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29 abril 2011 15:13

por: Márcio Guariba

Live is where we live”… Essa frase dita por Larry Mullen há alguns anos sintetiza muito o que é o U2 e como eles se tornaram a maior banda dos últimos trinta anos. E como eu me apaixonei pela sua música. Principalmente, porque diferente de tantas outras bandas que quando tocam ao vivo querem simplesmente soar exatamente como os seus discos, o U2 se transforma, se reformula. Ganha dimensão, acordes, citações, letras novas e muita, mas muita energia mesmo…

E essa história já começa no período de gestacão da banda, entre 1976 e 1979, quando começaram a compor suas próprias músicas porque não conseguiam tocar a de mais ninguém. Quatro caras, instrumentos toscos e idéias na cabeça.

Durante a primeira turne de divulgação, a do álbum “Boy”, entre 1980 e 1981, Bono era um showman agressivo; escalava estruturas de palco, gritava, fazia mosh… Tudo pra chamar a atenção do maior número de pessoas que pudesse. O set list era coeso, rápido… Mas a faixa que cresceu e que foi transformada ao vivo foi “The Electric Co.”, que tinha como introdução uma pequena outra chamada de “The Cry” que nunca foi gravada. Quer dizer, o riff sim, em; “Is That All?”, do álbum October de 1981.

 Por falar nesse álbum, sua turnê, que aconteceu em 1982 teve outra faixa que melhorava muito ao vivo; “I Threw a Brick Through a Window”. Insonssa no disco, ganhou em energia com a bateria de Larry. Ainda mais, emendada com “A Day Without Me”, uma das melhores do primeiro álbum.

Na turnê do álbum “War”, entre 1982 e 1984, quase todas as músicas melhoraram ao vivo; “New Year’s Day”, “Sunday Bloody Sunday” e, principalmente, “40”. Mas foi um B-Side, lançado no single de “A Celebration”, que acabou ficando marcado nessa fase; “Trash Trampoline and The Party Girl”, que ficou registrada somente como “Party Girl” no EP ao vivo “Under a Blood Red Sky” de 1983 é até hoje uma espécie de ‘mimo’ da banda para os fãs.

Nas tours seguintes, a curta “The Unforgettable Fire Tour”, a participação na “A Conspiracy Of Hope Tour”, juntamente com Peter Gabriel e The Police, a massificada “The Joshua Tree Tour” e a pequena “Lovetown Tour”, começava uma época que cada um dos giros planetários da banda tinha a sua versão de cada música. Muitas, melhoradas ao extremo, outras, simplesmente marcadas como ‘versões definitivas’ dos clássicos. Quase todas cresceram muito ao vivo. Aliás, nessa fase, versões inesquecíveis de “With or Without You” (que ganhou “Shine Like Stars”, uma pequena letra nunca usada em outra faixa por Bono, mas que talvez tenha inspirado “One”, no seu refrão), “I Still Haven’t Found What I’m Looking For”, primeiro, com a citação de “Exodus” de Bob Marley e depois, numa versão sensacional com o coral New Voices of Freedom, do Harlem. “Where The Streets Have No Name”, abrinndo os show já de forma apoteótica. “Desire”, com citação de “1969” dos Stooges. “Exit” com trechos de “Gloria” de Van Morrison. “Silver And Gold”, B-Side que ganhou uma guitarra cortante ao vivo. “A Sort Of Homecoming”, que se tornou mais melodiosa; “Angel Of Harlem” com citação de “Suspicious Minds” de Elvis; “Bad”, na sua versão definitiva, ora com citações de “Walk On The Wild Side” e “Satellite Of Love”, de Lou Reed, ora com citações de “Ruby Tuesday” e “Sympathy for the Devil” dos Stones, e, principalmente, “Pride”. Especialmente a versão registrada no documentário “Rattle And Hum” de 88. Fora as sensacionais covers de “People Get Ready”, “Spring Hill Mining Disaster”, “Helter Skelter”, “Help”, “All Along The Watchtower”, “C’Mon Everybody”… Pra muitos, a melhor fase ao vivo da banda.

