Categoria: Geral

Eu fui a um concerto do U2 na Tour Joshua Tree!

Eu fui a um concerto do U2 na Tour Joshua Tree!

Cristina Cruz é portuguesa e participa do fã clube Ultraviolet desde o começo dos anos 2000, principalmente no antigo Fórum do UV.

 

Quando me pediram para escrever sobre o concerto do U2, em Paris, no dia 4 de Julho de 1987, a primeira coisa em que pensei foi a overdose de emoções sentidas naquele dia. Mesmo tendo já passado quase 30 anos (30 anos!), ainda é com emoção que recordo aqueles momentos.

Eu tinha 16 anos, estava em Paris e a minha banda preferida era o U2. Tinha uma semana antes comprado o álbum – em vinil, claro – Joshua Tree. Recordo-me que no dia em que cheguei a Paris fiquei pasmada no mêtro ao ver numa tela enorme o vídeo de “Where the streets have no name”. Lembro-me dos meus colegas de viagem me dizerem que também gostavam, o que eu achei fantástico, pois os meus amigos gostavam mais do Bryan Adams e do Wham.

Em Paris, tudo era novidade. No terceiro dia, numa das nossas preambulações pelas ruas, perto dos Campos Elísios, vimos uma limousine parar e de lá saírem algumas pessoas. Paramos para ver quem seriam. Quando me apercebi que uma das pessoas era o Bono senti um misto de perplexidade e excitação. Seria possível? O Bono do U2? O Bono que usava cabelos compridos e cantava no cimo dos prédios? Sim, era mesmo ele. Cabelo preso, calças pretas e penetrantes olhos azuis. Ele sorriu para nós e um colega meu começou a gritar “U2, I love you”. Ele aproximou-se ainda mais de nós e disse “Thank you” e acrescentou “Are you comming to the concert tomorrow?”. E seguiu, conversando com os outros três que iam com ele. Reparei que eram os outros membros da banda, mas eu naquela altura não sabia sequer como se chamavam, só sabia que instrumentos tocavam.

Já longe deles quebramos o silêncio e questionamos “Que concerto? Vai haver um concerto? Onde?”. Relembro aqui que, na época, não havia internet, cartões de crédito, celulares, apenas (poucas) revistas de música e os jornais quase não escreviam sobre concertos. Nessa noite, no hotel, perguntamos ao rececionista se ia haver um concerto do U2, onde era e se havia ingressos. Ele foi procurar e disse “é amanhã no Hipodrome e ainda vendem ingressos lá”. Decidimos ir, prontos a gastar todo o dinheiro que tínhamos, nem que isso significasse passar fome o resto da viagem.

Lembro-me que chegamos lá no meio da tarde, compramos os últimos ingressos à venda e entramos. Havia muita gente do lado de fora, mas confesso que fiquei chocada com as milhares de pessoas que estavam lá dentro. Alguém disse que era um recorde em Paris, cerca de 70 mil pessoas. Eu só me perguntava: essas pessoas gostam todas tanto do U2 como eu? Deviam gostar! Afinal de contas eu nunca tinha ido a um concerto, nem tinha estado num lugar com tanta gente.

O palco era enorme e lindo, com a árvore projetada no fundo e dos lados, em tons de amarelo torrado e preto. Passado pouco tempo começou a cantar o Pogues e depois o UB40. Eu não sabia quem era o Pogues e apesar de conhecer o UB40 não conseguia estar atenta ao que cantavam ou como se movimentavam no palco. Queria ver o U2, ouvir a voz do Bono cantando sem ser no toca discos ou no rádio. Não ficamos muito perto do palco com receio de alguma confusão e pelo aglomerado de câmaras de televisão. Fiquei naquele momento com a sensação que aquilo tudo não seria o usual, mas não pensei que o concerto iria ser gravado.

 

Quando finalmente o U2 apareceu no palco, fiquei de boca aberta e com o coração batendo descontroladamente. Fui percorrida por uma espécie de arrepio até à alma. Eram eles, eram mesmo eles! O Bono tinha uma energia louca, pulava, gritava, não parava um minuto. A voz era límpida, provocante e cheia de garra. As músicas seguiam-se umas atrás da outra a um ritmo alucinante e sem interrupções. Recordo-me especialmente de Sunday Bloody Sunday, na época a música emblemática da banda. O público parecia enlouquecido e berrava cada palavra da música. Bono cantava avidamente como se o mundo fosse acabar ali, naquele momento. Quase no fim lembro-me de me sentir absolutamente feliz quando ouvi Running to Stand Still, uma das minhas músicas preferidas. A seguir, esperava Where the Streets Have no Name, mas ela não veio. Pouco depois começou With or Without You e tudo se transformou. Na frente as pessoas iam sendo empurradas pelas que estavam mais atrás. De repente, no meio da noite, surgiu uma nuvem de fumaça branca. Nós voltamos para trás e combinamos ir embora. Entretanto, o Bono parou de cantar e disse qualquer coisa como “nos concertos do U2 ninguém sai ferido”. Essas palavras acalmaram as pessoas e o concerto recomeçou com Party Girl (a Ali apareceu no palco, mas na altura a gente não sabia que ela era a mulher dele, pensamos que era uma fã) e por fim 40. Acabou? Sim, acabou o concerto e eu nem acreditava que ele algum dia tinha acontecido.

No caminho para o hotel viemos em silêncio. Tinha sido tudo tão extraordinário e surreal que qualquer palavra poderia acabar com a magia do que tínhamos vivido. Eu pensava que quando chegasse a casa e contasse o que tinha visto ninguém ia acreditar. Ainda por cima tinha deixado a minha máquina fotográfica no hotel com medo que me roubassem! Ainda hoje não me perdoo por isso.

Nos 30 anos seguintes, voltei a ver U2 ao vivo, em várias tours, em vários países, na grade e na arquibancada. Tive a oportunidade de voltar a ver o Bono (e o Edge) na rua durante a 360 tour, tirar-lhe fotos e, no fim, ele me dar, sem eu pedir, um autógrafo no single de vinil de Pride.

