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Campanha GRAACC 2020! Ano 15

Campanha GRAACC 2020! Ano 15

Campanha GRAACC 2020 – ano 15

A pandemia do Covid-19 chegou em 2020 e mudou o conceito de “vida normal” que nós tínhamos.
Isso incluiu a nossa tradicional campanha realizada todos os anos no mês de maio em benefício ao Hospital do GRAACC, que oferece tratamento especializado e humanizado para crianças e adolescente com câncer de todo o Brasil.
Entretanto, jamais deixaríamos de fazer uma campanha tão importante e querida por todos nós. Por isso, chamamos todos para participarem da 15ª campanha consecutiva dos fãs do U2, que esse ano será realizada de 1 a 30 de setembro!
Participe!
Ajude as crianças do Hospital do GRAACC a realizarem o sonho da cura e de ter um futuro inteiro pela frente.

Como participar:

Via Presente solidário(cartão de crédito/pay pal)

Ou

Via DEPÓSITOS/TED/DOC na conta do GRAACC

(OBRIGATÓRIO O ENVIO DO COMPROVANTE LEGÍVEL PARA QUE POSSAMOS COMPUTAR A DOAÇÃO)
ENVIAR O COMPROVANTE NO EMAIL:

ultraviolet-u2-owner@yahoogrupos.com.br

GRAACC
Banco Bradesco
Agência: 0548(caso seja pedido, o dígito é 7)
Conta Corrente: 98.355-1
CNPJ: 67.185.694/0001-50

Como sempre, nós oferecemos alguns brindes àqueles que doarem um pouco mais ao Hospital. Como o ano de 2020 está sendo muito difícil, nós diminuímos os valores, tentando alcançar mais pessoas, fazendo com que não seja pesado para ninguém oferecer esta ajuda às crianças e adolescentes. Ficou curioso? Dá só uma olhadinha no que temos para vocês.

Se você doar a partir de R$ 20,00 vai concorrer a:

Ecobag Ultraviolet em crochê
Single U2 – Walk on
Single U2 Sweetest Thing
Livro Killing Bono

Se você doar a partir de R$ 40,00 vai concorrer a:

Vinil Zooropa
Rolling Stone Brasil
DVD Especial – Glastonbury + Johannesburg
Livro Pedro e o Lobo

Se você doar a partir de R$ 60,00 vai concorrer a:

CD Brinde do u2.com 2019
Livro North Side Story – U2 in Dublin
Bluray Across the Universe, com participação de Bono
Livro Walk On, uma jornada espiritual

Doações a partir de 120 reais concorrem ao sorteio de uma gravura original, em papel artístico, entregue direto na sua casa. Veja que linda!

Gravura do artista 6dilly4dally, você pode admirar seu trabalho em seu Instagram, de mesmo nome.

Quem levar o quadro ganha, de brinde, a garrafinha do nosso fã clube!

Setembro é o mês de aniversário do U2, foi quando os rapazes se reuniram pela primeira vez na cozinha da mãe do Larry e a mágica aconteceu. Sua doação será um “Muito Obrigado” à banda que você tanto ama!

Não esqueça de mandar os comprovantes de deposito, para poder concorrer aos brindes!

As conexões brasileiras do U2

As conexões brasileiras do U2

Mariana e Adam

Para aqueles que ainda não sabem, a esposa do baixista do U2, Adam Clayton, é a paulistana Mariana Teixeira Clayton. Filha do empreendedor Renato Albuquerque – responsável pelo bairro de Alphaville na Grande São Paulo – ela cresceu tendo amigos da elite intelectual local.

Seu casamento contou com a presença de muitos deles, incluindo o jornalista Guga Chacra – que afirmou a um membro do nosso fã-clube ter sido o evento mais chique e luxuoso do qual participou – do escritor e cronista Antônio Prata e de sua esposa, a jornalista Julia Duailibi.

Guga Chacra e Mariana Teixeira

Pois foi Antônio, filho dos também escritores Marta Góes e Mario Prata,  quem revelou – no podcast feminista Calcinha Larga, da jornalista Tati Bernardi e das amigas Camila Fremder (escritora) e da atriz Helen Ramos – alguns detalhes sobre sua participação no casório super badalado, realizado na França, em 2013.

Entre muitas risadas e momentos de seriedade, Prata afirmou ter sido dele a honra de fazer o discurso do evento. Como era em inglês, ele – nervoso – não bebeu nadinha de álcool antes do momento acontecer. Dispensou champanhe e vinhos locais desde o começo da tarde até após o jantar, quando o seu momento chegou.