Durante a “ZOO TV”, eles brincaram com o coração dos fãs. Tudo é amplificado, melhor. Até as faixas antigas… “Zoo Station” e sua batida metálica; “The Fly”, sincopada e cínica; “Even Better Than The Real Thing” divertidíssima; “Mysterious Ways” que é muito melhor que a original do disco, mais extensa e cheia de teclados… Além das citações de “Love To Love You Baby” de Donna Summer.

Until the End Of The World” é praticamente um hit criado ao vivo. “One” , com letra adicionada ao final e emendada com “Unchained Melody” é de cortar os pulsos. “Numb” e a interação com os telões. “Stay” semi-acústica… “Tryin’ To Throw Your Arms Around The World”, outra que cresceu demais ao vivo. A cover sensacional de “Satellite Of Love”… Até “Dancing Queen”, do Abba foi tocada! Lembrem, “Everything You Know Is Wrong!”… Das antigas, destaque para a furiosa versão de “Bullet The Blue Sky” e a cortante “Runnign To Stand Still”, com guitarras fazendo as vezes dos pianos. Além de “Desire”, totalmente distorcida, que abria as sessões ‘teatrais’ do show. “Daddy’s Gonna Pay For Your Crashed Car” hilária, “Lemon” e seu tom operístico, “Ultra Violet”, outra marcada pela sua versão ao vivo, a corta pulsos “Love Is Blindness”, na minha opinião, a melhor música ao vivo da banda… Além de uma canastra interpretação de “With or Without You” e “Can’t Help Falling in Love”, de Elvis Presley.

Na “PopMart”, de 1997 e 1998, primeira tour que passou por aqui (e eu estava lá, nos dois shows paulistas) as dificuldades de transpor as faixas dos disco para o palco foram imensas. Muitas delas, morreram no caminho (“Miami”, “If God Will Send His Angels”, “Wake Up Dead Man” e “Do You Feel Loved?”), outras, mudaram bastante, com ótimos resultado (“MoFo”, “Gone”, “Staring At The Sun”, “Please…), e outras, nem tanto (“If You Wear That Velvet Dress” e, principalmente, “Discothéque).

MoFo” ao vivo é uma das melhores aberturas de show de todos os tempos. Conectada com o remix de “PopMusik” do Devo, que era usado como introdução, é o maior exemplo de como, quando eles querem, conseguem fazer milagres com uma canção ao vivo.

Na “Elevation Tour”, em 2001, a banda retomou um pouco o descompromisso de um set list fixo, voltando a tocar as músicas de maneira mais segura, sem arriscar versões extremamente diferentes e fez versões fantásticas com algumas delas. “In a Little While” e “Kite”, do então disco de trabalho, “All That You Can’t Leave Behind” de 2000, cresceram muito. “Walk On” também. Ganhou um crescendo e alguns ‘aleluias’ pra encerrar os shows com chave de ouro. Das antigas, uma versão sensacional e diferente de “The Fly” e uma furiosa “Bullet The Blue Sky”, com uma introdução de video usando Charlton Heston, ator famoso em Hollywood pelo seu envolvimento com as leis de posse de armas de fogo nos Estados Unidos, “I Will Follow” e “Out Of Control” também, principalmente as versões lançadas nos dois DVD’s da turne, gravados em Boston e em Dublin.

Na “Vertigo Tour” nada de muito marcante com relação as músicas novas; “City Of Blinding Lights” e “Vertigo” cresceram bastante; “Sometimes You Can’t Make It On Your Own” e “Miracle Drug” ganharam versões lindas; “Original Of The Species” não se encontrou; “All Because Of You”, apesar de ser um rockão com cara de show ao vivo, não empolgou o suficiente para ser fixada nos shows e “Yahweh” ganhou uma versão acústica que melhorou, e muito, sua versão original.