Lembro do concerto de Paris muitas vezes. Em 2007, quando eles escolheram para a comemoração dos 20 anos esse concerto para incluir na box da edição especial, eu estava novamente longe de casa e fui numa loja no dia em que a colocaram à venda. Nada anunciava o lançamento e quando a colocaram na prateleira ninguém estava por perto na expectativa de lhe tocar. O simples gesto de pegar nela foi emocionante para mim. Trouxe o box para casa, mas nunca fui capaz de ver o concerto, talvez por achar que o que está guardado na minha memória tenha pouco a ver com a realidade.

Entretanto, o ano passado o U2 anunciou que vai comemorar os 30 anos do Joshua Tree com uma nova Joshua Tree Tour. Fiquei surpreendida! O que esperar? Não sei. Acho que nenhum fã sabe. Mas talvez eu vá finalmente ver o DVD do concerto de Paris no momento certo, ou seja, na véspera do começo desta tour. Apesar de, aparentemente, ser um regresso ao passado, acredito que essa tour seja bem mais do que isso. Apenas uma coisa é imutável, essa é a banda – e os concertos, a forma onde todas as emoções transbordam – que acompanha a minha vida há mais de 30 anos.

Cris Cruz, Maio de 2017

 

O dia do vinil! Você tem algum do U2?

O dia do vinil! Você tem algum do U2?

Por Mari Carla Giro 

Disco novo ou velho? Não importa, se você é fã do vinil, saiba que o 20 de abril é um dia dedicado a ele! E tem U2 na lista dos 20 discos de vinil mais raros (e caros) do planeta.

Em novembro passado, o site europeu de entretenimento NME.com publicou lista dos desejados discões. O vinil Pride (In The Name Of Love), numa versão transparente, limitada, prensada em 1984 na Austrália, aparece na 11ª posição, com o preço de R$ 21,5 mil!!!

Raros ou não, amamos os bolachões. Compartilha com a gente um vinil seu do U2 para comemorar!

 

Vinil australiano raro do U2 via U2Kite.com
Facebook, Direitos Autorais e Liberdade de Expressão: o caso da remoção das fanpages da UltraViolet-U2 e U2BR 

Facebook, Direitos Autorais e Liberdade de Expressão: o caso da remoção das fanpages da UltraViolet-U2 e U2BR 

Por: Paulo Lilla

Esta semana fomos surpreendidos com a remoção, pelo Facebook, das fanpages da UltraViolet-U2 e U2BR, duas das maiores fanpages do U2 no país. Não houve qualquer justificativa para tal remoção e não foi dada aos administradores das páginas a oportunidade de se defenderem e corrigirem eventuais violações aos termos de uso do Facebook. Tudo leva a crer, contudo, que a remoção das páginas pelo Facebook tenha relação com questões de direitos autorais.

Como resultado disso, todo esse trabalho de anos de divulgação das páginas, com milhares de seguidores, foi perdido sem qualquer aviso prévio ou justificativa e, o que é pior, sem dar a oportunidade de defesa para os administradores das páginas, ou pelo menos a oportunidade de corrigir eventual irregularidade removendo o post supostamente indevido. Enfim, a exclusão das páginas foi arbitrária, indevida, sem justificativa, sem direito de defesa e sem a oportunidade para corrigir o suposto problema.

Se, por um lado, a proteção dos direitos autorais na Internet é importante e, na maioria das vezes revela-se uma tarefa bastante difícil, por outro, a liberdade de expressão é protegida pela Constituição Federal e deve ser preservada, pois é um dos pilares da democracia. Esse debate “copyrights v. freedom of speach” na Internet é antigo, mas ainda está longe de encontrar uma solução equilibrada e ponderada que permita a proteção de direitos de propriedade intelectual sem ferir a liberdade de expressão e outros direitos.

Vou tentar simplificar e evitar o “juridiquês” para explorar essas questões.

De um lado, vemos as grandes empresas de mídia, detentoras de direitos autorais, buscando responsabilizar as redes sociais, como Facebook e Google, por conteúdos postados por terceiros em violação a esses direitos intelectuais. As redes sociais, por outro lado, afirmam que não podem ser responsabilizados porque são meros intermediários, ou seja, apenas serviriam como plataforma para que seus usuários postem conteúdo. É briga de cachorro grande. Vimos esse debate nos Estados Unidos, na Europa e, mais recentemente, no Brasil, por ocasião das discussões que levaram à aprovação do Marco Civil da Internet em 2014.

O fato é que guerras jurídicas foram travadas nos tribunais brasileiros e estrangeiros e, atualmente é bastante firme o entendimento de que as redes sociais não devem ser responsabilizadas pelo conteúdo postado por terceiros, a não ser que, uma vez notificada sobre a existência de violação, a rede social em questão não tome providências para apurar os fatos e adotar uma das seguintes medidas: (i) restaurar o conteúdo, caso se conclua que não houve irregularidades após ouvir o responsável; ou (ii) remover definitivamente o conteúdo, caso se conclua que, de fato, houve violação. Trata-se do sistema chamado “notice and takedown”, ou sistema de “notificação e retirada”, criado pela lei norte-americana de Direitos Autorais do Milênio (Digital Millenium Copyrights Act – DMCA) e disseminado em outros países. A criação do sistema de “notificação e retirada” foi uma tentativa de buscar equilíbrio entre a proteção de direitos autorais e a preservação da liberdade de expressão, muito embora esse sistema seja bastante controverso e muitas vezes acabe por levar à retirada de conteúdos injustamente.

