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3 junho 2011 11:07

por: Márcio Guariba

Especial U2:Show – Parte 5

3 comentários
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STEVE IREDALE

Continuando então com um pequeno trecho do artigo de outro colaborador que está há muito tempo com o U2, Steve Iredale. Ele começou como roadie na October tour, e assumiu o cargo de gerente de produção desde a Unforgettable Fire tour até os dias atuais. O artigo é bem extenso, e traz detalhes sobre o trabalho de um gerente de produção de shows. Alguns trechos que gostei:


(Iredale, com Bono e Edge)

Para o Bono, o contato com o público era muito importante – o negócio dele era chegar perto das pessoas. Um dos limites que Bono procurava ultrapassar o tempo todo era colocar um fim no gap entre a banda e o público. Larry tem um ótima visão do que está acontecendo durante o show, e se o público está sendo bem tratado. Ele é muito consciente dessa dinâmica toda. A banda toda se preocupa com o público, e como nós estamos cuidando dele, e isso é uma preocupação prioritária para todos nós. O público é o primeiro degrau da escada. Se não temos público, não temos trabalho. Nós temos ótimos índices de segurança em nossa organização. Levou um bom tempo pra persuadir o Bono de que nós precisávamos de uma barricada (* uma espécie de grade, pelo que entendi), e quando a barricada virou algo essencial nas turnês ele certamente não gostou muito, mas criou um certo conforto e uma zona de segurança pra ele, que nós podíamos controlar. Nós fomos a primeira banda a excursionar com uma barricada na Europa.”

(Bono ‘musculoso fake’, durante a Popmart)

Outro trecho, ainda sobre o Bono:

Com o Bono, o que quer que esteja acontecendo com a música, ele tem que sentir que é a coisa certa. Eu me lembro bem no começo, quando tocavam em clubes, em Dublin, que ele parava o show no meio, e fazia com que eles ensaiassem as músicas, porque elas não estavam saindo direito. Ele tem feito isso durante toda a sua carreira, desde o primeiro dia. Veja por exemplo a transmissão ao vivo do show de Las Vegas da PopMart. Aconteceu de novo, 20 anos depois, durante Staring at the Sun: “não, não está certo, pára, pára, pára tudo!”. Ao vivo, na TV! Uma das melhores coisas a respeito deles é que eles não acreditam em limites de qualquer tipo. Eles percebem isso como pensamento negativo. Com o Bono, em particular, o imprevisível é o que faz a coisa toda tão excitante.”

Último trecho que achei legal, especialmente o que ele fala sobre o Paul McGuinness:

Em muitos níveis, a banda tem um grupo inteiro de pessoas com as quais eles gostam de estar envolvidos: os amigos de infância do Bono, particularmente Gavin Friday. Paul McGuinness está sempre anotando coisas, ele é um empresário bastante envolvido, provavelmente um dos poucos empresários que assistiu a virtualmente todos os shows que a banda fez em mais de 20 anos. Ele pode ser muito objetivo e muito consciente do que está acontecendo. Ele presta muita atenção ao que acontece nos ensaios, e faz comentários sobre o que vê.

(Edge, McGuiness e Bono, nas gravações do clipe de “With Or Without You”)

Em cada noite em que fazemos um show, há uma primeira parada, onde a banda sai do palco pra respirar um pouco, e Paul sempre está no camarim. Eu estou lá porque tenho que dar as deixas certas e preciso transmitir quaisquer mudanças que aconteçam. Paul sempre entra e fala com o Bono e a banda sobre como está o show ou o que ele pensa do show. Todo santo show, sem falhar nenhum. The Edge é doido por mecanismos, e ele sempre se interessa por novas tecnologias. Bono já vê tudo de uma forma totalmente diferente. Não é a tecnologia: é o que você pode fazer com ela. É uma ferramenta, um brinquedo, um brinquedo bem grande. Edge é mais o músico. Larry, eu acho, gosta das coisas mais simples, que é o que ele faz quando toca bateria. Muito simples, mas muito sólido. Adam é a mesma coisa. Adam é a consciência do grupo, em muitas coisas. Bono sempre diz isso dele. Ele é aquele tipo de pessoa que garante que a gente não faça alguma coisa realmente idiota. Adam é também o responsável pela sugestão e escolha das bandas de abertura nos shows do U2 durante todos esses anos. Larry sempre tomou conta do merchandising do U2, garantindo que os produtos tenham boa qualidade e não sejam caros demais. Eles sempre têm seus papéis na banda.”

Comentários

O imprevisivel realmente faz a diferença, ainda mais se tratando de U2….
Amo, qdo eles improvisam, recomeçam, sempre surpreendendo com algo  inusitado.
Sobre a “grade”…rs….sonho de consumo de qulquer fâ…rs
Quase q eu arranquei umpedaço dela pra mim rsrsr
Amei essa materia…..rs
BjU2

Depois de uma transcrição de vários elogios feitos aos membros da banda no artigo, Sr. Guariba resolve fanfarronear e incluir uma das piores performances do U2 já vistas. Antagônico não!? mostrando a língua

Rss…é verdade… Pe porque ela foi mencionada no texto, achei interessante todos terem visto o mico que foi…rss

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