Categoria: Matérias

Campanha GRAACC 2018 – Veja como participar!

Campanha GRAACC 2018 – Veja como participar!

Pelo 13º ano consecutivo, o fã-clube ULTRAVIOLET-U2 realizará a já tradicional campanha de apoio ao GRAACC e convida os fãs do U2 em todo o Brasil a participarem, fazendo sua doação.

A contribuição pode ser feita de 2 maneiras. Escolha a que é mais conveniente para você:

Fazer Depósito/TED/DOC direto na conta do GRAACC:

GRAACC

Banco Bradesco
Agência: 0548(caso seja pedido, o dígito é 7)
Conta Corrente: 98.355-1
CNPJ: 67.185.694/0001-50

O comprovante TEM QUE SER ENVIADO para:

ultraviolet-u2-owner@yahoogrupos.com.br

OU

Através da loja virtual do GRAACC:

https://graacc.org.br/presente-solidario-ultraviolet/

  • Clique em FAÇA A SUA DOAÇÃO
  • Digite o valor da sua doação(qualquer valor)
  • Pague usando o Pay Pal.

Quem optar pelo presente solidário deve enviar um print, caso queira participar do sorteio dos brindes.

Envie para:

ultraviolet-u2-owner@yahoogrupos.com.br

SEM COMPROVANTE NÃO TEMOS COMO COMPUTAR SUA DOAÇÃO, NEM TEM COMO VOCÊ PARTICIPAR DO SORTEIO DE BRINDES.

SEM EXCEÇÕES!

E por falar em brindes, vamos a eles!

Os sorteios serão realizados através de um site especializado na internet. O resultado será postado em nossa fanpage no Facebook assim que os valores totais forem computados e recebermos a nota fiscal do GRAACC.

Os valores escolhidos neste ano são os seguintes:

PARA QUEM DOAR R$30,00:

Revista pôster com letras traduzidas

CD Single Mission Impossible – Adam Clayton & Larry Mullen

CD Perfect Day BBC  Children in Need – Bono e diversos artistas

CD Single New Day – Bono & Wyclef Jean

CD Single In the name of the father – Bono & Gavin Friday

CD Single Miss Sarajevo – Passengers

CD Single Sweetest Thing

DVD Classic Album: Joshua Tree

PARA QUEM DOAR R$60,00:

Picture Disc Red Hill Minning Town – Importado

The Joshua Tree Vinil – original 1987

DVD U2 In Glastonbury 2011

 

Revista pôster .

Serigrafias oficiais do U2.com

PARA QUEM DOAR 100,00:

Estatueta do Bono

Estatueta do Edge

CD Duplo Deluxe Joshua Tree importado

Livro Pedro e o lobo – ilustrado por Bono

 

Caso surja alguma dúvida, contate-nos via inbox em nossa page no Facebook. Teremos prazer em esclarecê-las.

Participe! Seja solidário e muita sorte a todos!

 

 

 

U2 revela tecnologia usada na nova tour – Realidade Aumentada!

U2 revela tecnologia usada na nova tour – Realidade Aumentada!

O site u2.com enviou links para que os fãs baixem o aplicativo que promove uma experiência de Realidade Aumentada em que Bono aparece em 3D enquanto canta Love is all we have left.

A tecnologia será usada nos shows do U2 na nova tour.

 

Baixe para Android aqui:

Baixe para Iphone aqui:

 

Dá uma olhada no vídeo, gravado diretamente do Iphone.

Fã Clube comemora seus 20 anos com grande festa em São Paulo

Fã Clube comemora seus 20 anos com grande festa em São Paulo

Fãs do U2 de todo o planeta costumavam se comunicar numa lista internacional conhecida como Wire, no final dos anos 90. Foi lá que nossa presidente, Ana Vitti, e mais alguns fãs – que continuam conosco até hoje, participando dos eventos e acompanhando nossos perfis nas redes sociais – se encontraram após um deles perguntar, em português, se havia algum brasileiro presente.

A partir desta lista, brasileiros começaram a ter um lugar para se encontrar virtualmente, muito antes do surgimento das redes sociais. O Ultraviolet-U2 Fan Club Brazil começou timidamente como uma lista de emails, em um pequena empresa que foi comprada pelo Yahoo, e após a apresentação no Fantástico e a gravação do vídeo de Walk on, em 2000, Adra Garcia oficializou a reunião de fãs e registrou o fã clube num cartório. Depois disto, pessoas de todos os estados brasileiros, além de alguns moradores de países estrangeiros, passaram a se autodenominar como UVs e UVas, com muito orgulho.