No caso do Brasil, o Marco Civil da Internet busca preservar ainda mais a liberdade de expressão ao exigir uma ordem judicial específica (i.e., uma decisão proferida por um juiz, tal como uma liminar por exemplo) para que um conteúdo seja removido da Internet. Entretanto, essa exigência de ordem judicial não vale para direitos autorais, que ficaram de fora do Marco Civil da Internet para serem objeto de regulação por lei específica (o que até hoje não aconteceu). Portanto, no caso de violações de direitos autorais na Internet, os tribunais brasileiros têm adotado o sistema de “notificação e retirada” acima mencionado.

E como o Facebook lida com a questão? As regras podem ser encontradas nos termos de uso que incluem uma série de políticas de uso dos serviços, cujos links são disponibilizados no próprio site. Embora ninguém tenha o costume de ler termos de uso, é sempre bom lembrar que a utilização da rede social implica a aceitação de todos os seus termos e declarações. Pelos termos de uso do Facebook, para tudo o que postamos, concedemos à rede social uma autorização global para que esta utilize qualquer conteúdo publicado da forma como bem entender.

Em relação à proteção de direitos autorais de terceiros, os termos de uso trazem uma série de regras específicas visando à proteção desses direitos. E é nesse contexto que o Facebook estabelece para si (com nossa aceitação!) amplos poderes para remover qualquer conteúdo ou informação publicada se o site julgar que viola direitos autorais de terceiros. Há diversas seções nos termos de uso com explicações sobre esse tema, inclusive formulários específicos para que qualquer pessoa possa denunciar violações de direitos autorais e intelectuais.

Assim, quando alguém reporta ao Facebook uma suposta violação de direitos autorais por um usuário, incluindo uma fanpage, o sistema de “notificação e retirada” é acionado. E o que isso significa na prática? Significa que o Facebook poderá remover o conteúdo temporariamente para apurar a denúncia.

Mas é nesse mesmo contexto que os termos de uso deixam claro que se um conteúdo for removido e o responsável pelo conteúdo acreditar que a remoção foi feita por engano, o Facebook fornecerá a oportunidade recorrer! Esse direito de recurso está previsto expressamente no item 5.4 da Declaração de Direitos e Responsabilidade.

E mais: uma fanpage não será excluída em razão de um conteúdo específico, a não ser que viole repetidamente os direitos autorais de terceiros, situação em que, de acordo com os termos de uso, o Facebook se reserva ao direito de desativar a conta quando apropriado. Portanto, somente quando houver reincidência, uma medida tão drástica, como a desativação da conta, será tomada.

Por tudo o que foi exposto acima, há motivos mais do que suficientes para questionarmos o porquê de o Facebook ter excluído as fanpages da Ultraviolet-U2 e da U2BR, uma vez que:

1 – Os administradores das páginas desconhecem qualquer violação dos termos de uso ou de direitos autorais de terceiros;

2 – O Facebook em nenhum momento notificou os administradores das fanpages sobre a qualquer violação de seus termos de uso ou de direitos autorais de terceiros;

3 – Se não houve notificação aos administradores sobre eventuais violações, não há motivos legais para excluir as fanpages de maneira definitiva.

4 – Não foi dada aos administradores a oportunidade de recorrer prevista expressamente no item 5.4 da Declaração de Direitos e Responsabilidades.

Portanto, cabe aos administradores do UltravioletU2 e da U2BR buscarem uma solução para esta questão junto ao Facebook. Todos nós esperamos que as páginas sejam devidamente devolvidas e reativadas o mais rápido possível para evitar maiores prejuízos.


Paulo Lilla é advogado em São Paulo, membro do UltraViolet-U2 Fan Club e guitarrista na UltraViolet U2 Tribute Band

#WeWantOurFacebookFanPagesBack

#WeWantOurFacebookFanPagesBack

A chegada da internet ampliou o acesso à informação e possibilitou a disseminação de redes sociais, facilitando o compartilhamento desse amor e fortalecendo os laços de amizade. Deixamos de nos reunir com recortes de jornal nas mesas de bar e nas casas de amigos, e passamos a nos reunir em fóruns de discussão, redes sociais e fanpages. Compartilhamos nosso amor com o mundo, nossas notícias, nossas vidas, nossas amizades.

Porém esse “hábito” parece estar ameaçado. Em menos de uma semana, duas das maiores fanpages brasileiras foram bloqueadas e removidas do Facebook sem nenhum critério e sem nenhum aviso prévio: a UltraViolet-U2 e o U2BR. De mãos atadas e de vozes caladas, um trabalho de anos simplesmente foi apagado. Não pudemos nos defender e apenas fomos avisados de que, supostamente, VIOLAMOS A POLÍTICA DA REDE SOCIAL. Mas como, em qual post? Não nos foram dados esclarecimentos, não nos foi dado direito a defesa, simplesmente nossas vozes foram silenciadas.

Queremos acreditar que “There is no them, There’s only us”, nós, fãs; unidos à nossa banda favorita. Então, U2, por favor, não deixe o Facebook nos calar, não retire o nosso espaço… Como podemos compartilhar nosso amor pela banda, como podemos ser um, sem as nossas fanpages?

Precisamos do apoio de vocês! Precisamos das nossas páginas de volta! Somos um, somos muitos e não aceitamos essa exclusão arbitrária e sem qualquer explicação. Juntem-se a nós e nos ajudem a recuperar a nossa página! “We’re not looking for money. We’re looking for our voices back.”

#WeWantOurFacebookFanPagesBack #WalkOnU2Fans

 

U2 Ultraviolet                                                                                               U2BR

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ultraviolet-u2.com                                                                                         u2br.com

 

“We are one, but we are not the same…” We are not the same, but we are one, we are dozens, we are hundreds, thousands, hundred thousand fans driven by love, a song, a voice, even since times when social networks did not even exist, we have been sticking together to celebrate our passion for the  band that united us all. A band that defends equality, union, equal rights to all; a band that a band that preaches love: the U2.