Mas o destaque mesmo, ficou com as faixas antigas… Desde uma versão energética de “Elevation”, com paradinhas que levantavam qualquer estádio; “An Cat Dubh/Into The Heart”, “The Cry/The Electric Co.”, “Gloria” e “The Ocean”, que foram revisitadas e tocadas com o coração na boca; “Miss Saravejo” mostrou que o tio Bono ainda tá em forma (pelo menos na voz) e “Where The Streets Have No Name” ganhou uns ‘ilêaiês” africanos sensasionais… Pena que “One” foi usada como propaganda social e perdeu o seu sentido original.

Na atual tour, a imensa “360”, todas as faixas do álbum “No Line On The Horizon” ficaram sensacionais ao vivo; Já na abertura com “Soon”; na introdução ritmíca de “Breathe”; Na energia de “No Line On The Horizon” e “Get On Your Boots”; Nos coros de “Unknown Caller” e “Magnificent”. Mas a única que cresceu, para o bem ou para o mal, e se transformou foi o remix de “I’ll Go Crazy If I Don’t Go Crazy Tonight”, com Larry tocando bongos sobre uma batida eletrônica pré gravada. Das antigas, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” ganhou a companhia de “Movin’ On Up” do Primal Scream, “Your Blue Room” e “Electrical Storm” estrearam ao vivo, com destaque para a primeira, numa versão que é arte pura, e o retorno de “The Unforgettable Fire”, na melhor versão da música, que não era tocada desde a tour “LoveTown” de 89…

Após uma pausa, a 360 retornou na Europa e na Oceania com muitas modificações. Para os fãs do último disco, péssimas. Saíram “Breathe”, “Unknown Caller” e “No Line On The Horizon”. Nenhuma outra, como as aguardadas “Fez / Being Born” ou “Stand Up Comedy” apareceram. E ainda tiraram “Soon”, a introdução sensacional do show. Além delas, “The Unforgettable Fire”, “Your Blue Room” e “Electrical Storm” foram embora… Mas, em compensação, a banda resolveu fazer algo que não fazia há muito tempo; Tocar material não lançado. Primeiro foi já na abertura dos shows, que agora tem a instrumental “Return Of The Sting Ray Guitar”, com a banda toda no palco com luzes acesas. O rockão “Glastonbury” e a acústica “North Star”, sobra de “All That You Can’t Leave Behind”, já apareceram logo no primeiro show. Depois vieram “Every Breaking Wave”, feita para o último álbum; “Mercy”, numa versão um pouco diferente da lançada na compilação “Unreleased & Rare” de 2004 e, por último, “Boy Falls From Sky”, uma das melhores dessa leva, feita para o musical “Spider-Man:Turn Off The Dark”, que ainda não estreou na Broadway.

/// As Faixas Esquecidas ///Através dos anos, muitas músicas lançadas não viram o palco, por uma série de razões; O único disco que teve todas as suas faixas executadas ao vivo foi “Boy”, obviamente, por ser o primeiro e eles precisavam de repertório. Do seguinte, “October”, “Stranger In A Strange Land” e “Is That All?” nunca foram tocadas. e “Scarlet” só recentemente viu a luz do dia, como introdução de “Walk On” em alguns shows da 360 tour.

Do álbum “War” várias não foram tocadas. Uma em especial; “Drowning Man”, linda balada com violinos e violões que até chegou a ser ensaiada para a primeira parte da 360, mas que ainda não estreou. Outras do disco não tocadas foram “Red Light” e “The Refugee”, ambas, experimentações que realmente ficariam esquisitas ao vivo.

Elvis Presley And America” e “Promenade” são as duas não tocadas de “The Unforgettable Fire”. A segunda é uma pena. Já imaginei ela várias vezes como ponte para “Where The Streets Have No Name”. Outras duas faixas foram pouco executadas; “Wire” e “Indian Summer Sky”. “4th of July” foi apenas utilizada como intro para as apresentações da “Joshua Tree Tour”.

Por falar nesse álbum, só “Red Hill Mining Town” não foi tocada ao vivo. Bono usou a desculpa do tom muito alto da sua voz.