 

E é esta união virtual e física que iremos comemorar no próximo dia 28 de abril de 2018, no Bar Skull, em São Paulo. Com shows das bandas Manchester Oasis Cover e a Ultraviolet Tribute Band (formada por pessoas que se conheceram ainda na antiga lista de emails), o encontro vai comemorar a última passagem do U2 pelo brasil, em outubro do ano passado, além de rever e conhecer alguns membros do fã clube e participar de sorteios de alguns brindes especiais.

Se você quer conhecer as pessoas do grupo e curtir um som especial, não deixe de participar!

 

Nova campanha pretende unir fãs para turnê passar pela America Latina

Nova campanha pretende unir fãs para turnê passar pela America Latina

O UV Chris Araújo começou e, aparentemente, fãs clubes de diversos países latinos pretendem se unir numa nova campanha querendo trazer a turnê eXPERIENCE + iNNOCENCE pra perto da gente outra vez.

Um grande tuitaço já está marcado e a ideia é que o pedido chegue aos ouvidos da banda.

Não custa nada aderir, não é mesmo? A primeira campanha deu super certo!

 

Tradução coletiva do livro U2 – At the End of The World

Tradução coletiva do livro U2 – At the End of The World

Um dos livros mais completos sobre o começo da trajetória do U2 – chamado U2 – At the end of the world, de Bill Flanagan – jamais foi traduzido para o português, nem mesmo o de Portugal. O fã clube Ultraviolet, ainda nos tempos em que existia apenas como uma lista de emails, começou a tarefa de traduzir as dezenas de capítulos da publicação. Infelizmente, ela não foi concluída e muita gente não conseguiu acessar o material.

Desta vez, parece que o projeto vai até o fim! Sob a conduta do UV Cris Araújo, de Santa Catarina – que resolveu revisar todo o material já trabalhado e finalizar o restante – vamos postar o livro em capítulos aqui no site. De 15 em 15 dias, aproximadamente, um pedaço inédito será postado e todo mundo vai poder baixar e ler o livro completo em português.

Bill Flanagan

Para saber um pouco mais sobre o livro, leia a resenha que o atu2 fez sobre ele. Caso queira comprar o livro original, em inglês, é só clicar aqui!

Sempre que um capítulo for acrescentado, nós avisaremos na fanpage do Facebook e no Twitter.

Fique ligado!

 

Capítulo 01 – U2 At the End of the World – Português – Capítulo 1

Capitulo 02 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 2

Capítulo 03 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 3

Capítulo 04 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 4

Capitulo 05 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 5

Capítulo 06 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 6

Capítulo 07 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 7

Capítulo 08 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 8

Capítulo 09 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 9

Capítulo 10 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 10

Capítulo 11 – U2 At The End Of The World – Português – Capítulo 11

Tudo o que você pode e não pode levar para o Morumbi! E muito mais!

Tudo o que você pode e não pode levar para o Morumbi! E muito mais!

 

Olá, amigos UVs e UVas

Agora tá bem pertinho… E é por isso que resolvemos, mais uma vez, tentar ajudar os fãs que vão realizar o sonho de ver nossa banda favorita in loco pela primeira vez. Com a experiência que muitos de nós possuem por ter assistido a vários shows anteriores no Morumbi, vamos tentar auxiliá-los como fizemos quando as apresentações foram anunciadas e demos dicas de como comprar os ingressos (e mesmo assim foi angustiante e traumático).

São dicas de quem já foi na Pop, Vertigo e 360º Tours, conhece bem o Morumbi e adjacências e pode auxiliar com detalhes que até mesmo moradores de São Paulo talvez não saibam. Vamos a elas?

ALIMENTAÇÃO

 

É preciso ter muito cuidado com este assunto, se você se descuidar pode passar mal e acabar nem assistindo ao show. Já pensou? Perder a oportunidade de realizar um sonho por causa disto? Não subestime a sua fome! Tome um café da manhã bem reforçado no dia do show, leve alimentação para as filas e pra dentro do estádio, caso você vá ficar na pista. É difícil conseguir sair do lugar e voltar depois. Aconselhamos a levar de casa.

Pode entrar:

Frutas (cortadas, em gomos ou pequenas como uvas)

Chocolates

Água (apenas em copo)

Sucos e achocolatados (embalagem tetrapak)

Biscoitos

Barras de cereal ou proteína

Sanduíches embalados um a um – sem maionese – papel laminado

Salgadinhos tipo batata frita ou doritos lacrados

Não pode entrar:

Frutas inteiras (inclusive maçã)

Bolos e salgados caseiros (empadão, tortas, etc)

Bebidas em lata

Cachorro quente

Água ou suco em garrafa (squeezes e canecas térmicas)

QUER COMER? PERGUNTA NO POSTO IPIRANGA!