Antônio Prata e Julia Duailibi

Prata afirmou ter tudo corrido bem – inclusive descontou as horas de “seca”, bebendo o máximo que podia, depois do falatório – e destacou o fato de ter recebido o microfone das mãos do guitarrista The Edge. Momentos para não esquecer nunca mais, não é?

Ouça o podcast completo abaixo:

Além de Mariana, a esposa do empresário do U2, Guy Oseary – Michelle Alves – também é brasileira, não devemos esquecer.

Meu encontro com Bono em Londres

Meu encontro com Bono em Londres

Por Regiane Batista do Nascimento

Entregando o terço

Meu nome é Regiane, sou fã desde 1989/90. Moro em Campinas e sou uma mulher de fé, que acredita no ativismo do U2 e sonha com justiça social.

Hoje, eu vou contar um pouquinho sobre o dia em que entreguei um terço ao Bono. Um encontro tão esperado e que acabou acontecendo de um modo inesperado. Foi a viagem dos sonhos que fiz, somente eu e uma amiga. O destino era a Irlanda e a Escócia. Os planos eram fazer “a tour” dos fãs em Dublin e depois embarcar para Glasgow, para assistir à I+E TOUR. Eu só tinha uma certeza: entregar um terço a ele!

Ainda no Brasil, recebi uma ligação de minha irmã, perguntando onde eu estava.  Respondi: estou numa loja comprando um terço para entregar para o Bono, ela achou aquilo engraçado e disse: doida! E lá vamos nós, um vôo com escala em Londres e, para nosso desespero, fomos informadas que a conexão para Irlanda estava cancelada por causa do mau tempo, sem previsão. Resumindo: três dias presas em Londres, três dias a menos na Irlanda.

Brian e Regiane

Não consegui engolir o choro, minha amiga menos ainda. Fomos para um hotel, inconsoláveis, com um porém: estávamos inconsoláveis em Londres… Conversando com os amigos da UV, soubemos que alguns estavam na cidade. E os UVs – sempre bem informados – sabiam em que hotel eles estavam. Saímos de manhã, para dar uma volta no Hyde Park, com os itens do U2 sempre nas nossas bolsas.  Resolvemos então passar pelo hotel e ficar olhando para as janelas, porque sabíamos que era praticamente impossível encontrá-los, já que na noite anterior tinham comemorado o aniversário do Larry e, com certeza, eles estavam de ressaca.

De repente, eu vejo Brian e um pequeno grupo de mais ou menos cinco pessoas na porta do hotel. Eu surtei por dentro, por fora fingi costume. Nos aproximamos e fomos falar com ele que, por sinal, é muito simpático quando não está no Brasil, rs… Ele já tinha um esquema e, como eram poucas pessoas, combinou com a gente que Bono desceria e um de cada vez ia entrar para tirar uma foto e pegar um autógrafo, sem demorar.

Uma imagem que fala mais que mil palavras

Surtei de novo, mas sempre fingindo estar acostumada. Meu número era o 6. O papo do simpático Brian com o grupo continuou. Quando olhamos pro lado, uma turma de curiosos se aproximou e descobriu que era Bono quem estava no hotel, para o nosso desespero. O pequeno grupo se transformou numa fila com mais de vinte pessoas. Brian entrou e saiu algumas vezes, até que nos informou sobre uma mudança de planos. Esse choro, eu tive que engolir…

Brian pediu desculpas e disse que, por conta da fila, Bono resolveu sair rapidamente e só dar alguns autógrafos. Além do Brian, vários seguranças faziam de tudo para que Bono não pegasse nada nas mãos. Pediam para entregar os presentes para eles o tempo todo. Pensei: não mesmo! Brian não saia do meu pé e ficava repetindo: o presente, o presente!