Do “Rattle and Hum”, “Heartland” é a faltante. Uma pena.

Achtung Baby!” tem uma pérola esquecidas; “Acrobat”; uma ‘fan-favorite’ que é aguardada com avidez por muita gente. “So Cruel” foi outra faixa pouco tocada, e mesmo assim, de maneira acústica.

Zooropa” teve “Some Days Are Better Than Others” abandonada. A faixa-título e “Babyface” também foram pouquíssimo executadas. Se é que podemos contar a cortada versão de “Zooropa” que eles fizeram. “Ah! mas e The Wanderer”, com Johnny Cash?” Você perguntaria… Durante a “Vertigo Tour”, uma homenagem foi feita no tributo ao cantor. E ficou inesquecível;

Pop” contribui pra essa lista com a delicada “The Playboy Mansion”.

All That You Can’t Leave Behind” tem três faixas não tocadas; Outra fan favorite, “When I Look At The World”, que não foi executada com a desculpa de que Edge não se lembrava de como tirou o som da guitarra, “Grace” e “Peace On Earth”, que só foi usada algumas vezes com introdução de “Walk On”… Tinha tudo pra crescer ao vivo. “Wild Honey” é outra praticamente esquecida; Só foi tocada duas vezes em toda a turne.

How To Dismantle An Atomic Bomb” foi tocado quase inteiro. Duas faixas ficarão de fora; “A Man And A Woman”, que no seu formato acústico poderia ter feito parte dos sets que a banda costuma fazer, e “One Step Closer”, que é praticamente uma vinheta. “Crumbs From Your Table”, uma jóia, também foi tocada poucas vezes.

Agora, em se tratando de faixas esquecidas, ninguém bate “No Line On The Horizon”. “White As Snow”, “Stand Up Comedy”, “Fez (Being Born) e “Cedars Of Lebanon” estão no limbo, enquando “I’ll Go Crazy If I Don’t Go Crazy Tonight”, só foi tocada na sua forma original com frequencia na promo tour.

(Nota; Uma raridade ao vivo é “Night And Day”, tocada somente uma vez. Aqui vai o áudio)

Agora, pra fechar, um top 20 das minhas versões favoritas ao vivo;

  1. Love Is Blindness” (“ZOO TV Tour”)
  2. Bad” (“The Joshua Tree Tour”)
  3. Mysterious Ways” (“ZOO TV Tour”)
  4. Zoo Station” (“ZOO TV Tour”)
  5. MoFo” (“PopMart Tour”)
  6. The Fly” (“ZOO TV Tour”)
  7. Pride (In The Name Of Love)” (“The Joshua Tree Tour”)
  8. Running To Stand Still” (“ZOO TV Tour”)
  9. I Still Haven’t Found What I’m Looking For” / “Exodus” (“The Joshua Tree Tour”)
  10. Exit” (“The Joshua Tree Tour”)
  11. Gone” (“PopMart” Tour)
  12. One” / “Unchained Melody” (“ZOO TV Tour”)
  13. Bullet The Blue Sky” (“Elevation Tour”)
  14. Where The Streets Have No Name” (“Vertigo Tour”)
  15. Ultra Violet (Light My Way)” (“ZOO TV Tour”)
  16. With Or Without You” (“The Joshua Tree Tour”)
  17. Staring At The Sun” (“PopMart Tour”)
  18. The Cry” / “The Electric Co.” (“Boy Tour”)
  19. The Unforgettable Fire” (“360 Tour”)
  20. The Fly” (“Elevation Tour”)

E você? Quais são as suas versões favoritas ao vivo? Deixe nos comentários!

Comentários

De fato, o U2 consegue reiventar muitas de suas músicas ao vivo. Pra mim, atualmente o melhor exemplo é “Crazy tonight”. Torci o nariz quando ouvi a minha música predileta do No line completamente desfigurada…. Mas esperem até ouvi-la ao vivo…. dá pra sentir o estádio pulsando ao som do bongô manejado pelo Larry e é impossível não se contagiar e pular feito louco! Outra que curto muito é “Wake up dead man” na versão Slane (um dos meus shows prediletos – emoção pura) e “where the streets” do mesmo show. Ah, “moment of surrender”, embora não tenha ganhado versão diferente da de estúdio, é uma música com uma tremenda força ao vivo, quase uma oração. Perfeita para encerrar a missa…rs….