São Paulo tem uma fiscalização bem apurada, por isso não pense que vai encontrar vários ambulantes ou pessoas vendendo bebidas de forma improvisada facilmente. A região do entorno do estádio Cícero Pompeu de Toledo é extremamente residencial, Para conseguir achar locais onde se alimentar é preciso caminhar um bom pedaço, seja subindo as ladeiras laterais ao estádio para acessar a Av. Giovani Gronchi ou seguindo em frente ao Morumbi, ultrapassar a praça Roberto Gomes Pedrosa e mais em frente, pela Av, João Saad, encontrar um posto de gasolina onde existe uma lanchonete Subway e uma cafeteria Starbucks.

Veja o mapa completo clicando aqui:

Neste app/site você pode encontrar ótimas opções para comer em toda São Paulo, longe do Morumbi e adjacências, caso queira conhecer a cidade.

 

OBJETOS DIVERSOS

A grande dúvida entre os fãs costuma ser sobre máquinas fotográficas e Power Banks (os famosos carregadores de celular). Sobre este último, absolutamente nada foi dito em relação a uma possível proibição, o que nos faz crer que a entrada no estádio não seja proibida. Quer uma dica? Leve tudo em um mochila ou bolsa bem pequenas, que dê para vistoriar rápido na fila. Vejamos a lista

Pode entrar:

Celulares

Mochilas pequenas

Máquinas fotográficas amadoras, digitais ou analógicas

Binóculos pequenos

Casacos

Capas plásticas de chuva

Não pode entrar:

Guarda chuva

Máquinas fotográficas e filmadoras profissionais – não pode trocar a lente

Pau de selfie

Livros – Sim!!!

Revistas

Jornais

Cartazes de papel

Rolos de papel

Bandeiras  e faixas – costumam apreender, mas alguns espertos entram com elas escondidas

Armas de fogo, facas e tesouras – ( dããããnnnn )

Capacetes, correntes, cinturões e pingentes grossos, qualquer acessório que possa causar ferimento.

Qualquer objeto de vidro que possa quebrar e ferir terceiros

BANHEIROS

Para quem vai de arquibancada, existem diversas opções de banheiro disponíveis, para mulheres e homens, em todos os andares do estádio. Para quem vai na pista e quer ficar na frente, o melhor conselho é controlar a quantidade de líquidos. beber muito pouco após o almoço e depois de abertos os portões, controlar ainda mais. Devem colocar alguns banheiros químicos na pista, mas você vai demorar MUITO tempo para ir e voltar e pode até se desencontrar dos amigos.

Do lado de fora do estádio, algumas casas oferecem acesso ao banheiro mediante pagamento. A prefeitura deve colocar banheiros químicos também em espaços mais afastados das ruas principais. Deixe as comemorações para o final do show, é muito melhor!

Não aconselhamos, mas muita gente que fica na grade apela para remédios que ajudam a reter líquidos e até mesmo para fraldas geriátricas (acredite!). Fica a critério de cada um. Consulte seu médico. 😛

PORTÕES DE ACESSO

Superior 1 – Portão 5

Superior 2 – Portão 5

Superior 3 – Portão 16

Superior 4 – Portão 16

Inferior A – Portão 3

Inferior B – Portão 17

Pista A – Portão 2

Pista B – Portão 4

Pista C – Portão 18

Arquibancada 1 – Portão 6

Arquibancada 2 – Portão 6

Arquibancada 3 – Portão 15

Arquibancada 4 – Portão 15

PNE Pista – Portão 17

PCD Inferior – Portão 17

Confira a ilustração abaixo:

Mapa portões Morumbi

ESTACIONAMENTO

Existem vagas no complexo World Trade Center, nos pisos G2 e G3, com traslado para o estádio. Quarenta reais por veículo, preço único. Reservas antecipadas:  (11) 3043-7132 / (11) 3043-7133 / (11)3043-7134. Se você quiser estacionar na rua – por sua conta e risco – deve escolher ruas bem afastadas do estádio para não correr o risco de ser multado ou guinchado. O ideal é escolher os meios de transporte público disponíveis e estar disposto a fazer uma caminhada grande, sobretudo no final do show.  Embarque nos ônibus e diversos serviços de táxi da capital paulista.

 TRANSPORTE

Separamos abaixo alguns links que têm sugestões de como chegar no estádio do Morumbi utilizando transporte público.

Mapas do metrô de São paulo:

Simulador que permite você colocar de seu ponto de partida até o estádio.

Ou

pelo app

Aplicativos de táxis e similares

Táxi – IOS / Android / Windows

Uber – IOS / Android / Windows

Cabify – IOS / Android

  • Clique aqui para obter um desconto!

 

DICAS FINAIS – Não saia de casa sem!