Bono pertinho de Regiane, com o terço na mão

Até que o Bono chegou, olhou para o terço e me perguntou sobre as cores. Era um terço missionário. Respondi que cada cor trazia uma reflexão para cada continente e ele respondeu: “Uau, Love and peace!” Neste momento, um grande mico. Do nada, involuntariamente, simplesmente saiu da minha boca: Yep! Love And Peace Or Else… Pensei em duas coisas: abre um buraco e enfia a cabeça; ou outra, ele deve “tá” pensando: essa é fã de verdade! Esperei que ele mandasse logo um: Laydown… Kkk

Óbvio que nenhum e nem outro, ele apenas pensou, mais uma maluca! Mesmo assim, perguntou de onde éramos, de qual cidade. Respondi que era do Brasil, São Paulo. Ele disse: “Uau, Brasil!!! Nós amamos São Paulo!” Depois disso, ele autografou nosso livro e saímos de lá querendo estrangular cada curioso que estragou o plano de dar um abraço e tirar uma foto com o nosso ídolo. De qualquer maneira, quando tem que ser, é!

O hotel em Londres

O terço que imaginei entregar em Glasgow, foi entregue em Londres por conta do mau tempo. Nunca mais reclamei quando os planos não saem como planejamos. Já no show, na Escócia, tenho certeza de que ele se lembrou do terço. Eu o segurei igual e, várias vezes, Bono olhou para ele e caminhou como se viesse com a intenção de pegá-lo (temos testemunhas). Os escoceses ao nosso lado vibravam, cada vez que ele caminhava na nossa direção…

Bandeira do Brasil que Bono “roubou” de Regiane e Liz

Bono fala sobre o primeiro show na Índia!

Bono fala sobre o primeiro show na Índia!

Em artigo escrito especialmente para o Hot Press, Bono revela as expectativas sobre tocar na terra de Mahatma Gandhi pela primeira vez em 43 anos de carreira.

Tradução: André Joe

O U2 e o parceiro indiano AR Rahman

Antes do fim da ‘The Joshua Tree Tour 2019’, Bono escreve sobre a viagem do U2 à Índia

Em um artigo especialmente escrito para a milésima edição da publicação irlandesa Hot Press, Bono – que fez um review do Thin Lizzy no Hammersmith Odeon pra Hot Press no final dos anos 70 – entregou um texto com 1.000 palavras para esta 1.000ª edição.

O artigo é um olhar sobre a expectativa do primeiro show do U2 na Índia, que acontecerá no dia 15 de Dezembro:

Visual da turnê Joshua Tree 30 anos

Antes do Natal, o U2 tocará na Índia pela primeira vez. É uma de uma série de estreias para nós – incluindo Cingapura, Filipinas e Coréia do Sul. Mas levar ‘The Joshua Tree Tour’ para Mumbai – Bombaim como era conhecida – será uma espécie de peregrinação a um subcontinente que deu ao mundo quatro grandes religiões: hinduísmo, budismo, sikhismo e jainismo.

Nós não temos aquela paixão mística louca da Índia dos anos sessenta, mas estamos encantados com a geografia e a história. Uma história que confunde as expectativas daqueles de fora – que subestimam a sofisticação da maior democracia do mundo; e todos aqueles que estão em casa – que incitariam a antiga animosidade que contradiz a tradição indiana de Ahimsa, sua inspiradora não-violência.

Mesmo com todas essas preocupações presentes, é difícil para um ativista anti-pobreza não colocar as coisas em perspectiva com admiração por um país que tirou o máximo de pessoas da pobreza no menor tempo possível que qualquer democracia.

Isso era impensável quarenta anos atrás, a primeira vez que nossa banda apareceu na capa da Hot Press. A primeira vez que apareceu na capa de qualquer lugar.

O U2 pisa em solo indiano pela primeira vez.

‘U2 Come of Age – A Story of Boys in Control’ foi a manchete e, olhando para a capa, quatro garotos cujas vidas estavam prestes a mudar tão radicalmente quanto as minhas calças xadrez. Na foto de Hugo McGuinness, pareço Jack olhando para o gigante, pronto para arrancar os seus dentes – ou ser comido. Ambas as coisas eram verdadeiras, como se vê. Pensávamos que estávamos no controle, mas mesmo com grandes sonhos e grandes mentes, nenhum de nós podia imaginar o pé de feijão que estávamos escalando, uma subida alimentada em parte pela fé desta revista em nós, numa época em que éramos mais atitude do que aptidão.

Ao longo de quatro décadas, não há muitos lugares para onde esse combustível não tenha nos levado, mas a Índia parece algo diferente. Ainda nos consideramos estudantes e, indo para a Índia, ainda há muito a aprender. A logística explica, em parte, por que uma visita nossa levou tanto tempo, mas também o medo de me apaixonar pelo lugar e voltar muito mudado. É o que acontece.

