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21 fevereiro 2013 10:09

por: febottini

O baixista do U2, Adam Clayton, está concedendo diversas entrevistas nesta semana devido ao lançamento da campanha ‘Walk In My Shoes’, em Dublin. (Se você não viu, leia aqui).

Uma das coisas que mais chamou a atenção dos fãs foi a declaração de que o U2 está trabalhando no próximo disco, melhor ainda, está no meio do processo de produção e que até o final do ano deve estar pronto. (Veja mais a respeito aqui).

Porém, não dá pra ignorar outro detalhe importante do depoimento de Adam. Ele revelou que a música o salvou da depressão. Adam disse que já teve experiências muito difíceis ao longo de sua vida, mas lidou concentrando-se no trabalho e procurando ajuda.

“Há muito disso na nossa indústria e é coberto com drogas e álcool. Há uma incidência muito alta de jovens músicos que cometem suicídio ou morrem em algum tipo de acidente. Eu tinha consciência disso quando eu era adolescente. Quando eu tinha 16, 17 anos eu achei que era muito difícil de me encaixar, mas então a música era a coisa que realmente funcionou pra mim. Mais tarde, na minha carreira eu tive problemas com álcool, o que me fez ir para a reabilitação e foi um alívio, um respiro de ar puro ter pessoas que identificavam o que estava acontecendo comigo. Felizmente, parando com o álcool eu não tive mais problemas. Eu acho que pra mim e para o resto da banda foi a música que nos salvou. Caso contrário, nós teríamos ficado um pouco loucos… ou certamente sofrido de depressão.”

Por isso, Adam e outras estrelas irlandesas têm apoiado a campanha ‘Walk In My Shoes’, incentivando aqueles que têm problemas de saúde mental a conversarem de forma aberta para resolver a questão do suicídio na Irlanda, que tem um taxa bem alta entre os jovens atualmente.

“Quando eu soube dos problemas de saúde mental aqui na Irlanda, sobre jovens entre 15 e 25 anos e o alto índice de suicídio, e que esse é um período difícil, foi uma oportunidade pra eu fazer alguma coisa. Os fãs de música – as pessoas com quem nos relacionamos e nos identificamos – tendem a estar entre os 15 e 25 anos e ouvir sobre esses altos índices de suicídio é trágico. Qualquer suicídio é trágico – mas o suicídio de um jovem é particularmente pior.”

“Em todos os campos criativos, eu acho que há uma linha tênue entre a boa saúde mental e a ruim e de alguma forma os dois alimentam um ao outro e criam o trabalho. Mas se você sofre de um problema de saúde mental, uma vez você começando a conversar com as pessoas e percebendo que há um lugar onde você possa ir, onde as pessoas entendem o que é isso, você poderá conseguir soluções.”

Sobre o ‘Walk In My Shoes’, Adam ainda disse:

“A ideia da campanha, que já está no segundo ano, teve origem a partir de um jovem usuário do serviço do St. Patrick University Hospital, que falou que gostaria que seus amigos pudessem “andar nos meus sapatos” para compreender melhor as dificuldades da saúde mental. Os fundos arrecadados com o ‘Walk In My Shoes’ serão usados para providenciar atendimento para jovens vulneráveis, que de outra forma não poderiam pagar por ele. ‘Walk In My Shoes’ também providencia um apoio gratuito e uma linha de telefone para informações, que visa melhorar os serviços aos jovens no St. Patrick University Hospital.

Crescer já é muito duro sem ter nenhum problema de saúde mental. Os adolescentes precisam de muito apoio, e jovens vulneráveis ainda mais. Ao ajudar dando a todo jovem vulnerável alguém que possa conversar sobre suas preocupações, ‘Walk In My Shoes’ está fazendo um trabalho valioso. Eu estou feliz em conscientizar e levantar fundos e espero que todos se juntem a mim para usar um calçado estiloso no dia 12 de abril”.

Saiba mais sobre a campanha ‘Walk In My Shoes’, você também pode ajudar. Visite o site!

Fontes: Independent / The Sun / The Star / Hot Press

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Comentários

Acho que o aumento da taxa de suicídio na Irlanda é um pouco relacionado com o desemprego, certo?
Jovens com pouca experiência acabam normalmente preteridos. E a Irlanda é um país pequeno, não tem muito pra onde correr, talvez pra UK, mas na cena europeia atual só a Alemanha tá segurando as pontas.

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