Capa de chuva

Sapato e roupas confortáveis

Dinheiro trocado

Cartão

Documento

Comida saudável

Bebida

Celular com bateria extra

Ingresso

Marque um ponto de encontro próximo ao Morumbi, caso se perca dos amigos.

DIVIRTA-SE COM O MAIOR SHOW DO MUNDO!!!!!

 

Para maiores informações:

http://premier.ticketsforfun.com.br/

 

Estamos abertos a sugestões!

Fontes: UVs e UVas, Midiorama, SPTrans, Google

Colaborou: Sandra Sorlino, Mari Carla Giro, Alê Martins, Fernanda Alves e Ana Vitti

Um Brasileiro Visita a Joshua Tree Tour na América!

Um Brasileiro Visita a Joshua Tree Tour na América!

 

Por: Paulo Lilla

Fui com amigos acompanhar shows da “The Joshua Tree Tour 2017”, do U2, nos Estados Unidos, justamente o país que serviu de inspiração para a criação deste álbum fantástico, verdadeira obra prima do U2 que está completando 30 anos e que levou a banda ao estrelato. Desde o anúncio da tour, fiquei ansioso para ver a execução do Joshua Tree na íntegra, ao vivo, oportunidade única para um fã “raiz” como eu, que acompanha a banda há 25 anos. Optamos por assistir aos shows na Filadélfia e em Washington e, assim, aproveitar a oportunidade para encontrar amigos queridos que estão morando na região.

Passarei a relatar a seguir essa experiência única e incrível!

Organização: da compra dos ingressos à entrada no estádio

O primeiro ponto que vale destacar aqui é a boa organização do evento, desde a compra dos ingressos até a entrada no estádio, bem diferente do que temos visto no Brasil. Comprei meu ingresso facilmente pela Ticketmaster norte-americana usando meu código de pré-venda do site oficial do U2 e um cartão de crédito brasileiro. Eles ficaram armazenados no próprio cartão de crédito, intransferíveis. Para entrar no estádio, bastaria passar o cartão de crédito na catraca. Comprei para alguns amigos, eles precisariam entrar comigo. O resultado é a redução da atuação de cambistas, que ficam sem poder vende-los a preços absurdos.

Chegamos ao Lincoln Financiale Field, na Filadélfia, para fazer check-in na fila. Essa é outra peculiaridade dos shows fora Brasil. A primeira pessoa a chegar no local do show “ganha”o direito de organizar a fila. Isso mesmo, a fila é organizada pelos próprios fãs, e não pelos organizadores do evento. Na medida em que as pessoas vão chegando, fazem check-in, recebem um número correspondente à ordem de chegada que é marcado em sua própria mão e no caderninho do organizador da fila. Em seguida, a pessoa é dispensada e só precisa retornar nos horários combinados, um pela manhã e outro à noite. No dia do show, é necessário chegar às 6h da manhã para a última checagem. Por volta das 8 horas da manhã, os organizadores do evento distribuem pulseiras com um número que obedece a ordem de chegada. A partir de então, todos são dispensados e orientados a retornar apenas por volta das 14 horas, dessa vez já para aguardar a abertura dos portões. Não, ninguém monta barraca e dorme na fila, como acontece no Brasil. Na Filadélfia, eu era o número 33 na fila e, em Washington, o número 65. Logo soube que conseguiria garantir a grade!

A entrada no estádio foi bastante tranquila, tanto na Filadélfia como em Washington. Passamos os nossos cartões de crédito e entramos tranquilamente. Em seguida, fomos revistados pelos seguranças, sem qualquer transtorno. Uma vez dentro do estádio, antes de abrirem o acesso para a pista, formamos novamente uma fila de acordo com a ordem de chegada (segundo o número em nossas pulseiras) e aguardamos sentados e tranquilos. Finalmente a pista é liberada e somos orientados a entrar em fila indiana, devagar, sem correr. Qualquer um que tentasse correr poderia ser parado pelo segurança. Foi dessa forma, calmamente, que chegamos em nossos lugares. Na Filadélfia, alguns conseguiram correr e acabaram passando na frente de quem havia chegado primeiro. A situação foi prontamente corrigida no show seguinte. No vídeo abaixo, é possível ver a entrada tranquila em Washington.

Conseguimos ficar grade!

Como já imaginávamos, conseguimos ficar na grade nos dois dias. Na Filadélfia, optamos por ficar na grade do palco B, perto da bateria do Larry. Foi incrível! Na primeira parte do show a banda fica lá até subir para o palco A, quando o telão acende e começam a tocar o álbum The Joshua Tree na íntegra. A vantagem desse lugar é que você vê a banda de pertinho em alguns momentos ao mesmo tempo em que tem uma visão ótima do espetacular telão, que é um show à parte com suas belas imagens em alta resolução.