Visitar a África através da Etiópia nos anos 80 virou meu mundo de cabeça para baixo (ou mais precisamente, para cima), então fiquei com um pouco de medo de abordar a vastidão e complexidade da Índia. Como muitas crianças da minha época, minha apresentação foi via Rudyard Kipling, e eu também tinha ouvido histórias do Raj, do pai da minha tia que serviu no exército britânico. Mas foi ‘Os Filhos da Meia-Noite’ de Salman Rushdie que me convenceu de que eu tinha que ir. Salman retratou um mundo magicamente real, onde a história da Índia e sua modernidade estavam tanto em um misturador de cimento, quanto em uma coqueteleira.

Se você está com fome de linguagem, Salman é um banquete: para explorações caprichosas e sérias, para personagens fictícios selvagens em que você acredita, ou personagens reais à beira do sangramento do plausível. Com mais de 720 dialetos na Índia, o idioma se torna música quando tem tantas cadências. Adoro a música de AR Rahman, compositor da trilha sonora de ‘Quem Quer Ser um Milionário?’, e fiquei grato por como o diretor Danny Boyle retratou a dignidade e tenacidade das pessoas que vivem nesse tipo de pobreza. Freqüentemente as realidades de tais vidas são enterradas uma segunda vez, primeiro sob injustiça econômica, depois sob clichês desumanizadores.

Salman Rushdie

Como diz o grande Arundhati Roy: “Um outro mundo não só é possível como já está a caminho. Em um dia calmo, posso ouvir sua respiração”.

Com Mahatma Gandhi, a Índia deu ao mundo uma de suas melhores almas, um homem que usou sua religião para desafiar sua religião – e depois a nossa. Ele disse uma das coisas mais inteligentes de todos os tempos sobre o cristianismo. “Eu gosto do seu Cristo, mas não gosto de seus cristãos. Seus cristãos são tão diferentes do seu Cristo”.

O Novo Testamento teve uma grande influência sobre Gandhi, particularmente ao desenvolver sua filosofia de não-violência. Um estudante perspicaz dos Evangelhos, ele gostava particularmente da leitura de Tolstói e também do romance Ressurreição de Tolstói. O Sermão da Montanha, ele dizia, é tudo o que você precisa.

Assim, a Índia deu ao mundo um pensamento mais poderoso que a energia nuclear, mais poderoso que o império britânico, mais poderoso que o próprio poder. A ideia de não-violência como poder. Como gerações de outras pessoas, a filosofia de Gandhi nos influenciou como uma banda, e vimos isso se desenrolar através de líderes como o Dr. King na luta pelos direitos civis pelos negros americanos, e depois novamente nesta ilha com a nobreza de John Hume. Também vimos o que acontece quando isto não ocorre.

Capa do single lançado especialmente pro público indiano

A Índia e o mundo precisam mais da sabedoria de Gandhi do que em qualquer outro momento dos 70 anos desde sua morte. A violência está em ascensão, e a divisão política é exercida como um clube por líderes nativistas que confundem populismo com patriotismo. Nós não somos estranhos a isso na Irlanda e talvez precisemos lembrar da mensagem de Gandhi aqui em casa se, como resultado do Brexit, o impensável acontecer e as coisas se desfizerem na fronteira.

Quando Gandhi viveu em Londres, estudou nosso movimento de independência Irlandesa, assim como fizeram muitos defensores da independência na Índia. E, ao estabelecerem sua independência da Grã-Bretanha, a Índia utilizou seções de nossa constituição para a deles e, coincidentemente, adotou as mesmas cores para sua bandeira. Apesar de todas as nossas diferenças de tamanho, cultura e religião, temos muito em comum.

Ainda assim, não tenho ideia do que esperar de nossa viagem. Talvez ninguém tenha ouvido falar de nós! A energia, o movimento e a cor da cena musical de Bollywood são fascinantes – e um pouco intimidantes. Há alguns DJs e remixadores interessantes que estou curioso para conferir.

Quatro Dubliners com guitarras, uma bateria e um gorro combinam com isso? Faremos o nosso melhor pela Irlanda. Adam estará lá para apertar as mãos e com seu seu grande instrumento de quatro cordas; Larry estará lá com seu aceno; e Edge, pelo que ouvi, está trabalhando em seus movimentos de dança. Bollywood, aqui vamos nós.

Bono

Mahatma Gandhi

Leia o original aqui.


Vai começar! JTT, o retorno.

Vai começar! JTT, o retorno.

