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23 setembro 2014 16:41

por: Priscila Liporone

MEGA ATUALIZAÇÃO!

6 comentários
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Foram longos cinco anos e sete meses entre um lançamento e outro. É notório que No Line On The Horizon está longe de ser um álbum favorito dos fãs – menos ainda para a mídia, que usa o baixo número de vendas para rotulá-lo como fracasso. O próprio U2 acabou abandonando a divulgação do disco no decorrer da 360° Tour. Portanto, era mais que natural a grande expectativa para o lançamento de seu sucessor. Neste período houve muita especulação, tanto da mídia, dos fãs e também da própria banda – que “ameaçou” lançar um próximo álbum cerca de um ano depois de No Line. Ele se chamaria “Songs of Ascent”, mas nunca viu a luz do dia. Ouvimos e falamos de tudo um pouco: foram sucessivas supostas datas de lançamento e incontáveis adiamentos, rumores, tentativas de antever ou adivinhar o que estava a caminho.

Mas o que ninguém esperava era que o dia 9 de setembro de 2014 chegaria para, sem alarde, nos trazer Songs of Innocence, neste que já entrou para a história como o maior lançamento de álbum de todos os tempos.

Neste especial que a Ultraviolet preparou você vai saber em detalhes tudo o que envolve este já tão importante álbum na carreira do U2.

Vem com a gente! Navegue pelos links abaixo.

Comentários

Eu prefiro No Line a Songs of innocence. O anterior tem mais solos de guitarras, mas songs tem menos “ooooohhh” Ambos são muito bons, mas estão longe de estarem entre os melhores, o Pop ainda é melhor. Não é uma afirmação categórica, só é a minha opinião. Parabéns UV!

Também prefiro bem mais o No Line. 🙁

O que os produtores fizeram com o vocal do Bono foi fantástico, ele está demonstrando uma das suas melhores interpretações. Mas a qualidade instrumental da banda ficou apagada. Como que um produtor tem um guitarrista como The Edge no estúdio e o deixa em segundo plano?

Também acho No Line excelente, mas ele é um álbum deprê total, tirando Magnificent,Crazy e a péssima Get On Your Boots, o resto é uma viagem para um poço.

Todas tem um quê de queda e suicídio.

Neste quesito SOI é melhor, é bem definido um lado A (que vai até Volcano) e depois o lado B (as outras), com musicas mais difíceis, mas mesmo assim com mais ritmo.

O tema do álbum também é melhor que o No Line, mais poético e nostalgico.

Mas claro o No Line é mais experimental e com solos e musicas maiores (4 e até 6 minutos), isto espantou um pouco ficou um U2 muito Pink Floyd.

Colocar Breathe quase no fim do álbum foi um pecado, muitos pararam no meio do disco e nem ouviram o resto.

E convenhamos que o que leva um álbum ás vezes são umas 3 musicas, ou alguém acha que todo mundo ouviu AB e TJT inteiro, aposto que tem muita gente que nem conhece Exit, In Gods Country ou Love is Blindness. e falo isto de fãs mesmo os não fãs não conhecem mesmo.

Sobre o álbum eu considero ainda cedo pra avaliar, tem coisas que gostei bastante e outras estranhei, mas eu sou esquisito, não gostava de With or Without you e com o tempo mudei minha opinião.

Já o lançamento pode se dizer que foi um sucesso no campo do MKT, capa da Q Magazine e da Time (uma das mais difíceis para qualquer artista), 33 ou 38 milhões de donwloads (qualquer um já é um estrago), e mesmo nas polemicas declarações contra eles o Bono se sai bem com o seu senso de humor e não tem como não achar graça dos detratores (vide a resposta dele a Sharon Osbourne), então neste campo ok.

Mas o lançamento físico é que vai dizer o que é tudo isto, se conseguir vender uns 2 milhões físicos nos EUA é um sucesso (já que já foi ouvido, pirateado e deletado aos milhões nestes dias).

E sobre as musicas, IRIS realmente é uma das musicas mais bonitas que eu já ouvi, a letra e a melodia são incríveis.

Raised By Wolves e Cedar também, enfim ainda iniciando as escutadas de verdade.

E se estamos falando dos 3 últimos álbuns do U2 (Innocence = inocência e inicio, Experience= experiência e experiências e Ascendent = Ascenção e fim) acho que os próximos anos vão ser de bastante emoção.

E uma ultima consideração sobre o que nos reserva os próximos passos de tudo isto.

Ao vivo é melhor… e modifica a forma como vemos um Album.

Por exemplo, Where the streets é muito bonita no TJT, mas ao vivo ele é algo impressionante, a força que o Edge coloca nela e a transforma na melhor introdução de uma musica de Rock é de cair o queixo.

Mesmo Get On your Boots que é terrível, tenho que admitir que fica ouvivel ao vivo (vi no Show em SP).

E acho que por este motivo teremos algumas surpresas nos shows ao vivo, talvez o mesmo punch da excelente Turne Elevation ou mesmo da Vertigo (que também é muito boa), a 360 foi só eficiente.

Mesmo musicas do AB tiveram este Up do ao vivo, One teve solos de guitarra e vocais modificados para melhor, Even Better ficou mais rápida e feroz, Until de End of World (esta mudou pouco mas mesmo assim um punch rock infernal), até a Try to Throw que era mais uma, ao vivo ficou muito bonita.

Talvez pensando na forma de modifica-las elas tenham ficado mais contidas no estúdio, no No Line por exemplo eu acho Magnificent e Breathe melhores no álbum, elas ficaram contidas ao vivo, não tem aquela esticada a mais do Edge, todas são só as musicas, faltou aquele solo que não tem no álbum.

E ai está o problema do No Line, ele já tem musicas de 6 minutos, um solo ou uma mudança joga a musica para 8 minutos fica maçante e banda Yes demais.

Já funcionou bem nos álbuns anteriores ao No Line.

A One como exemplo ela só tem 3 minutos, com isto o Edge pode colocar um solo,um back in vocal ou um Snipet de 1 minuto que fica legal.

Claro que são opiniões minhas e que espero estar certo, se eles fizerem modificações em musicas como foi feito na With or Without You ao vivo eles transformam a percepção do Album, lembro que quando vi o show filme Ratle and Hum entendi a mensagem da musica.

E convenhamos ao vivo eles são uma raridade no mundo musical, talvez muito do fechamento para entendimento deste álbum esteja nos Shows.

Putz! Que observação, excelente! Realmente minha opinião muda a medida que escuto mais o disco. Ontem estava conversando com um fã tb e ele se mostrou, surpreendentemente mais contente com SOI que eu. Ao vivo, veremos o esqueleto das novas canções, eu achei que Danger Mouse deu uma condensada na instrumentação, eu tenho que separar mentalmente cada canal, mas isso é minha preferência!

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