Já no show de Washington optamos por ficar na grade do palco A. A vantagem deste lugar é que a banda fica no palco A durante a maior parte do show, principalmente durante a execução do álbum The Joshua Tree. O palco é um pouco alto, mas é possível ter uma boa visão da banda. O ponto negativo é que a visão do telão fica um pouco prejudicada, mas é possível ver as imagens bem de perto, no detalhe. Achei que valeu muito a pena ver o show na grade do palco A, é uma experiência única! Recomendo assistir a um show no palco B e a outro no palco A, como fizemos. Para quem assistir apenas um show, recomendo que fique próximo ao palco B, pois ao mesmo tempo em que terá a oportunidade de ver a banda de perto em alguns momentos, poderá contemplar o espetáculo visual proporcionado pelas imagens em alta resolução proporcionadas pelo telão.

O show

Primeiramente, é importante destacar que esta é uma tour bastante diferente do que estamos acostumados em se tratando de U2. Os shows não têm musicas novas, como vimos na 360º no Brasil. A proposta é homenagear o álbum The Joshua Tree, que é executado na íntegra ao vivo. Só isso já vale o espetáculo para o fã mais fanático. Ao tocar sua obra prima, o U2 dá um presente especial para os fãs mais apaixonados que sempre acompanharam a banda. Por outro lado, alguns hits ficam de fora da apresentação, o que pode desagradar aqueles fãs de ocasião, que realmente buscam um show mais convencional, apenas com músicas conhecidas.

O show é dividido em três partes, sendo a primeira representando o início da banda. Na segunda parte o álbum The Joshua Tree é executado na íntegra. Já a terceira e última parte, ele representa o período pós-The Joshua Tree, mais precisamente os anos 90 e 2000.

Na primeira parte do show, a banda toca no palco B seus sucessos anteriores ao The Joshua Tree. E o faz de maneira mais rudimentar, sem o telão, como nos velhos tempos em que o U2 tocava em pequenas arenas. Larry é o primeiro a entrar, caminhando para o palco B, senta em sua bateria e começa a tocar o clássico Sunday Bloody Sunday, do álbum War. Em seguida, The Edge se junta a ele, entoando o riff inconfundível desse grande hit. Bono é o próximo a entrar, seguido de Adam Clayton. Pode até parecer estranho o U2 abrindo um show com Sunday Bloody Sunday, mas funciona muito bem. Logo após, a banda toca New Years Day, outro grande clássico do mesmo álbum.

Em seguida, somos presenteados com Bad, uma das preferidas dos fãs mais fiéis da banda. Na parte final da música, as luzes se apagam e é possível ver apenas as luzes dos celulares preencherem todo o estádio, como uma constelação de estrelas ao redor da banda. Momento lindo e emocionante que contagia a todos. Bono realmente se empolga, se entrega de corpo e alma, contagiando a todos. Belíssima performance da banda. No vídeo abaixo foi possível captar esse momento incrível:

Pride encerra esta primeira parte em grande estilo. No final da canção, Bono faz um breve discurso de união em um país que saiu dividido após as eleições que levaram Donald Trump à presidência: “Da direita, da esquerda, aqueles que ficam no meio termo: vocês são bem vindos aqui esta noite. Nós encontraremos interesses comuns para alcançarmos interesses mais altos” (“From the right, from the left, those in between: you are welcome here tonight. Whoever you vote for, you are welcome here tonight. We will find common ground, reaching for higher ground”). Ao lembrar do sonho de Martin Luther King, que inspirou Pride, Bono acrescentou: “Talvez aquele sonho apenas esteja nos falando que precisamos despertar. Despertar a America da comunidade e compaixão, do protesto e da tolerância, a América da justiça e da alegria” (“Maybe the dream is just telling us to wake up. Awaken the America of community and compassion, protest and tolerance, the America of justice and joy”). Belas palavras que cabem muito bem para o atual momento que vivemos no Brasil.

Após Pride, as luzes do telão se acendem e vemos a sombra da árvore de Josué grandiosa sob as luzes vermelhas do imenso telão. As primeiras notas do inconfundível órgão de Where the Streets Have no Name começam a soar anunciando o que estaria por vir. A banda caminha para o palco A em direção ao telão, como se este momento representasse sua subida rumo ao estrelato, proporcionada pelo fantástico álbum The Joshua Tree. A banda se junta ao lado da árvore e ouvimos os primeiros acordes inconfundíveis da guitarra de Edge. Quando Bono começa a cantar Streets, o imenso telão passa a mostrar a que veio. As imagens em alta resolução são incríveis, um espetáculo à parte, muito difícil expressar em palavras. Nem as imagens de vídeo são capazes de captar com exatidão toda essa beleza e grandiosidade. Só estando no show para ter a ideia exata do que estou falando. As belas imagens, em sua maioria de autoria de Anton Corbijn, fotógrafo oficial da banda desde os anos 80, dão uma nova cara às canções do álbum.

