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7 janeiro 2012 11:37

por: followerU2

Dos Baús da UV; “18 Singles”

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Em mais uma matéria dos nossos arquivos, vemos uma resenha sobre a compilação “U2 18 Singles”, lançada em comemoração dos 30 anos da banda, em 2006, juntamente com o fantástico livro “U2 By U2”. Leia;

Mesmo com duas coletâneas não tão desatualizadas nas prateleiras – “The best of 1980-1990” (1998) e “The best of 1990-2000” (2002) -, é natural que uma banda tão bem-sucedida artística e comercialmente como o U2 surja com mais uma compilação no mercado. Mas também é fato que a nova “U218 singles” é de mais interesse para colecionadores inveterados ou para quem não tem nada dos irlandeses.

São 16 sucessos e duas faixas inéditas, que, nesses tempos de internet, já devem ter sido obtidas por meios alternativos por quem curte o U2 mas não se adequa nessas categorias de fã citadas. Isso talvez explique por que o disco estreou nas paradas americana (12°) e britânica (4°) em posições mais baixas do que o grupo geralmente ocupa quando reaparece com um lançamento.

De qualquer forma, é inegável que o conjunto de “U218 singles” consegue ser bastante representativo das qualidades de Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. como fazedores de hits e de música que consegue ser relevante ao longo de três décadas de carreira. É essa força que levou o U2 até as pessoas, mais do que o próprio messianismo que Bono encarnou nos anos 80 e suas campanhas contra a pobreza até hoje.

A coletânea começa com “Beautiful day”, que foi o primeiro single de “All that you can leave behind” (2000) e a música que deixou os fãs aliviados ao avisar que os excessos e experimentações eletrônicas do anterior “Pop” (1997) haviam acabado. E a partir daí em “U218 singles” começa o caminho já largamente conhecido e desbravado do U2 com “I still haven’t found what I’m looking for”, “Pride (in the name of love)”, “With or without you”… e por aí vai.

Na tarefa de acomodar os hits, o grupo optou por deixar de fora faixas de “Pop”, “Zooropa” e “Boy” (“I will follow” só entrou nas edições britânica e australiana). E também etapas importantes da carreira como “The fly”, “Even better than the real thing”, “Numb”, marcas da corajosa reinvenção que o U2 se propôs na virada dos anos 90.

As faixas inéditas, como acontece em quase todas as coletâneas, não estão no mesmo nível do que entrou no trabalho de compilação: “The saints are coming”, parceria com o Green Day, parece pálida por si só e ainda mais na comparação com a original do grupo The Skids; a boa “Windows in the skies” traz ecos de “Where the streets have no name” e os tons etéreos da guitarra de The Edge, mas não é nada para entrar no top 20 do grupo.

Obviamente ainda veremos uma caixa com quatro CDs ou mais, fotos inéditas, versões alternativas e todo o luxo para fazer a festa com uma compilação que realmente dê conta da obra da U2. O papel dessa “U218 singles” é mais o de presente de Natal, do amigo secreto/oculto do final do ano, a lembrança da tia para o sobrinho que falaram que era “roqueiro” etc. Mas não deixa de ser uma bela amostra do que o quarteto irlandês já fez pelo rock.

Fonte: O Popular

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