê?

não sou crítico, sou fã . não me venham com essa de saudosismo mas este álbum é bem “fraquinho”. A banda levou um banho de água fria com o fracasso de NLOTH e não conseguiu sair do estilo Coldplay… é isso, para mim é um disco legalzinho, um Coldplay mais velho , mas nada que mereça figurar entre as obras primas da banda. Pena.

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