Após Streets, a banda continua tocando sua obra prima na íntegra e o telão segue exibindo as belas imagens de Corbjn. Still Haven’t Found What I’m Looking For, With or Without You, Bullet the Blue Sky e Running to Stand Still. Início avassalador! Em seguida, Red Hill Mining Town em nova versão com Edge ao piano. Nas imagens do telão, a banda do Exército da Salvação toca os metais acompanhando a música. É de arrepiar ver ao vivo essa pérola do álbum The Joshua Tree, que nunca havia sido executada pela banda antes dessa tour. Música linda em versão belíssima e empolgante. Um presente para os fãs!

Em seguida, In God’s Country mantém a mesma pegada de 30 anos atrás, mas dessa vez um pouco mais lenta, com belas imagens da Joshua Tree ao fundo em diferentes cores. A sequência continua com Trip Through Your Wires. Curioso que durante a execução dessa música, o telão mostra imagens de Morleigh Steinberg, esposa do Edge, exuberante em figurino cowgirl, pintando a bandeira dos Estados Unidos em um casebre no deserto. Para quem não sabe, Morleigh fazia a dança do ventre em MysteriousWays, durante a Zoo TV Tour em 92 e 93. Edge não resistiu aos seus encantos e acabou se casando com ela.

A banda passa a tocar One Tree Hill, sobre a qual Bono lembra que foi composta em homenagem ao neozelandês Greg Carrol, roadie e amigo da banda, morto num trágico acidente de moto, em 1986, quando o The Joshua Tree estava no auge de seu processo criativo.

Sem dúvida, o ponto alto do show é a performance de Exit, uma das canções mais sombrias do U2, pesada e poderosa. Para introduzir a música, uma crítica indireta e sutil ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O telão mostra trechos da série de TV norte-americana Trackdown, passada nos anos 50, cujo personagem, coincidentemente denominado Trump, anuncia o fim do mundo para os habitantes de uma comunidade, sugerindo que ele seria capaz de construir um muro ao redor das casas daquelas pessoas como forma de proteção para a suposta catástrofe que viria naquela noite. Um charlatão que busca o domínio através do medo. Coincidência ou não, o Trump atual se vendeu como salvador da pátria para vencer as eleições presidenciais e o mote de sua campanha era justamente a construção de um muro na fronteira dos Estados Unidos com o México para conter a imigração latino-americana,  que na visão de boa parte do povo norte-americano, poderia ser equiparável ao fim do mundo… Voltando ao show, Bono sobe ao palco usando um chapéu, incorporando um personagem que ele próprio denominou de “Shadow Man” (Homem Sombra), pregando ilusões em uma performance alucinante. Toda a plateia vibra com as imagens do telão e o show de luzes que se vê nas partes mais empolgantes da canção, enquanto Bono faz seus movimentos de Shadow Man em direção à câmera, pedindo para colocarmos nossas mãos na tela… Fantástico!

Finalmente, a banda fecha o álbum The Joshua Tree com a canção Mothers of the Disappeared. No telão surgem vultos das Madres de Plaza de Mayo. Essas imagens remetem à célebre performance da banda na Argentina e no Chile durante a PopMart, em 1998, quando as elas subiram ao palco com o U2. Como se sabe, esta bela canção foi inspirada nessas mães que tiveram seus filhos desaparecidos nas violentas ditaduras argentina e chilena nas décadas de 60 e 70. Como nos célebres shows da PopMart, Bono canta “el pueblo vencera” na parte final da canção. Outro momento memorável. E assim acaba a execução do álbum The Joshua Tree na íntegra.

A banda segue o show tocando seus sucessos pós-The Joshua Tree. A impressão que dá é que ainda não encontraram o melhor formato para essa parte final.  Em Washington, eles iniciaram essa última etapa com Miss Sarajevo. No telão, vemos as imagens do campo de refugiados de Zaatari, na Jordânia, e a narrativa de uma adolescente síria, Omaima Hoshan, sobre suas trágicas experiências na guerra. O ativismo da banda, especialmente de Bono, jamais faltaria numa tour desta magnitude, ainda mais em se tratando do álbum The Joshua Tree e sua veia política. Se Miss Sarajevo fora inspirada nos horrores da Guerra da Bósnia nos início dos anos 90, agora a canção ganha um novo significado, tendo como pano de fundo a Guerra da Síria. Nas cadeiras inferiores, holofotes iluminam uma grande bandeira com a imagem de Omaima, que circunda toda a extensão do estádio. Uma gravação da voz memorável de Pavarotti em dueto com Bono, ao vivo no palco, dão o toque final à bela canção.