A continuação da turnê Joshua Tree 30 anos vai recomeçar na cidade de Auckland, Nova Zelândia, dia 8 de novembro. Os horários são completamente loucos pra gente daqui do outro lado do mundo, por isso o Ultraviolet resolveu fazer um resumo com as datas, locais e horários de cada um dos shows.

Vai querer ouvir antes de ir pro trabalho, escola ou faculdade? Dá uma olhadinha e se programe direitinho. Lembrando que o horário sempre é o de Brasília. Saca só:

Sexta feira, 8 de novembro, Auckland – NZ

Hora – 5h00

Sábado, 9 de novembro, Auckland, NZ

Hora – 5h00

Terça feira, 12 de novembro, Brisbane,AUS

Hora – 8h30

Sexta feira, 15 de novembro, Melborne, AUS

Hora – 8h00

Terça feira, 19 de novembro, Adelaide, AUS

Hora – 8h00

Sexta feira, 22 de novembro, Sydney, AUS

Hora – 7h30

Sábado, 23 de novembro, Sydney, AUS

Hora – 7h30

Quarta feira, 27 de novembro, Perth, AUS

Hora – 11h00

Sábado, 30 de novembro, Singapura, SGP

Hora – 12h00

Domingo, 1 de dezembro, Singapura, SGP

Hora – 12h00

Quarta, 4 de dezembro, Tóquio, JP

Hora – 10h30

Quinta, 5 de dezembro, Tóquio, JP

Hora – 10h30

Domingo, 8 de dezembro, Seul, KOS

Hora – 10h00

Quarta, 11 de dezembro, Manilla, PHI

Hora – 12h30

Domingo, 15 de dezembro, Bombaim, IND

Hora – 10h30

Saiba quais os horários dos shows do retorno da Joshua Tree Tour!

Vamos matar a saudade do Shadowman?

Confundiram o Guggi com a Lady Gaga! Hilário!

Confundiram o Guggi com a Lady Gaga! Hilário!

Lady Gaga e Guggi Rowen

Vamos dar muita risada?

É uma fofoca que envolve Bono, indiretamente. Há cerca de 10 dias, nós postamos – em nosso Facebook – algumas fotos de Bono e seu amigo Guggi na França, num Chateau que é uma mistura de vinícula, hotel, museu, etc. Também esteve com eles, o ator Bradley Cooper.

Ontem, algumas publicações postaram uma foto que seria da atriz e cantora Lady Gaga ao lado de Cooper, provando enfim, um possivel relacionamento entre ambos, algo muito ansiado pelos fãs que chipavam o casal deste o filme Nasce uma estrela.

Pois bem, o surpreendente da história é que Lady Gaga nunca esteve presente no local! Confundiram o amigo de infância de Bono, Guggi, com a cantora norte americana. Apenas hoje a confusão foi desfeita, para gargalhadas gerais.

Olha só as fotos:

Bono e Guggi
Bono e Bradley Cooper tiraram fotos com funcionária do local.
A foto da discórdia! Guggi conversa com Cooper e desavisados o confundiram com Gaga.

E aí? Achou parecidos? Você também os confundiria?

Conheça Jean Pigozzi, fotógrafo amigo de Bono e de várias outras celebridades!

Conheça Jean Pigozzi, fotógrafo amigo de Bono e de várias outras celebridades!

Por Lupa

Edge, Michael Hutchence e Bono

Jean Pigozzi tem muitas faces. Italiano de nascimento, ele foi criado na França, mas é cidadão do mundo. Foi reconhecido como o maior colecionador de arte africana do planeta. Ainda é designer de moda e fotógrafo, mas o que interessa mesmo pra gente: é amigão do Bono e seu vizinho de verão, no sul da França.

Bono e Edge com Jack Nicholson

Pigozzi é proprietário da lendária Villa Dorane em Cap d’Antibes, próximo a Cannes. Desde menino, ele fotografa quase tudo e todos em sua tão famosa Villa. Em sua piscina é que as grande festas cheias de celebridades aconteciam. Ao longo de mais de quatro décadas, ele registrou seus convidados ilustres e em 2016, publicou um livro chamado Pool Party, com mais de cem fotos, todas capturadas em seu deck da Riviera Francesa.

