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8 setembro 2011 21:05

por: febottini

Davis Guggenheim descobriu um grande problema ao dirigir um documentário sobre a maior banda do mundo. Quando se trata de U2, todo mundo é um expert.

“O lado negativo de um filme como este é que o público pensa que sabe tudo sobre o assunto – as pessoas sentem que têm uma relação com a banda,” disse Guggenheim, 47 anos, em entrevista esta semana de seu escritório em Los Angeles.

“A única maneira de dar um furo é tendo muito acesso… Eu só ficava empurrando pra ir fundo e mais fundo, e eles foram junto, o que é realmente maravilhoso.”

O resultado é “From the Sky Down”, que irá abrir o Festival Internacional de Filme de Toronto nesta quinta (08 de setembro).

O filme capta os roqueiros irlandeses durante o que deveria ser o período de triunfo seguido do lançamento mundial de The Joshua Tree, em 1987.

Mas como o filme de Guggenheim lança suas lentes para essa época – usando uma mistura de imagens, novas entrevistas e uma riqueza de clipes – nós ficamos sabendo que a banda se esforçou pra se adaptar. Bono não conseguia se ajustar pra se apresentar em estádios, a banda sentia-se ‘seca’ criativamente e o sucesso do grupo levou a uma forte reação, particularmente depois do lançamento do documentário e do disco ao vivo Rattle and Hum, em 1988.

Como Bono mesmo diz no filme, a banda estava à beira da implosão. E ao longo do processo de entrevista, Guggenheim diz que ficou claro que o U2 realmente estava a um passo da separação antes do Achtung Baby, de 1991.

“Sim, absolutamente,” disse o diretor vencedor do Oscar de “An Inconvenient Truth” e “Waiting for Supeman”.

“Falando com cada um deles, você simplesmente sente isso.” E, claro, Guggenheim conversou com cada membro – de novo, de novo e de novo com conversas íntimas e individuais em locais distintos como Buenos Aires, Dublin, Berlim, Santiago, Winnipeg, com conversas que duravam horas.

Ele também persuadiu a banda a abrir seus ‘arquivos’ em Dublin, e deixá-lo fuçar em imagens, fotos da era Achtung, como também nos diários não usados de Rattle and Hum.

Ao todo, quantas horas de material Guggenheim conseguiu? “Eu diria exatamente que foram zilhões,” ele brinca.

From the Sky Down retrata as, às vezes, impenetráveis personalidades do U2 até nos momentos mais vulneráveis.

Bono está especificamente aberto.Conscientemente se auto-depreciando e engraçado, parece que ele quer perfurar a reputação da banda. Ele fala tirando sarro da re-invenção do estilo em 91, dos óculos e calças de couro. Mais sério, ele fala sobre sua presença controladora durante os anos 80, maravilhado sem ter certeza de como a banda o tolerou, sendo muitas vezes sufocante.

Na verdade, este parece o foco do filme de Guggenheim – não os fatores que ameaçaram separar com a banda, mas sim as forças que, de alguma forma, fizeram com que o U2 ficasse junto por 35 anos.

Um dos temas de destaque do filme é a seriedade de como o quarteto trata seu vínculo como banda. Colaboradores explicam que os membros do grupo são muito sensíveis aos sentimentos dos outros. Em um dos momentos mais reveladores do filme, Bono discute sobre o divórcio de Edge, como sendo um forte evento para toda a banda e suas famílias.

“Eles suportaram não apenas como uma memória, mas como uma força cheia de energia criativa.” Quando chegou a hora de produzir o Achtung Baby, a banda realmente não tinha ideia de como encontrar o que eles estavam procurando – mas eles sabiam que queriam algo novo. Ao chegar na capital alemã – se recuperando ainda da queda do Muro de Berlim – a banda estava sem rumo.

Isso mudou quando eles se depararam com o hit One, um processo de descoberta criativa, contado no filme de Guggenheim. Uma gravação de ensaio mostra a banda metodicamente acertando o tom. Guggenheim se declarou fã do U2, como tantos outros (embora ele ache que é uma desvantagem porque “é melhor fazer um filme sem ser fã da banda – isso te dá mais perspectivas”), e assim foi uma alegria pra ele assistir a tudo isso.

Enquanto a abertura de um festival pode ser algo estressando, pelo menos ele está mais tranqüilo, pois a banda já viu o filme. Guggenheim exibiu o filme ao U2 em julho e eles pareceram ter a mesma reação. “Eu acho que eles ficaram impressionados,” disse Guggenheim.

“Eu acho que ele é bem pessoal e profundo. Mas eu acho que eles viram que nele havia veracidade. E para mim, eles dizem isso no filme.

Fonte: Winnipeg Free Press

Comentários

Diógenes Holy Joe

DEUS!!!
Será que teremos a honra de ver isso por aqui? Como foi U23D?

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