Em seguida, a banda toca Beautiful Day em uma versão repaginada, com uma pegada levemente eletrônica. Matizes de cores e luzes envolvem o imenso telão, servindo como pano de fundo para esta bela canção do U2.

Dando sequência à parte final do show, tocam Elevation. Os mais fanáticos torcem o nariz para essa música, considerada um hit muito óbvio e que, portanto, acaba soando um tanto quanto deslocado no show. Em Washington, Edge acabou errando a entrada da música, provocando risos do baterista Larry Mullen Jr.

Em seguida, a banda faz uma bela homenagem às mulheres em UltraViolet, uma das canções favoritas dos fãs. Do telão, vemos imagens de mulheres que cumprem ou cumpriram um papel importante na luta pela igualdade de gênero e direitos humanos. Belíssimo! No show da Filadélfia, a banda tocou MysteriousWays no lugar de UltraViolet, provavelmente em homenagem ao casal Edge e Morleigh, que fazia aniversário de casamento naquele dia.

A belíssima One é então executada após Bono fazer um discurso político contra o corte do orçamento de Trump que prejudicará o financiamento dos Estados Unidos a programas de combate à AIDS na África. Bono ressalta que essa ajuda humanitária foi um conquista bipartidária, envolvendo os dois partidos rivais, Democratas e Republicanos, mas que agora está em risco com os cortes de Trump que, segundo Bono, não representa os valores e tradições do Partido Republicano. Bono se empolgou tanto com seu discurso, que acabou errando a entrada de One. Mas ele tem crédito, a gente perdoa!

Finalmente, o show é encerrado com Vertigo, outro hit considerado óbvio pelos “fãs raiz”. Do telão, vê-se um belo espetáculo de cores vermelhas e pretas que provocam certa vertigem. Belo espetáculo! Acabamos não conseguindo ver Little Things that Give You Away, nova balada do álbum Songs of Experience, ainda não lançado, que a banda tocou no encerramento de alguns shows.

Na Filadélfia, a ordem das músicas na parte final foi um pouco diferente: Miss Sarajevo, Mysterious Way (ao invés de UltraViolet), One, Beautiful Day, Elevation e Vertigo. No final desse show, nosso amigo Neto Moreschi conseguiu o set list. Lógico que vai para a moldura, né?

O que dizer desses shows?

Para resumir a nossa experiência com esses dois show, só posso dizer que ficamos maravilhados com a performance da banda, com o imenso e imponente telão e seu show de imagens e cores e, principalmente, com o The Joshua Tree sendo executado na íntegra. Ao final do show, olhamos uns para os outros e notamos a felicidade estampada em nossas faces. A foto abaixo, tirada após o primeiro show em Filadélfia, ilustra bem esse momento:

Destaque positivo também para a organização dos shows, desde a compra dos ingressos até a entrada nos estádios.

Agora é aguardar os shows no Brasil. Provavelmente, teremos algumas mudanças no set list e possivelmente nas imagens do telão. De qualquer maneira, a oportunidade de ver o U2 tocando o The Joshua Tree na íntegra em terras tupiniquins é emocionante, já que a tour original de 30 anos atrás acabou não vindo para o Brasil. Quem conhece bem a banda e a obra prima The Joshua Tree vai vibrar, chorar, gritar, cantar as músicas e se emocionar com o show. Passaremos perrengue? Sim, mas estaremos felizes como nunca! Já os fãs de ocasião que não conhecem tão bem o U2 para além dos hits radiofônicos, terão a oportunidade única de ver esta verdadeira obra prima, o The Joshua Tree, executada na íntegra ao vivo. E certamente o U2 ganhará novos fãs, aquelas pessoas que vimos saindo boquiabertas do estádio, impressionadas com a grandeza da maior banda do planeta. Ah, mas não seria pelo telão? Pode até parecer que sim, mas a verdade é que o telão é muito pequeno perto da grandeza do U2 e de sua obra repleta de canções que tocam a alma e o coração.

 

 

  • Todos os vídeos e fotos by Paulo Lilla, exceto Ultraviolet, by Ju Sarda, e With or Without You, by Márcio Artacho Frugiuele
Livro U2 by U2

Livro U2 by U2

O livro U2 by U2 nunca foi lançado em português, no Brasil, os fãs da lista e do fórum Ultraviolet, logo após o lançamento da edição com capa dura, em 2005, se reuniram num grande mutirão e realizaram uma tradução coletiva das centenas de páginas da publicação.

 

Se você quiser comprar a edição original, em inglês, com capa dura, compre aqui.