Bono e Ali grávida

Mick Jagger, Sharon Stone, Bono, Edge, Elizabeth Taylor, diversos outros famosos desfilam pelo livro em fotos espontâneas e felizes. Bono escreveu, no prefácio que fez para o livro: “Apesar de todos os convidados selvagens e maravilhosos entrando e saindo de sua piscina cristalina, para mim o mais excitante é ouvir o riso que abafa o mar”.

Bono com Charlotte Rampling e jean Pigozzi

Algumas das fotos já são icônicas e muito conhecidas, como aquela ali em cima, que registrou Edge, Bono e Michael Hutchence saindo d’água. Em entrevista, Jean explicou que começou a fotografar ainda criança porque sua dislexia o impedia de escrever como queria e assim transformou a fotografia em uma espécie de narrativa.

O livro, com prefácio do Bono.

O mundo que rodeia o U2 é sempre muito especial e acaba fazendo com que histórias como essa apareçam para os seus fãs, não é?. Aproveite e veja só mais algumas fotos incríveis que ele fez:

fotografando Elizabeth Taylor
A atriz Sharon Stone e outros
Mick Jagger e amigos

Quando Edge tinha um perfil no Twitter…

Quando Edge tinha um perfil no Twitter…

Um dos grandes sonhos de muita gente deste fandom é o de se comunicar com seus ídolos. Conversar, nem que seja virtualmente, com um dos quatro membros do U2. O mais próximo que chegamos disso aconteceu durante a turnê 360°, quando The Edge abriu uma conta pessoal no Twitter, micro blog recém criado naquela época.

Ele não interagia com os fãs, utilizava o Twitter como se fosse uma plataforma semelhante ao atual Instagram. Postava muitas fotos de paisagens, de comidas, dos bastidores dos shows e algumas poucas selfies.

Após a turnê, o perfil foi abandonado e o U2 só voltou a aparecer nas redes sociais através de seu perfil oficial, que também não interage com ninguém e tem uma qualidade até questionável, se for comparado com o de outros artistas semelhantes.

Demora a se manifestar sobre temas importantes – como aconteceu quando houve o atentado na França, em que o show foi cancelado. Só soubemos que todos estavam bem via perfil da prima de Edge, Ciara -, não responde perguntas pertinentes, utilizando apenas comunicados no site oficial, existem muitas críticas em relação à interatividade da banda.

Mas em 2009, pudemos olhar o mundo através dos olhos de Edge. Caso vocês queiram matar a curiosidade, o perfil inativo ainda está no ar, mas muitos links já não funcionam mais, inclusive algumas tiradas em São Paulo e em Brasília. Clique aqui para ver. Eis algumas das fotos postadas por Edge, pra vocês matarem a saudade:

Um ângulo inusitado
Bastidores
Larry
Posando
Com o crew
Zoo Dollars
Visitando a NASA

5 clipes do U2 que você quase esqueceu de assistir!

5 clipes do U2 que você quase esqueceu de assistir!

Quase esqueceu porque vamos te apresentar, você vai descobrir ou relembrar… O U2 é uma banda tão poderosa que não se contenta em fazer apenas 1 único clipe de seus hits; faz logo 2, 3 e até 4!!!.

Se você for distraído, é bem capaz de nunca ter tomado conhecimento de nenhum deles! Deve só conhecer os clipes originais, mais divulgados. Tá curioso? Dá só uma olhadinha nestes 5 exemplos abaixo.

Stuck in a moment

Todo mundo lembra do vídeo em que Bono e Edge dão as mãos, só que o mercado norte americano recebeu uma versão exclusiva para ele. O outro é bem melhor, mas este é bem curioso.

One

O famoso vídeo do bar, com Bono fumando loucamente, o fandom inteiro já viu; ou a versão alemã, com os 4 fantásticos vestidos como “belas” mulheres. Este daqui, com búfalos, ficou mais restrito ao circuito de arte, vamos dizer assim…

Beautiful Day

Mais um clipe em cima do telhado. Foi filmado em Dublim, é bem sem graça, mas vale como curiosidade.

Walk on

Todo mundo conhece – e ama – a versão gravada no Rio de Janeiro. Nem deveria ter outro… mas tem. A linda música, marcada pela campanha em prol da libertação da ativista Aung San Suu Kyi (que se mostrou bem equivocada, a posteriori), recebeu mais de um registro em vídeo. Dá uma olhadinha nesse:

Trocamos o áudio do vídeo por causa do copyright da gravadora

Song for Someone

A música – presente no penúltimo CD Songs of Innocence – ganhou dois belos vídeos, mas este ficou meio escondido e muita gente boa acabou não vendo. Saca só!