The arrival of the internet has broadened the access to information and enabled the dissemination of the social networks, thereby facilitating the sharing of this love and strengthening friendship ties. We no longer meet at bars and friend’s houses holding newspaper clippings, as we now get online to engage with friends in forums, social networks and fanpages. We share our love with the world, our news, our lives, our friendships.

However, this “habit” seems to be under threat, as in less than a week two of the largest Brazilian fanpages were blocked and removed from Facebook without any criteria and with no prior notice: U2-Ultraviolet and U2BR. With tied hands and silenced voices, years of work have been simply erased. We could not defend ourselves as we only received an automatic message saying that we had supposedly engaged in VIOLATIONS OF SOCIAL NETWORK POLICY. But how? In which post? No clarification has been given to us and we were denied the right of defense. In other words, our voices have been silenced.

We want to believe that “There is no them, There’s only us”, us, fans United to our favorite band. Therefore, U2, please don’t let Facebook shut us up, do not take our space from us … How can we share our love for the band? How can we be one without our fanpages?

We need your support! We need our pages back! We are one, we are a lot and we will not accept this arbitrary removal and without any justification. Stay with us and help us recoup our pages.  “We’re not looking for money. We’re looking for our voices back.”

#WeWantOurFacebookFanPagesBack #WalkOnU2Fans

 

U2 Ultraviolet                                                                                              U2BR

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ATENÇÃO – Page do Ultraviolet no Facebook sai do ar!

ATENÇÃO – Page do Ultraviolet no Facebook sai do ar!

Caros UVs: O Facebook, sem aviso prévio, retirou a página do fã-clube ULTRAVIOLET-U2 do ar. Estamos tentando restaurar a página para podermos continuar a mantê-los informados de tudo o que acontece com a banda. Pedimos que vocês tenham paciência. Tentaremos manter todos informados através do grupo: U2 Ultraviolet-U2.

Obrigada

A Administração.

 

Você sabia? Bono tem alergia a poeira do deserto!

Você sabia? Bono tem alergia a poeira do deserto!

Há uma situação que não se costuma falar sobre a banda e que sempre afeta Bono ao visitar áreas desérticas. O frontman do U2 sofre uma condição que bloqueia completamente a sua garganta, pois é alérgico a ervas daninhas, em botânica chamadas de estepicursores. São plantas que vivem em áreas de estepe e são levadas pelo vento, que os transporta de um lugar para outro, de modo que as suas sementes ou frutos são libertadas e dispersas. Bono teria descoberto este problema no final dos anos noventa, quando foi realizada uma biópsia para verificar se ele tinha câncer na garganta. Ele foi diagnosticado desde a Elevation Tour, mas isso sempre o afetou quando U2 realizava visitas à cidades próximas ao deserto. Na cidade de Las Vegas, a condição é chamada popularmente de “Garganta do Deserto”.

Ninguém sabia disso quando os irlandeses começaram a percorrer as estradas do mundo no início dos anos oitenta. Bono não percebeu quando cantou em lugares pequenos e fechados, mas quando a banda cresceu em popularidade, ele teve que passar para lugares maiores, claramente quando o U2 começou a turnê de Joshua Tree, em Tempe, Arizona. O centro de atividades na Universidade do Arizona é um local que pode abrigar 15.000 pessoas. A banda (em homenagem ao conceito do álbum), planeja abrir sua turnê – 2 e 3 de Abril – neste local, localizado a poucos quilômetros da cidade desértica de Phoenix.

Estouro

Os membros do U2 entraram no palco enquanto a introdução gravada de “Where The Streets Have No Name” soou nos alto-falantes. Bono saiu acenando para começar a cantar os versos de abertura. Mas, quase imediatamente, ele fez uma careta de dor e a garganta se fechou. A voz não saiu de sua boca. Valentemente, ele tentou chegar até as notas mais altas, mas finalmente teve que aceitar que sua voz não era mais que um sussurro quase inaudível. Por esta razão, a então canção número um “With or Without You” não estreou na primeira noite da turnê em 1987, porque o esforço tinha derrubado a voz cansada de Bono. Neste concerto, The Edge assumiu o setlist da apresentação.

10 anos depois, no “Boyd Stadium Sam” em Las Vegas, Nevada, o U2 começou a turnê Pop Mart e novamente Bono teve problemas vocais e adicione-se o fato de que muitas músicas ainda não estavam bem ensaiadas ao vivo. A banda atuou em um de seus piores concertos de sua história. A “Maldição do Deserto” atacou Bono impiedosamente durante todo o show e a banda não apresentou as novas músicas ao vivo.

O U2 começou a ensaiar apenas uma semana antes do início da turnê. As canções não poderiam encontrar um lugar no set list. A tensão e a insegurança são sentidas no ar e, por este motivo, o setlist é modificado constantemente todas as noites. Há apenas 48hs da estreia, eles simplesmente não sabiam que setlist iria ser tocado. No dia do concerto, 37 mil pessoas, a banda começou com MOFO e foram capazes de manter vivo o show até a terceira música, quando começaram “Even Better Than The Real Thing” e a alergia maldita atacou Bono. Ele tinha que seguir o concerto com uma voz reduzida e a banda não soava completamente entrosada, (especialmente nas canções mais novas), U2 chegou ao final da apresentação sofrendo com dignidade. Este fato afetou a banda, o próximo show em San Diego, é citado como o início real da turnê e com um público e os jornalistas muito críticos em relação às apresentações anteriores.

Original do U2 Valencia.

 

Conhecendo a Irlanda: A viagem dos sonhos de todo fã!

Conhecendo a Irlanda: A viagem dos sonhos de todo fã!

Não existe um fã do U2 que nunca tenha sonhado em conhecer a terra sagrada que gerou Larry, Bono, Edge e Adam. Muitos já conseguiram realizar este sonho e outros ainda mais sortudos conseguirão voltar, para a eXPERIENCE Tour, ainda em 2018.