Se você quiser comprar a “edição de bolso”, em inglês, mas sem fotos, clique aqui:

Se você ler o conteúdo, na tradução feita por UVs, clique aqui:

 

 

O dia do vinil! Você tem algum do U2?

O dia do vinil! Você tem algum do U2?

Por Mari Carla Giro 

Disco novo ou velho? Não importa, se você é fã do vinil, saiba que o 20 de abril é um dia dedicado a ele! E tem U2 na lista dos 20 discos de vinil mais raros (e caros) do planeta.

Em novembro passado, o site europeu de entretenimento NME.com publicou lista dos desejados discões. O vinil Pride (In The Name Of Love), numa versão transparente, limitada, prensada em 1984 na Austrália, aparece na 11ª posição, com o preço de R$ 21,5 mil!!!

Raros ou não, amamos os bolachões. Compartilha com a gente um vinil seu do U2 para comemorar!

 

Vinil australiano raro do U2 via U2Kite.com
Dicas infalíveis para quem quer comprar ingressos para os shows do U2 no Brasil. LEIA!

Dicas infalíveis para quem quer comprar ingressos para os shows do U2 no Brasil. LEIA!

Apesar de ainda não termos confirmação do “oráculo”, U2.com, acreditamos que desta vez os “boatos” irão se concretizar. Vale lembrar: antes de mais nada, que devemos aguardar a oficialização no site oficial. Nada de sair comprando passagem, reservando hotel com cartão ou fazendo uma loucura. Calma!!!
Temos alguma experiência com compras de ingressos, tanto no exterior quanto aqui no Brasil, e alguns comportamentos e situações se repetem, por isso resolvemos organizar alguns pontos importantes para quem vai se aventurar neste mundo U2niano pela primeira vez.

1 – “Quero muito ir ao show do U2, mas vou comprar o ingresso mais perto da data”.
Não. Os ingressos são vendidos com muita antecedência e se esgotam rapidamente

2 – “Quem é do fã clube tem facilidade na compra”.
Não. Nós vamos “à luta” como qualquer ser humano

3 – “Tenho amigo no fã clube. Ele vai conseguir comprar ingressos pra mim”
Não. Geralmente existe uma cota de ingressos por pessoa, e os fãs de U2 costumam se organizar com muita antecedência, já destinando os ingressos da cota para outros fãs.

Então, como fazer para garantir o seu ingresso?

1 – Faça uma assinatura anual paga no U2.com. O valor para novas assinaturas é de U$ 50 (cerca de R$ 160,00) e para renovações U$ 40 (R$ 126,00).
Se tornando um assinante, você terá direito à compra no primeiro dia de abertura das vendas. Se deixar para fazer sua assinatura somente após a divulgação das datas dos shows, você só terá direito à compra no SEGUNDO dia das vendas. Se decidir não assinar, terá que tentar a sorte no terceiro dia, com venda aberta para todo mundo. Lembrando que a assinatura também dá direito a conteúdo exclusivo do site, um email com terminação @u2.com e um brinde especial e exclusivo da banda;

2 – Faça o seu cadastro completo no site que venderá os ingressos com ANTECEDÊNCIA. Cadastre inclusive o seu cartão de crédito;

3 – No dia da venda, esteja logado ANTES do horário programado. E não desista. Não adianta tentar a primeira vez, achar que não vai dar certo e desistir. Em algumas ocasiões, já chegamos a passar HORAS tentando até conseguir;

4- Peça ajuda a amigos, familiares, namorado(a). Todo mundo tentando a mesma coisa, de preferência com um cadastro diferente. Se conseguir comprar mais de uma vez, procure fãs que não tiverem a mesma sorte que você e repasse a preço de custo. Faça uma boa ação pensando no exemplo que recebemos do U2. Um UV ajuda o outro. NUNCA sobra ingresso;

5 – O mais importante: acompanhe a nossa página Ultraviolet no Facebook para as informações sobre dias dos shows, vendas e dicas diversas. Fique de olho que tá vindo uma surpresa maravilhosa…

P.S. – Cada assinatura no site do U2 dá direito a comprar 4 ingressos (meias ou inteiras), independente do número de shows. Se quiser comprar 5, faça duas assinaturas.

P.S. II – O dinheiro vai para o U2!!! Não recebemos nenhum centavo destes 50 dólares e nem cobramos nenhuma taxa de inscrição. Para participar do Ultraviolet Fan Club Brazil é só nos acompanhar via Facebook, Twitter, Instagram ou site.

P.S.III – O cartão PRECISA ser internacional para fazer a assinatura, já que o pagamento é em dólar. Ele pode ser no nome de qualquer pessoa, não precisa ser do assinante. Para comprar o ingresso, pode ser nacional ou internacional.

 

BOA SORTE!