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28 abril 2013 18:14

por: febottini

Muitos fãs do U2 irão lembrar de Bill Carter como o jornalista que convenceu a banda a levar a Guerra da Bósnia em turnê com eles em 1993. Mas poucos conhecem a história de como isso aconteceu.

Hoje Carter está entusiasmado de participar da U2 Conference, compartilhando seu relato, em primeira pessoa, dos eventos.

Há 20 anos, Carter havia perdido sua noiva e se juntou a um grupo de ajuda humanitária não oficial, que entregava comida aos cidadãos de Sarajevo. Ele sabia que o resto do mundo não tinha ideia de como a situação estava ruim naquela região e queria encontrar um jeito de mudar isso.

Ele se descreveu na época como um fã do U2 – alguém que curtia a música da banda e via alguns shows deles crescendo, mas era só isso. Ele tinha uma boa impressão dos integrantes da banda; achava que eles eram caras honestos que poderiam ajudá-lo a ter a palavra sobre a guerra. Então, quando ele soube que eles levariam a turnê para a Itália, ele escreveu uma carta falsa de papel timbrado de uma rede de televisão que ele estava trabalhando e pediu uma entrevista, o que foi milagrosamente atendida (porque ele fingiu ser outra pessoa).

Quando ele chegou lá, reconhecidamente despreparado, ele contou a Bono de todas as coisas que estavam acontecendo na cidade sitiada e levou Bono às lágrimas. A banda ficaria na Itália somente por pouco tempo, por isso ele ficou encarregado de sonhar de alguma maneira em como ajudá-los antes que ele partisse.

Depois de tudo, eles concordaram com os links dos satélites, mas Bill tinha um problema maior ainda: encontrar pessoas que estivessem a fim de arriscar suas vidas (mais do que elas já arriscavam vivendo ali) para chegar ao estúdio e falar para o público durante os shows. Levou alguns dias cada vez para ele convencer cidadãos de que a participação deles podia fazer diferença.

E uma vez que ele os convencia, leva-los do ponto A ao B não era fácil, ele tinha que dirigir no escuro com as luzes apagadas por 120 milhas pelo ‘Sniper Alley’ para conseguir. Cada viagem foi tão angustiamente como a última, com passageiros aterrorizados, literalmente se esquivando de balas.

Claro que ele conseguiu; os links nos shows funcionaram e o resto é história.

Carter passou a fazer um documentário sobre a guerra, o qual ele estava encontrando dificuldade em dar um nome e Bono sugeriu Miss Sarajevo. Carter achou que o nome era muito ‘pop’ e rejeitou até que Bono disse que se ele usasse, ele escreveria uma música para ele.

De novo, o resto é história.

Hoje Carter é um cidadão honorário de Sarajevo e a estrela de seu documentário, a pequena Alma, foi para uma faculdade americana com a ajuda de uma carta de recomendação de Bono.

Fonte: atu2 – Bill Carter na U2 Conference 2013

Tradução: Fernanda Bottini

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É permitida a reprodução total ou parcial deste texto desde que obrigatoriamente citada a fonte.”

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