A nossa amiga Maria Teresa Menegassi da Rosa – UV das antigas, uma das pessoas que mais colaboraram com o fã clube desde que eramos apenas uma lista de e-mails – fez uma guia básico para que todo fã, marinheiro de primeira viagem, possa conhecer os principais lugares da história da banda. Coisa de quem conhece a fundo a história do U2 e é extremamente generosa em compartilhar com os fãs mais novos.

Vejam só o roteiro que ela preparou para quem vai à Irlanda e quer conhecer tudo de mais importante na cidade de Dublin e regiões próximas, que fizeram e fazem parte da trajetória de sucesso de nossos fab4.

 

16 LOCAIS NA IRLANDA LIGADOS À HISTÓRIA DO U2
Por: Maria Teresa Menegassi da Rosa

1) Mount Temple Comprehensive School
Endereço: Malahide Road, Clontarf, Dublin 3

https://goo.gl/maps/WZAYaZUxe2J2 (localização aproximada – Google Maps)

Escola onde os quatro integrantes do U2 (Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr) estudaram e se conheceram. Foi no mural da escola, em 1976, que o baterista, Larry Mullen Jr, colocou um aviso procurando outros rapazes interessados em formar uma banda de rock. Foi nessa escola também que eles fizeram sua primeira apresentação para os outros alunos, num palco improvisado no pátio, tocando um set de covers de Peter Frampton e Bay City Rollers.

 

    

 

2) Antiga residência da família Mullen
Endereço: 60 Rosemount Avenue, Artane, Dublin

https://goo.gl/maps/DCfXM4jnqk42  (localização aproximada – Google Maps)

Foi o local do primeiro ensaio dos rapazes que aceitaram o convite colocado no mural da escola Mount Temple por Larry Mullen Jr. Desse encontro, que aconteceu na cozinha da casa, nasceu o U2. Da jam session, que aconteceu em 25 de setembro de 1976, participaram seis rapazes, sendo que quatro deles vieram a formar o U2, que gravou seu primeiro álbum em 1980.

 

 

3) Antiga residência da família Hewson
Endereço: 10 Cedarwood Road, Finglas, Dublin

https://goo.gl/maps/BnQpxin5KPu (localização aproximada – Google Maps)

Foi onde o vocalista Bono nasceu em 10 de maio de 1960, num subúrbio afastado, na zona norte de Dublin. Ele viveu nessa casa até se casar (em 1982), inicialmente com seu pai, mãe e irmão. Com a morte de sua mãe em 1974, passaram a viver ali apenas três homens tristes, em uma “casa que não era um lar”, como canta Bono na música “Sometimes You Can´t Make It On Your Own”, de 2004.

 

4) Loja de aparelhos auditivos BONAVOX
Endereço: 9 North Earl Street, Dublin 1

https://goo.gl/maps/dKHbpVd3BgN2 (localização aproximada – Google Maps)

A loja deu origem ao apelido do vocalista Bono, cujo nome de batismo é Paul Hewson. O nome em latim significa “boa voz”.
Bem no início, ele era chamado pelos amigos de Bono Vox, porém logo esse apelido foi encurtado para Bono, apenas, que ao final se transformou em seu nome artístico.

 

 

5) Estúdio Hanover Quay
Endereço: Hanover Quay, Dublin 4

https://goo.gl/maps/Nb9Ph1hrSzq (localização aproximada – Google Maps)

Estúdio atual do U2, adquirido na metade dos anos 90, localizado na região das docas, às margens do Rio Liffey. Assim como Windmill Lane, as paredes externas são cobertas de pinturas, escritos e grafitti com homenagens dos fãs do U2 de todo o mundo. Atualmente funciona mais como depósito de equipamentos da banda.

 

6) Hotel The Clarence
Endereço: 6/8 Wellington Quay, Dublin 2

https://goo.gl/maps/B9S3QhkTeku (localização aproximada – Google Maps)

Tradicional hotel boutique de Dublin, adquirido por Bono e The Edge, do U2, nos anos 90, e reformado logo a seguir, incluindo a abertura do nightclub The Kitchen no porão do hotel. Em 2000 o U2 gravou o videoclipe da música “Beautiful Day” na cobertura do hotel Clarence.
Pouco depois, o nightclub “The Kitchen” foi fechado. Recomendado é o bar do hotel, “The Octagon”, que funciona desde 1996.

 

 

7) Prisão Killmainham (Killmainham Gaol)
Endereço: Inchicore Road, Killmainham, Dublin 8

https://goo.gl/maps/KVhXtYAndTF2 (localização aproximada – Google Maps)

Famoso museu em Dublin, foi uma importante prisão durante a dominação britânica, onde os líderes do Easter Rising (Levante da Páscoa) de 1916 foram presos e executados. O U2 gravou nesse local o videoclipe da música “A Celebration”, em 1981. Recomenda-se fazer a visita guiada à prisão, programa essencial para quem quer conhecer um pouco mais sobre a história da Irlanda.

 

 

8) Estádio Croke Park
Endereço: Jones’ Rd, Drumcondra, Dublin 3, Irlanda

https://goo.gl/maps/TSQGvF3gXM92 (localização aproximada – Google Maps)

Estádio de futebol gaélico e quartel-general da GAA, Gaelic Athletic Association, inaugurado em 1913, e totalmente reformado a partir dos anos 90. O U2 se apresentou nesse estádio em diversas ocasiões, sendo a primeira em 1985, e a última em 2009. A próxima será em julho de 2017.

 

 

9) Hard Rock Café
Endereço: 12 Fleet Street, Temple Bar, Dublin

https://goo.gl/maps/jTFApfmrjhM2 (localização aproximada – Google Maps)

Decorando o hall de entrada, encontra-se pendurado do teto um dos carros Trabant, usados pelo U2 na sua turnê Zoo TV, além de diversos itens de memorabilia do U2, como letras manuscritas pelo Bono, fotos, óculos e posteres.