Guaribones…

Animal a matéria!!! Parabéns!!!
Sei que vc tem muitos mais pra postar… rs
E que vc lembrou de mim logo no começo… “The Electric Co”!
Que eu sonho ouvir ao vivo, mas acho que vai ser sonho mesmo…
Assim como tantas outras marcantes como Acrobat! Ju, agora eu que lembrei de você!
Por enquanto é isso…
Aguardo mais matérias!

Também acho uma pena que algumas músicas do No Line tenham saído do set list, o álbum é tão bom e concordo que as músicas ao vivo funcionaram muito bem. Poxa, tem tanta, mas tanta música deles que gostaria de ouvir nos shows daqui… mas como ando bem nostálgica, gostaria de ouvir A Day Without Me e Out of Control… mas acho que estou sonhando demais.

Aí vai meu TOP 20. É impossível não deixar incríveis versões de fora da lista.

1 – Where The Streets Have No Name (versão Slane Castle)
2 – Ultraviolet (Light My Way) (versão Zoo TV)
3 – Until The End Of The World (versão DVD The Best of 1990-2000)
4 – With or Without You (versão Rattle And Hum)
5 – Party Girl (versão Under A Blood Red Sky)
6 – All Along The Watchtower (versão Rattle And Hum)
7 – Who’s Gonna Ride Your Wild Horses (versão acústica Miami 2001)
8 – The Fly (versão DVD em Boston)
9 – The Cry / The Electric Co. (versão Under A Blood Red Sky)
10 – Party Girl (versão Los Angeles 1987)
11 – Please (MTV European Video Music Awards 1997)
12 – Love is Blindness / Can’t Help Falling In Love (versão DVD em Sydney)
13 – Pride (versão Rattle And Hum)
14 – A Day Without Me (versão Under A Blood Red Sky)
15 – Where The Streets Have No Name (versão Rattle And Hum)
16 – Sunday Bloody Sunday (versão Under A Blood Red Sky)
17 – Stuck In A Moment You Can’t Get Out Of (Brasil 2006)
18 – Moment Of Surrender (360º Tour)
19 – Gloria (versão Under A Blood Red Sky)
20 – The Fly (versão DVD em Chicago)

+- de cabeça, sem ordem de preferência:

New York (Elevation Tour)
The Fly (ZooTV)
Please (PopMart)
Even Better Than The Real Thing (PopMart)
Bullet The Blue Sky (ZooTV)
Running to Stand Still (ZooTV)
Where the Streets Nave No Name (Vertigo Tour)
New Year’s Day (Under a Blood Red Sky)
Unknown Caller (360)
I Will Follow (PopMart)
Out of Control (Elevation Tour Slane Castle)
Ultraviolet (360)
City of Blinding Lights (Vertigo Tour)
Bad (Live Aid)
Stay (ZooTV)
Gone (PopMart)
Stuck In a Moment (Elevation Tour – Boston DVD)
Beautiful Day (Live 8)
Until The End Of The World (PopMart)
Last Night On Earth (PopMart)

PS: Não fui na PopMart.

 Ao vivo todas são perfeitas.Com todo respeito e amor a 360 graus tour, a “elevation tour” amo demais o disco “all that you can’t leave behind”, o “the joshua tree”, nem parece que é um disco  de studio parece junção das melhores.porém eu acho que nada se compara ao “how to dismantle an atomic bomb” e a” vertigo tour”, foi uma época maravilhosa. o dvd ” live from chicago” é perfeito!!!