Trocamos o áudio do vídeo por causa do copyright da gravadora

Gostou? Quais outros clipes meio escondidinhos do U2 você curte?

Comenta aí embaixo!

O Eneagrama de The Edge

O Eneagrama de The Edge

O mundo corporativo é muito dinâmico. ele costuma apresentar uma série de estudos sobre a personalidade das pessoas e, atualmente, o eneagrama está sendo utilizado por alguns profissionais de sucesso. Ele pode ser usado na compreensão e estudo de qualquer processo contínuo, uma vez que, em sua lógica, o fim é sempre o início de um novo ciclo.

O UV Henrí Galvão, um grande entusiasta do assunto, resolveu fazer um estudo dentro dos preceitos desta técnica em cima das personalidades de Bono e The Edge. Aqui vai o segundo texto, sobre o Edge. Se perdeu o sobre o Bono, é só procurar em nosso site que está aqui. Se liga só:

Eneagrama & Música: The Edge

Bono certa vez comparou cada um dos quatro membros do U2 a partes do corpo humano. Enquanto ele próprio seria o coração da banda (por conta de sua grande emocionalidade), Adam e Larry representariam os pés, e The Edge representaria a cabeça.

Isso faz muito sentido se a gente for considerar que The Edge (cujo nome verdadeiro é Dave Evans) recebeu esse apelido logo quando da formação da banda, por conta de sua preferência por observar as coisas de uma certa distância, e por conta de seu comportamento geralmente pouco emocional.

E, de uma perspectiva do Eneagrama, a análise de Bono faz ainda mais sentido. Isso porque muitas poucas pessoas que conhecem esse sistema discordariam de mim quando digo que The Edge é, quase que sem nenhuma dúvida, um tipo Cinco.

Não espere por muito

Não é de se espantar que um dos nomes mais comumente usados pra descrever esse tipo é “o Observador” (“o Investigador” também é bastante comum). Eles são considerados os mais “cerebrais” dos nove tipos, no sentido de serem aqueles que tendem a confiar mais no intelecto. Muito frequentemente, em detrimento de suas emoções.

Muito disso vem da sua paixão característica, que é a avareza. No contexto do Eneagrama, a avareza deve ser vista sob um contexto mais amplo, já que ela não trata apenas de ser mesquinho em relação a dinheiro, mas também em relação a outros recursos, como tempo e energia.

Em outras palavras, o tipo Cinco frequentemente percebe as demandas externas como sendo simplesmente demais pra eles. Como resultado, eles tendem a evitar se envolver muito com outras pessoas num nível bastante emocional, em parte porque eles geralmente duvidam de sua própria capacidade de dar a essas pessoas o que elas procuram.

Disso decorre uma tendência a ter a frugalidade em alta conta, e em se virar com menos do que seria sequer concebível pra maioria das pessoas. O que, sob um ponto de vista artístico, pode dar uns resultados muito interessantes.

Tome essas mãos, elas não servem pra nada

Não é nenhum exagero dizer que The Edge é um dos guitarristas mais únicos e influentes de todos os tempos. Ter crescido sob a influência do movimento punk acabou sendo o encaixe perfeito pra um músico que se considera um minimalista de coração, com muito pouco interesse em tocar uma quantidade excessiva de notas.

“Eu sou um músico. Não sou um pistoleiro”, ele diz. E ter essa perspectiva mais ampla de si mesmo lhe permitiu explorar territórios desconhecidos enquanto guitarrista, dando rédea livre pro seu grande interesse nas possibilidades técnicas não só do seu instrumento principal, mas também do estúdio de gravação.

De fato, embora eu não leve muito a sério aqueles que o criticam enquanto guitarrista por causa do seu estilo mais contido, eu às vezes concordo com outros que dizem que ele se fia demais na parafernália técnica ao redor de tudo isso, a qual envolve um setup ridiculamente complexo de guitarras durante os shows.

E isso, por sinal, também pode ser creditado ao seu tipo no Eneagrama. Por um lado, o tipo Cinco tende a ter uma capacidade fora do comum de se concentrar e ir a fundo no trabalho que faz. Por outro lado, eles podem ir longe demais nisso, ficando obcecados com detalhes que, no fim das contas, podem acabar lhes distraindo do todo.

