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12 dezembro 2011 19:41

por: febottini

Bono nunca se limitou a dedicar-se exclusivamente à carreira musical com o U2. E a terceira passagem do grupo pelo Brasil, parte da turnê 360º, provou o quão verdadeira é essa afirmação. Homem de opinião forte, politizado, ativista dos direitos humanos, indicado a três Prêmios Nobel da Paz, o vocalista fez um verdadeiro tour por São Paulo – cidade onde ocorreram as três apresentações dos irlandeses -, causando alvoroço por onde quer que passasse: em seus encontros com lideranças nacionais, comendo em restaurantes chiques e bares da moda e, naturalmente, cumprimentando pacientemente os fãs que largaram emprego e estudos para ver de perto o astro durante a semana. Confira passo a passo como foram os seis dias do cantor por aqui.

Dia 1
Antes mesmo de vir a São Paulo, na sexta-feira (8), Bono e companhia visitaram a presidente Dilma Roussef no Palácio da Alvorada, encontro usado por ele para falar sobre seus projetos, como a ONE, organização de combate à pobreza e responsável por diversas ações sociais no continente africano. “Dilma está muito ansiosa para alcançar os objetivos na sua luta contra a pobreza extrema”, disse. “Ela entende que há muito a ser feito e entende que muitos países estão olhando para o Brasil e questionando o que vocês fizeram para ter tanto sucesso nos últimos dez anos. Foi justamente isso que vim perguntar a ela”.
O líder do grupo – co-fundador da ONG Data, cujo foco é a erradicação do vírus da Aids na África – ainda falou sobre o massacre de 11 crianças na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, ocorrido no dia anterior. “É um dia muito triste para o Brasil”, lamentou.
Bono ainda almoçou com Dilma, o ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, e a ministra da Comunicação Social, Helena Chagas. Algo em torno de 60 brasilienses recepcionaram o cantor na capital federal, que ainda teve tempo para conhecer a capela do Palácio da Alvorada.
À noite, já em São Paulo, o irlandês e seus companheiros tiveram a oportunidade de sentir pela primeira vez o calor dos fãs paulistanos, sendo recebidos no Estádio de Morumbi por uma centena de admiradores quando chegaram ao local para realizar a passagem de som para o show de sábado (9). Os músicos deram atenção especial aos presentes, tirando fotos, distribuindo autógrafos e recebendo presentes, entre eles uma bandeira nacional.

Dia 2
Logo após a passagem de som, o U2 voltou ao hotel e encontrou uma multidão de fãs os aguardando no acesso principal. O grupo, no entanto, frustrou os presentes, entrando no local pela entrada dos fundos e deixando-os à deriva na madrugada de sábado (9).
Mas muita coisa ainda ia rolar para os fanáticos pela banda ao longo do dia. A exemplo da noite anterior, ao sair do hotel, o vocalista tirou fotos, deu autógrafos e saudou os admiradores que faziam plantão no local. Na sequência, na chegada ao Estádio do Morumbi, ele também foi simpático e acenou aos fãs, muitos deles em estado de êxtase ao ver o ídolo de perto, o que acabou rendendo inúmeros vídeos do momento espalhados pela web.

Dia 3
No domingo (10), os fãs continuavam plantados na porta do hotel da banda aguardando por mais uma chance de ver os ídolos de perto. Mal sabiam eles que logo viria uma grande surpresa. Além de terem a oportunidade de sentir a emoção do contato com os ídolos Bono e The Edge, alguns deles foram presenteados com ingressos para o segundo concerto do grupo em São Paulo, naquela noite. Fanáticos de todo o Brasil compareceram ao local.
Quinze entradas foram distribuídas para aqueles que garantissem não ter assistido à primeira apresentação.
De acordo com a produção, os outros integrantes, Larry Mullen e Adam Clayton estariam hospedados em outro lugar.

Dia 4
Em dia sem show, Bono aproveitou para fazer uma de suas atividades favoritas: se encontrar com políticos. A pedido do próprio, às 17h, o líder do U2 teve uma reunião fechada com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Eles conversaram durante cerca de 40 minutos, período de tempo em que o músico fez pedido para o Brasil levar à reunião do G-20, nos dias 14 e 15 de abril em Washington, assuntos relacionados às ações de combate à pobreza no continente africano, como aumento das relações públicas e privadas nas áreas de agricultura, tecnologia e vacinação.
Ele também procurou entender como o Brasil conseguiu sair tão rapidamente da crise econômica de 2007. O ministro, que disse concordar com o cantor nos assuntos relativos à miséria, procurou enumerar ao cantor as ações que levaram à bem-sucedida postura brasileira durante o conturbado período, do qual muitos países ainda não se livraram.
Se nas ruas, no hotel e no estádio Bono não teve sossego por causa do assédio dos fãs, não poderia ter sido diferente no escritório da Presidência, na Avenida Paulista, onde se encontraram. Funcionários pediram autógrafos e fotos, tendo sido prontamente atendidos pelo sempre atencioso irlandês.
Horas antes, Bono ainda se encontrou com o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em um hotel da capital paulista. Das 14h às 16h, os dois conversaram sobre combate à pobreza, especialmente focados no continente africano, foco da ONG do irlandês.

Dia 5
A terça-feira (12) que antecedeu o terceiro e último show do U2 no Brasil foi provavelmente o dia menos movimentado de todos para Bono. Depois de passar uma tarde tranquila, sem grandes aparições, ele voltou a dar as caras no final da tarde, quando se dirigia ao Estádio do Morumbi para a última passagem de som no local. O carro que o levava saiu da garagem do hotel, andou alguns metros e logo parou no meio da rua para o astro dar atenção aos fãs. Como tem sido costumeiro, o vocalista abriu o vidro da janela e acenou para os ansiosos presentes, que correram atrás do veículo. Na chegada ao palco da apresentação, no entanto, o vocalista acabou não dando atenção aos admiradores que se aglomeravam no portão principal do Cícero Pompeu de Toledo. O motivo, segundo a produção, foi a chuva, que, de fato, caiu com força na região durante toda a noite.
Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, o cantor ainda passou por um pub nos Jardins, causando grande alvoroço entre os clientes. Segundo as informações, um dos proprietários do local teria se desesperado com o fato de o astro ter deixado o local sem pagar a conta.

Dia 6
Depois de uma noite agitada, Bono demorou para fazer aparição diante dos plantonistas do hotel que o hospedou. Contudo, às 18h20, ele surgiu na parte externa do local para a alegria dos presentes. Aplaudido, o líder do grupo irlandês distribuiu, mais uma vez, autógrafos e tirou fotos, mas não pôde atender todos os fãs – eram mais de cem.
O vocalista ainda reviu a fã convidada para subir ao palco no show de domingo (10) e que, mais uma vez, recebeu dele atenção especial: um sorriso e um beijo no rosto.
Seu companheiro The Edge surgiu minutos antes, dando aos “plantonistas” a mesma atenção que lhes foi dada por Bono.
Às 18h35, o grupo chegou escoltado ao Estádio do Morumbi, mais uma vez sem parar para falar com os fãs aglomerados na frente do portão principal. Desta vez, no entanto, eles eram poucos, pois a maioria se concentrava em garantir o melhor lugar possível na última apresentação dos irlandeses no Brasil em 2011.

Fonte: Terra

Comentários

Maria Elvira Suenson

Olá!!
É sempre uma emoção relembrar esses dias que estão guardados em nossas memórias para sempre!
Cheguei no Morumbi na terça e só sai no domingo e voltei na quarta outra vez!
Foi lindo viver tudo isso!
Amo-os muito!
Abraço

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