Faltou uma menção a uma das melhores músicas do U2 ao vivo: Last Night On Earth… E acredito que ao vivo, NLOTH tenha perdido boa parte do seu impacto, por isso muitas faixas foram cortadas. Falto Stand Up Comedy, essa seria de arrebentar

daddy's gonna pay for your crashed car

Baixei uma dessas raras versões de I”ll Go Crazy” tocada na sua forma original  ainda na época do lançamento do No line executada na “Fordham University”. Alguém sabe onde é ou tem algum conhecimento adicional sobre esse “show”?  Heartland está no top dos sonhos de muitos fãs, junto de Acrobat! Ainda gostaria de ouvir e ver ao vivo um lado b predileto,  “Spanish Eyes” que sei que foi tocada na Joshua Tree tour! E mais uma pergunta se alguém puder ajudar: “Sweetest Thing” foi executada alguma vez? Abraços….

daddy’s gonna pay for your crashed car http://www.ultraviolet-u2.com/comentarios/402/

Baixei uma dessas raras versões de I”ll Go Crazy” tocada na sua forma original  ainda na época do lançamento do No line executada na “Fordham University”. Alguém sabe onde é ou tem algum conhecimento adicional sobre esse “show”?  Heartland está no top dos sonhos de muitos fãs, junto de Acrobat! Ainda gostaria de ouvir e ver ao vivo um lado b predileto,  “Spanish Eyes” que sei que foi tocada na Joshua Tree tour! E mais uma pergunta se alguém puder ajudar: “Sweetest Thing” foi executada alguma vez? Abraços….

Então, respondendo as suas dúvidas;

“Crazy Tonight”, em sua versão original, foi tocada quatro vezes; 
Dia 4 de março, no programa do David Letterman, dia 6 de março, na Fordhan University e dia 11 de março no Somerville Theater, todas, na promo tour. 
Durante a ‘360’, somente no terceiro show em Barcelona, dia 2 de julho de 2009, quando foi tocada nos dois formatos para a gravação do vídeo.
Com relação ao show na Fordhan University, você encontra um bootleg em ótima qualidade no site U2Start. O set list foi;

1. “Get On Your Boots”
2. “Magnificent”
3. “I’ll Go Crazy If I Don’t Go Crazy Tonight”
4. “Beautiful Day”
5. “Breathe”
6. “Vertigo”

“Spanish Eyes” não foi só tocada na “The Joshua Tree Tour”. Até na ‘360’ ela apareceu. No total, ela já foi tocada 16 vezes; 13 na “TJT Tour” e as outras 3 sempre na Espanha; “Zoo TV”, 14/05/92, “Elevation Tour”, 08/08/2001 e a última em San Sebastian, na ‘360’, dia 26/09/2010.

“Sweetest thing” foi bastante executada durante a “Elevation Tour”; Foram 30 apresentações da canção inteira (29 na turnê e 1 na promo tour) e duas citações, ainda na “Lovetown Tour”, nos shows de Paris e Tokyo, ainda em 89.

Estas e outras informações, você pode conseguir no U2Gigs…eu já perdi horas vendo set lists lá…

Espero ter ajudado!

daddy's gonna pay for your crashed car

daddy’s gonna pay for your crashed car http://www.ultraviolet-u2.com/comentarios/402/

Baixei uma dessas raras versões de I”ll Go Crazy” tocada na sua forma original  ainda na época do lançamento do No line executada na “Fordham University”. Alguém sabe onde é ou tem algum conhecimento adicional sobre esse “show”?  Heartland está no top dos sonhos de muitos fãs, junto de Acrobat! Ainda gostaria de ouvir e ver ao vivo um lado b predileto,  “Spanish Eyes” que sei que foi tocada na Joshua Tree tour! E mais uma pergunta se alguém puder ajudar: “Sweetest Thing” foi executada alguma vez? Abraços….