 


 

10) Residência do Bono
Endereço: Vico Road, Killiney, sul de Dublin

https://goo.gl/maps/EH36HPvw3Xq  (localização aproximada – Google Maps)

Famoso local de “peregrinação” para os fãs do U2 do mundo todo, a ida à casa do Bono vale também pelo passeio pela bela costa sul de Dublin. A casa (branca, na primeira foto bem à esquerda) fica na encosta de uma colina na praia de Killiney, e os famosos portões são cobertos de escritos e dedicatórias ao U2.

 

 

11) Fitzwilliam Square
Endereço: Fitzwilliam Square, Dublin 2

https://goo.gl/maps/meXiWDqAVfL2 (localização aproximada – Google Maps)

Ao redor dessa praça, em 20 de setembro de 1998, o U2 gravou o videoclipe do remake de “Sweetest Thing”. O vídeo funciona como um pedido de desculpas do Bono à sua esposa Ali por ter se esquecido de seu aniversário à época da composição da música nos anos 80. No vídeo, Bono tenta de todas as maneiras agradar à Ali, que estava sentada à sua frente em uma carruagem, trazendo pra rua um verdadeiro desfile de coisas que sua esposa, supostamente, apreciava, como elefantes, bombeiros sexy, dança irlandesa, e a banda Boyzone.

 

 

12) The Little Museum of Dublin
Endereço: 15 St Stephen´s Green, Dublin 2

https://goo.gl/maps/tVitX8dtbnS2 (localização aproximada – Google Maps)

No 2º andar há uma exposição chamada “U2 Made in Dublin”, organizada com colaboração de fãs, como raridades, fotos e artigos relacionados à história da banda.

 

13) 3Arena (ex Point Depot Theatre)
Endereço: North Wall Quay, North Dock, Dublin 1

https://goo.gl/maps/6HrrsUnUbe22 (localização aproximada – Google Maps)

O antigo teatro Point Depot foi utilizado pelo U2 nas gravações do filme “Rattle and Hum”, com performances de “Desire” e “Vand Diemen’s Land”. Na virada da década de 80 para 90, a banda levou a “Lovetown tour” ao local, em 4 shows memoráveis, incluindo o do famoso discurso de Ano Novo de 89/90 (“dream it all up again“). Em 2015, já transformado na 3Arena, o U2 ali apresentou sua “Innocence + experience Tour” em outros 4 shows memoráveis.

 

14) Chaminés da Usina Poolbeg
Endereço: 
Poolbeg península, Ringsend, Dublin

https://goo.gl/maps/iMjrSABzce92 (localização aproximada – Google Maps)

As duas chaminés listradas de vermelho e branco, com 207m de altura cada, da usina termoelétrica Poolbeg continuam fazendo parte da paisagem de Dublin, mesmo com o fechamento da usina em 2010. Elas aparecem no videoclipe de “Pride (In the Name of Love)”.

 

 

15) Moydrum Castle
Endereço: Unnamed Rd Co. Irlanda, Co. Westmeath, Irlanda

Ruínas do castelo visto na capa do álbum “The Unforgettable Fire

https://goo.gl/maps/qSbjF1tdyY62

 

16) Slane Castle
Endereço: Slanecastle Demesne, Slane, Co. Meath, Irlanda

https://goo.gl/maps/eeussBJtKvz

Metade das sessões de estúdio do álbum “Unforgettable Fire” foram gravadas no castelo de Slane. Depois disso, dois shows memoráveis aconteceram ali em 2001 e acabaram se tornando um DVD Duplo.

 

 

Caso queira nos mandar mais dicas, envie para dicas@ultraviolet-u2.com

 

N.E. – Algumas imagens foram retiradas do Google. Se você é proprietário da imagem, por favor, entre em contato conosco para que possamos dar os devidos créditos.
Vídeos inusitados do U2 #U240

Vídeos inusitados do U2 #U240

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U2 em traje de gala!

De vez em quando, eles aprontam alguma coisa bem engraçada ou diferente…

Aqui vai uma listinha com vídeos inusitados da banda:

10 coisas que o U2 aprendeu – David Letterman

U2 no Metrô de Nova Iorque com Jimmy Fallon

Larry quase sendo preso – de verdade – pela policia alemã

Esquete de humor para TV Irlandesa com Bono e Larry

Larry em comercial sobre o vírus HIV

Primeira aparição na TV

Entrevista na época da ZooTV

Primeira entrevista pra TV Americana

Edge testando sua guitarra

Nova moda do U2 para futuras tours – Brincadeiras

40 Curiosidades sobre o U2 – Você sabia? #U240

40 Curiosidades sobre o U2 – Você sabia? #U240

Saiba 40 curiosidades sobre o U2, neste super aniversário de 40 anos!

1- Larry tinha 14 anos quando colocou aquele bendito bilhete no quadro de avisos da escola, querendo formar uma banda. screenshot_1

2- No início, eles tinham cinco integrantes: Adam Clayton (baixo), David Evans/The Edge (guitarra), Dik Evans (guitarra), Paul Hewson/Bono (no vocal) e o próprio Larry Mullen na bateria. David e Dick Evans eram irmãos.

3- Em 2002, o correio da Irlanda lançou um selo com uma imagem do grupo estampada.

4- Bono fez um dueto com Frank Sinatra em I’ve Got You Under My Skin. Outro grande cantor com quem ele fez dueto foi Luciano Pavarotti, na música Miss Sarajevo.

5- O U2 já apareceu em Os Simpsons, no episódio 200, chamado de  The Trash of the Titans, de 1998

6- A letra The Ground Beneath Her Feet foi escrita pelo escritor britânico Salman Rushdie.  A música está no CD da trilha sonora do filme O Hotel de Um Milhão de Dólares, disponível na Netflix. Bono escreveu o argumento e faz uma aparição relâmpago no filme.

7- Bono e Edge fizeram a trilha sonora do Musical Homem Aranha, da Broadway. O Cd com a trilha teve a participação de ambos.