Aliás, até certo ponto foi uma surpresa pra alguns fãs quando Bono disse recentemente que o maior culpado pelo fato do U2 estar demorando cada vez mais pra lançar seus álbuns é The Edge. O fato dele ser tanto o maior workaholic quando o maior perfeccionista da banda é capaz de deixar todo mundo ao seu redor louco.

Você vem vivendo debaixo da terra, comendo de uma lata

O que me leva à questão dos subtipos, já que essa mistura de workaholismo e perfeccionismo é a maior razão de eu acreditar que o seu instinto mais forte no Eneagrama é o autopreservação.

Confesso que essa não é uma aposta muito confiante da minha parte. Em parte porque os diferentes subtipos do Cinco não são considerados muito diferentes uns dos outros, exceto pra aqueles que os conhecem muito bem (o que tende a ser uma tarefa difícil, como vimos).

Mas, como eu não vejo nele nem o idealismo que parece ser típico do Cinco social, nem o romantismo do Cinco sexual, classificá-lo como autopreservação-dominante me parece que pelo menos faz algum sentido (afinal, esse subtipo é o considerado o mais “puro” dos Cinco).

Em geral, diz-se que o Cinco autopreservação tem uma necessidade mais forte por demarcações claras e por se isolar, assim como uma dificuldade maior que os outros dois subtipos no que se refere a ser assertivo e demonstrar agressividade.

Não sei se quaisquer desses aspectos se aplicam a The Edge com certa regularidade (algo que provavelmente só os seus familiares e os seus colaboradores mais recorrentes poderiam dizer), mas o seu excesso de dedicação ao trabalho me lembra algo que Bea Chestnut diz em The Complete Enneagram:

O Cinco autopreservação limita suas necessidades e vontades por acreditar que todo desejo pode abrir a porta para que eles se tornem dependentes de outros. Desejos, portanto, são ou sublimados em interesses específicos, ou apagados da consciência.

Suponho que tais interesses e atividades poderiam ser simplesmente hobbies para alguns desses Cinco. Mas também é muito frequente que eles sejam seu ganha-pão.

E isso me leva ao meu último ponto de hoje (e provavelmente a coisa que mais me incomoda enquanto fã do U2).

Uma ideia perigosa que quase faz sentido

Embora, enquanto banda, o U2 sempre tenha sido mais apolíneo do que dionisíaco (no sentido de demonstrar uma preocupação muito forte com o que é apropriado de se exibir ou não), nos últimos quinze anos, mais ou menos, esse desequilíbrio cresceu ainda mais.

Enquanto boa parte dos anos 90 viu a banda se reconciliando com seu lado dionisíaco (o que, pra todos os efeitos, foi uma experiência liberadora pra todos eles), desde então eles vêm tendo mais e mais dificuldade em trazer uma dose saudável de espontaneidade e caos ao processo criativo como um todo.

A consequência é que, quando eles tentaram replicar tal experiência no álbum No Line on the Horizon, de 2009, eles simplesmente não conseguiram. Não que seja um álbum ruim, mas ele dá a nítida impressão de que eles sentiram que haviam se tornado grandes demais pra fracassar e não conseguiram mais se deixar levar.

Mas o pior de tudo é que, desde então, a banda lançou dois álbuns recheados de grandes músicas (Songs of Innocence, de 2014, e Songs of Experience, de 2017), as quais foram (pelo menos pra mim) eclipsadas por uma triste constatação: pela primeira vez, o U2 está soando como qualquer outra coisa que toca no rádio.

A razão de eu estar abordando tudo isso é por acreditar que muito disso tem a ver com a influência desproporcional que o perfeccionismo de The Edge teve sobre esses álbuns. Sinto até que estou sendo meio duro ao escrever isso, porque eu também acho que boa parte das escolhas artísticas da banda até então haviam sido mais que justificáveis.

Mas também suspeito que, se eu fosse um garoto de 11 anos hoje (como eu era quando vi pela primeira vez o clipe de “Staring at the Sun” na MTV), eu provavelmente não ligaria muito pro U2. Não porque eles estão se esforçando demais (isso eles sempre fizeram), mas porque agora eles estão se saindo melhor do que antes.

Torço pra que, como diz a letra da última música do seu (ridiculamente menosprezado) álbum de 1997, Pop, ainda seja possível rebobinar tudo como se fosse um toca-fitas (Songs of Ascent, mais alguém?). Mas a cada ano que passa isso vem se tornando uma possibilidade mais remota no meu coração.