Ver Versão Completa : U2 na Revista Veja (04/12/2005)
jorgefilipe_u2
04/12/2005, 18h30
Hj a Revista Veja veio com uma crítica sobre o novo DVD do U2. Além disso, o U2 também marcou presença em uma matéria sobre o Pearl Jam. Na matéria o U2 é citado como a maior banda da atualidade, e há algumas comparações entre o u2 e o Pearl Jam. As matérias da revista já estão disponíveis no http://u2_goias.zip.net
Legalllll.....se vc comprou a revista, coloca o código de acesso pra gente poder ler pelo site. O codigo fica no indice de notícias, logo nas primeira paginas.
É Jorge, coloca o código aí pra gente ler também, please ;) !
Bjssss
Cris
Música
O ídolo discreto
Liderado por Eddie Vedder, o Pearl Jam
é uma das maiores bandas do mundo, mas
ainda age como se ensaiasse na garagem
http://veja.abril.uol.com.br/veja_online_2003/imagens/fioAssinatura.gif
Sérgio Martins
Fredy Vieira/Folha Imagem
http://veja.abril.uol.com.br/071205/imagens/musica1.jpgEddie Vedder em show na cidade de Porto Alegre: nada de clipes e ingressos a preços acessíveis
Em muitos sentidos, o Pearl Jam está para o rock dos anos 90 assim como o U2 para o rock dos anos 80. Os dois grupos têm cantores carismáticos, que abraçam causas sociais e fazem pregações políticas. Ambos, além disso, nasceram no circuito alternativo e explodiram para o grande público. E é aí que as histórias começam a divergir. O U2 resolveu jogar o jogo do mercado. O Pearl Jam, por sua vez, resolveu dizer não. Uma tornou-se a maior banda da atualidade. A outra se manteve, por assim dizer, no "lado B" do rock. O Pearl Jam se recusa a aparecer em clipes e campanhas de divulgação e dá raras entrevistas. "Uma vez que você faz a primeira concessão, passa a ter de aturar coisas cada vez piores", disse o vocalista Eddie Vedder em entrevista exclusiva a VEJA. Essa atitude resultou numa queda de popularidade e de vendagem de discos, mas poucas bandas despertam hoje em dia o mesmo tipo de devoção entre os "fiéis". Na semana passada, eles fizeram sua primeira turnê pelo Brasil. Tocaram em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, para platéias de até 40.000 pessoas.
O grupo surgiu em 1990, na cidade americana de Seattle. Seus fundadores foram o baixista Jeff Ament e o guitarrista Stone Gossard, veteranos da cena local. Depois vieram o guitarrista Mike McCready e o baterista Dave Kruzen (o primeiro dos inúmeros ocupantes do posto atualmente o titular é Matt Cameron). O toque final ficou por conta do vocalista. Eddie Vedder, surfista e funcionário de um posto de gasolina, foi apresentado ao quarteto por um amigo em comum. A banda lançou seu CD de estréia, Ten, em 1991. O disco vendeu 9 milhões de cópias nos Estados Unidos e lançou o Pearl Jam numa roda-viva. "Não fazia outra coisa senão trabalhar e me afastei dos amigos. A certa altura, percebi que tinha de mudar", diz o cantor.
Em 1993, o grupo decidiu tomar as rédeas da própria carreira. Vedder passou a aparecer em programas de TV escondido atrás de máscaras de monstro, e, finalmente, o grupo se fechou para a mídia. Eles resolveram limitar o preço das entradas para seus shows nos Estados Unidos, o que os pôs em rota de choque com a Ticketmaster, a maior empresa americana de venda de ingressos. Isso reduziu o número de locais onde eles podiam se apresentar. Finalmente, o Pearl Jam resolveu combater os piratas. Cansados de ver seus shows transformados em CDs, eles se anteciparam aos gatunos e criaram "piratas oficiais" discos que gravam durante as próprias apresentações e vendem por preço baixo. Num primeiro pacote, lançaram 25 CDs duplos. Hoje já são oitenta álbuns desse tipo.
Muito do sucesso do Pearl Jam se deve ao carisma de Eddie Vedder. No mundo do rock, ele provoca dois tipos de reação: amor incondicional e desprezo. Os fãs do cantor de 40 anos admiram seu estilo messiânico e sua adesão a projetos humanitários. Recentemente, Vedder liderou um time de roqueiros num show para angariar dinheiro para as vítimas do furacão Katrina, em Nova Orleans. Seus detratores o acusam de forjar o papel de bonzinho para ganhar a simpatia e principalmente o dinheiro do público de rock. Entre os desafetos estão Anthony Kiedis, vocalista dos Red Hot Chili Peppers, e Courtney Love, viúva de Kurt Cobain. Em 1994, durante a cerimônia em memória ao marido, ela gritou: "Você morreu, mas Eddie Vedder está vivo. Isso o deixa feliz?". Entre os amigos estão Pete Townshend, guitarrista do The Who, e Johnny Ramone (1948-2004), guitarrista dos Ramones. Foi uma amizade que prosperou apesar das divergências políticas. Johnny era republicano. Admirava George W. Bush e defendeu a intervenção americana no Iraque. "Houve épocas em que a gente ficava sem se falar. Mas ele era meu amigo. E é sempre bom saber o que o outro lado pensa", diz Vedder. Vedder pinta sua biografia em cores fortes. Era um adolescente recluso, com dificuldades de relacionamento com o pai que, anos mais tarde, descobriu ser na verdade seu padrasto. Gosta de criar letras baseadas em fatos reais. "Jeremy é a história de um menino que se suicidou na frente dos colegas de escola. Eu o conheci, ele era uma pessoa triste", conta. Ele é casado e pai de Olivia, uma menina de 1 ano e meio que fez questão de trazer ao Brasil. Diz que atravessa uma boa fase da vida, com a família e o controle que conquistou sobre a carreira. Mas, de vez em quando, deixa o seu lado de estrela do rock aflorar. "Não é fácil ser Eddie Vedder", disse, ao encerrar sua conversa com VEJA.
Divulgação
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VEJA Recomenda
DVDs
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http://veja.abril.uol.com.br/071205/imagens/recomenda1.jpgO U2 em ação: música eletrizante e discursos contra a pobreza
Vertigo 2005: Live from Chicago, U2 (Universal) O DVD é um aperitivo para as apresentações do quarteto irlandês no Brasil, previstas para a segunda quinzena de fevereiro. Gravado durante dois concertos na cidade americana de Chicago, Vertigo 2005 mostra como a banda consegue equilibrar boa música e bandeiras políticas em seus shows. O repertório inclui as melhores canções do mais recente disco do grupo, How to Dismantle an Atomic Bomb, com destaque para a eletrizante Vertigo. Mas os fãs de longa data também podem apreciar Electric Co., faixa de Boy (1980), trabalho de estréia do U2, e o clássico Pride (In the Name of Love). Entre uma paulada e outra, Bono Vox discursa sobre a luta do U2 para acabar com a pobreza no mundo.
Cacau, muito muito muito muito obrigado pela matéria:aprovado:
Consegui....um codigo pra quem quer ler no site da Veja. apiacás.
Boninha Love
05/12/2005, 14h43
´Valeu Cacau e Jú :aprovado:
Michelle_vox
06/12/2005, 07h43
Gostei da critica.....saiu tbm na Galileu uma foto do Bono e do lado uma frase que ele citou na entrevista da Time.
Vertigoatomic
06/12/2005, 14h17
Valeu pessoal, vcs são demais!!!!!!!! :aprovado:
valeu pessoal pela entrevista, obrigado:aprovado:
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