8- Bono e Edge também são autores da música tema do filme 007 contra Goldeneye, interpretada por Tina Turner.screenshot_2

9- O U2 concorreu ao Oscar em duas oportunidades. A primeira com a música tema do Filme Gangues de Nova Iorque e a segunda, com Ordinary love, tema da cinebiografia de Nelson Mandela, Um Longo caminho para a Liberdade.

10- A banda já participou do carnaval de Salvador, a partir da janela do camarote Expresso 2222, de Gilberto Gil. Eles cantaram com Ivete Sangalo, Aline Rosa e com o próprio Gil.

11- A turnê 360º reuniu 320 000 fãs do grupo apenas na Cidade do México.

12- Antes de se chamar U2, a banda teve os nomes The Hype e Feedback. mas começou sendo apenas The Larry Mullen Band.

13-The Joshua Tree quase se chamou The Desert Song.

14 –  A banda começou logo após o estouro do movimento punk, que tinha como lema Do It Yourself – Faça você mesmo. Além de U-2 ser o nome de um avião da Segunda Guerra, é um trocadilho de Você Também, uma provocação meio punk.

15- O videoclipe da música Please traz duas curiosidades que podem facilmente passar despercebidas. A primeira é que numa das ruas por onde as pessoas transitam aparece uma placa com a inscrição: “No Name” e a segunda é um grafite numa parede com a palavra YES, numa clara alusão ao processo de paz na Irlanda do Norte entre católicos e protestantes que foram às urnas votar no referendo de maio de 98.

16 – Certa vez, Adam resolveu desafiar as normas da escola e saiu correndo nu pelos corredores. Ele repetiu a façanha na capa do CD Achtung Baby.

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17 – Adam foi o primeiro empresário da banda. Foi ele quem inscreveu a banda para o Harp And Guinness Talent Contest em 18/03/78, quando venceram o concurso e faturaram um prêmio de 500 Libras, além da chance de gravar um single pela CBS, atual Sony Music.

18 – Na noite do lançamento de The Joshua Tree, em 1987, filas quilométricas se formaram em grandes cidades do planeta. Eram os fãs ansiosos pelo novo trabalho. O disco foi lançado meia noite em ponto!

19- A música Zooropa conta com vários slogans de comerciais muito conhecidos na Europa: Vorsprung durch technik (AUDI), Be all that you can be (Exército Americano), Be a winner (Loterias Inglesas) , Eat to get slimmer (SlimFast) , A bluer kind of white (Persil-sabão em pó) , We’re mild and green, and squeaky clean (Fairy – para lavar louça), Better by design (Toshiba), Fly the friendly skies (United Airlines), We’ve got that ring of confidence (Colgate).

20- Um dos pontos altos da turnê Pop Mart era no momento em que um limão gigante se deslocava do palco principal até o palco B e dele saiam os quatro integrantes do U2 tocando Discothèque. No show em Oslo, Noruega, em Agosto de 97, o limão não abriu e a banda teve que descer por trás para continuar o show.

21- U2 é a banda que mais ganhou o Grammy Awards, 22 no total.

22- A canção “Beautiful Day” foi utilizada nos jogos oficiais da equipe alemã nos Jogos Olímpicos de 2000.

23- Larry Mullen Jr. e Adam Clayton forneceram a música tema para o filme Missão Impossível de 1996.

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24- Uma mala que havia sido roubada, em 1981, foi devolvida a Bono em 2004. Ela continha as letras originais do álbum October.

25- Bono e The Edge são co-proprietários do Hotel Clarence em Dublin.

26- U2 foi a 4ª banda de rock a ser destaque na capa da revista Time, após The Beatles, The Band e Who.

27- U2 nunca cantou, ao vivo, músicas como Acrobat, Stand Up Comedy e This is where you can reach me now, dentre outras.

28- U2 lançou seu álbum ‘War’, em 1983. Mais tarde, naquele ano, a banda War incluiu um medley chamado U2 em seu registro de 1983, ‘Life (Is So Strange)’.

29- O videoclipe de Red Hill Mining Town só foi divulgado quando o CD The Joshua Tree foi remasterizado, quase 20 anos depois. The Ground beneath her feet também só saiu em DVD, nunca foi lançado oficialmente.

30-  O telão da turnê 360º tinha 500 mil pixels. Para sustentar toda aquela estrutura gigantesca, eram necessários 30 mil cabos!

31-Por ser extremamente trabalhoso de se montar, três palcos iguais à “garra” foram construídos. Eram necessários cinco dias para ficarem prontos.

32- Em 1997, o U2 deu início à turnê do álbum ‘Pop’. Criada para satirizar o consumismo e a cultura pop, ela tinha um arco de 30m que fazia referência ao McDonald’s e um telão gigantesco que precisava de três caminhões para ser transportado. Ela tinha mais de 50m de largura por 15m de altura.

33-Pop Mart foi a primeira turnê da banda pelo Brasil. Eles realizaram shows em São Paulo e no Rio, sendo esse último problemático, já que a estrutura do palco não coube no Maracanã e foi preciso transferi-lo para o antigo autódromo Nelson Piquet, no local onde hoje se encontra o parque olímpico utilizado na Rio2016.

34- O U2 já realizou 8 apresentações no Brasil, 1 no Rio de Janeiro e 7 em São Paulo. Além disso, veio ao Brasil mais uma vez para se apresentar num show fechado no Projac e gravar o videoclipe de Walk On.screenshot_5

35- Adam é casado com uma brasileira – Mariana Teixeira – assim como o atual empresário da banda, Guy Oseary, com a ex-modelo Michelle Alves.

36- Varias garotas puxadas por Bono durante os shows, em São Paulo, são UVs e amigas dos UVs. Katilce Miranda, Alessandra Germano, Carla Vaz, além dos “garotos” Paulo Lilla e Eduardo Cerqueira, que subiram ao palco em shows realizados em outros países.

37-O palco da Zoo TV tinha visual futurista inspirado em ‘Blade Runner’ e no cyberpunk. O destaque eram as dezenas de monitores de diferentes tamanhos. Ele revolucionou o mercado dos grandes shows mundiais e foi considerado a melhor tour de todos os tempos.

38- Um estúdio de edição de TV foi construído para a turnê, ao custo de US$ 3,5 milhões. Doze diretores foram contratados para operá-lo, Em um dos momentos do show, Bono ‘zapeava’ pela grade de uma emissora local e fazia críticas ao conteúdo.

39- O personagem MacPhisto, interpretado por Bono,  era uma paródia do diabo. Além de muita maquiagem, Bono usava sapatos de salto alto. MacPhisto também praticava trotes. O alvo preferencial eram políticos importantes, com quem ele tentava fazer pactos com o ‘diabo’, ou seja, com ele mesmo.

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40-O U2 sempre toca uma ou mais músicas de outras bandas e artistas durante os shows. tem gente que fica esperando para catalogar os snippets. Mas outros artistas também já regravaram o U2. Veja nesta lista:

 

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Feliz Aniversário, U2!

 

Fontes: therockpaulera.blogspot.com.br , maisquecuriosidade.blogspot.com.br, blogrockcity.blogspot.com.br e maiscuriosidade.com.br

Grandes Ídolos falam sobre nossos ídolos! #U240

Grandes Ídolos falam sobre nossos ídolos! #U240

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Larry, Bono, Edge, Adam = U2

Uma coisa impressionante sobre o U2 é a maneira como eles são vistos e respeitados por seus pares. É difícil encontrar grandes artistas que sejam tão queridos, respeitados e admirados como eles são.

Vejam alguns depoimentos sobre a banda de artistas que também estão na estrada há muito tempo e de alguns que foram influenciados por eles:

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Lars Ulrich –  Baterista do Metallica

“Eu sou, tipo, o maior fã de U2 – eu quase que me defino como uma groupie, na verdade. Tocar com o U2… eu tocaria no estacionamento. Eles são uma das únicas bandas que ainda são funcionais depois de 30 anos, assim como nós, e eu sinto muita afinidade com o que eles fazem e eu realmente admiro e aprecio… eles são realmente inspiradores pra mim. Eu amo a música deles, eu amo a maneira que eles se reinventam, e eu amo o modo deles pensarem grande e pequeno. E meio que funciona em todos os níveis”.

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Axl Rose – Vocalista Guns and Roses

“Uma das minhas bandas favoritas é o U2. Eles não eram, mas são agora. Eu costumava não entendê-los. Não conseguia ver o mundo que eles cantavam. Amor, dor e comprometimento? Somente em algumas músicas, como “With Or Without You”, eu podia relacionar e entender.
Esse foi o som que eu ouvi um pouco antes de ter uma overdose por causa do meu relacionamento que estava fodido. Mal podia ver as coisas que eles estavam cantando. Eu acreditava naquilo em teoria, mas a verdadeira expressão não via de maneira alguma. Agora, posso ver algo diferente na música do U2, e isso não tem nada a ver com o jeito que eles atuam ou como estão se vestindo. Existe um sentimento diferente na música. Acho que a canção “One” é uma das melhores já escritas. Agora posso entender porque as pessoas gostam do U2 há anos.

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Billy Corgan – Vocalista Smashing Pumpkins

“Acho que eu estava destinado a conhecer o U2 no momento que eu ouvi sua canção “New Year’s Day”. Era 1983, eu tinha 16 anos e era diferente de tudo o que ouvi: feroz, político, apaixonado, sensual. Eles rapidamente se tornaram a banda mais importante do mundo para mim. Desde então, eu segui todos os seus movimentos com fascínio, às vezes com desdém, mas sempre atribuindo revelações para suas escolhas do rock ‘ n’ roll. Atribuí a eles o peso de não só salvar o mundo, mas salvar a música também, porque eles entenderam o lugar onde o coração, a alma e o homem político cruzaram-se em uma bola de fogo. 
O Bono sempre enigmático só alimentou minha curiosidade em conhecê-los, e por isso, quando me ofereceram a oportunidade de entrevistá-los, me pareceu natural. De certa forma, eu sabia deles e eles de mim.
Primeiro, eu quis falar com a banda via vídeo teleconferência. No meu melhor roupão, liguei para alguns dos meus ídolos. Eles conversaram facilmente e abertamente responderam às minhas perguntas. Em um ponto, um homem apareceu no meu quarto de hotel com duas garrafas de Guinness stout, cumprimentos de Bono, The Edge, Adam e Larry. Bonito. 
Em seguida, a pizza chegou. Então uma dançarina do ventre, que apresentou-se como uma dançarina com “maneiras misteriosas”. Então chegou a gaita de foles. Eles estavam me iniciando.
Semanas depois, eu voei para Dublin para entrevistar Bono em pessoa. Em minhas 24 horas lá, não dormi. Nós assistimos o nascer do sol, ouvi o álbum ‘POP’.”

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U2 e Noel Gallagher – ex- Oasis

“Eles são meus amigos. Sou amigo de Bono há 20 anos. Foi um grande momento. Eu estava em pé ali do lado, com eles me apresentando, e eu estava pensando: ‘Isso vai realmente acontecer agora, é sensacional’. Eles são uma das minhas bandas favoritas em todos os tempos e esta é uma das melhores canções já compostas. Foi um sonho que se tornou realidade ser chamado [para subir ao palco] com eles e depois foi um sonho que se tornou realidade ser chamado para cantar aquela música [‘I Still Haven’t Found What I’m Looking For’]. Estou encantado com “The Crystal Ballroom”. Meu filho Donovan está virando um grande fã do U2. O novo álbum foi baixado diretamente para a sua consciência, sendo que “The Troubles” é sua canção favorita.”

 

Com colaboração de André Joe e Jorge Takeda