Então, respondendo as suas dúvidas;

“Crazy Tonight”, em sua versão original, foi tocada quatro vezes; 
Dia 4 de março, no programa do David Letterman, dia 6 de março, na Fordhan University e dia 11 de março no Somerville Theater, todas, na promo tour. 
Durante a ‘360’, somente no terceiro show em Barcelona, dia 2 de julho de 2009, quando foi tocada nos dois formatos para a gravação do vídeo.
Com relação ao show na Fordhan University, você encontra um bootleg em ótima qualidade no site U2Start. O set list foi;

1. “Get On Your Boots”
2. “Magnificent”
3. “I’ll Go Crazy If I Don’t Go Crazy Tonight”
4. “Beautiful Day”
5. “Breathe”
6. “Vertigo”

“Spanish Eyes” não foi só tocada na “The Joshua Tree Tour”. Até na ‘360’ ela apareceu. No total, ela já foi tocada 16 vezes; 13 na “TJT Tour” e as outras 3 sempre na Espanha; “Zoo TV”, 14/05/92, “Elevation Tour”, 08/08/2001 e a última em San Sebastian, na ‘360’, dia 26/09/2010.

“Sweetest thing” foi bastante executada durante a “Elevation Tour”; Foram 30 apresentações da canção inteira (29 na turnê e 1 na promo tour) e duas citações, ainda na “Lovetown Tour”, nos shows de Paris e Tokyo, ainda em 89.

Estas e outras informações, você pode conseguir no U2Gigs…eu já perdi horas vendo set lists lá…

Espero ter ajudado!

Márcio, muitíssimo obrigado camarada! Tu és um cara 10 pela boa vontade e bondade com os outros fãs gastando horas como disseste conseguindo informações preciosas! Valeu, abraço!

Márcio, muito legal esse artigo. Concordo com a maioria das tuas escolhas. Só me permito fazer uma pequena correção: que eu saiba Mercy nunca teve um lançamento oficial (como citado, no Unreleased & Rare). Na verdade ela vazou na rede, e a origem seria um cd demo com uma versão anterior do HTDAAB. Imediatamente virou cult entre os fãs, e muitos não gostaram da versão modificada, apresentada ao vivo nos shows do ano passado. Eu gostei maisda nova versão. A anterior, apesar da letra muito linda, tinha problemas estruturais e de arranjo, era claramente um demo. Essa música é tão cult, até mesmo pra eles, que boa parte da letra dela, manuscrita com aqueles garranchos do Bono, aparece no livro da edição especial do HTDAAB, o que pra mim é a prova de que ela ía sim fazer parte do álbum. Torço pra que uma versão definitiva ainda seja lançada. 
MT

Márcio, muito legal esse artigo. Concordo com a maioria das tuas escolhas. Só me permito fazer uma pequena correção: que eu saiba Mercy nunca teve um lançamento oficial (como citado, no Unreleased & Rare). Na verdade ela vazou na rede, e a origem seria um cd demo com uma versão anterior do HTDAAB. Imediatamente virou cult entre os fãs, e muitos não gostaram da versão modificada, apresentada ao vivo nos shows do ano passado. Eu gostei maisda nova versão. A anterior, apesar da letra muito linda, tinha problemas estruturais e de arranjo, era claramente um demo. Essa música é tão cult, até mesmo pra eles, que boa parte da letra dela, manuscrita com aqueles garranchos do Bono, aparece no livro da edição especial do HTDAAB, o que pra mim é a prova de que ela ía sim fazer parte do álbum. Torço pra que uma versão definitiva ainda seja lançada. 
MT

O ‘Unreleased & Rare’ é um lançamento oficial, parte do “The Complete U2”, que foi vendido pelo Itunes junto com o show “Love:Live From Point Depot” e o “Early Demos”. Não existe em formato ‘físico’…

Márcio, ainda acho que há um engano. Eu tenho o booklet digital que apresentava o The Complete U2, lançado com a primeira edição do U2 iPod (não tenho os arquivos de áudio, no entanto, não tinha iPod na época) e o track list do Unreleased & Rare não contém Mercy. Está na página 39 do booklet de 42 páginas. A confusão surgiu porque o vazamento de Mercy aconteceu mais ou menos na mesma época. Note que a própria banda se referiu a essa música como inédita quando a tocaram em 2010.

Eu conheço a garota que “descobriu” Mercy acidentalmente. Ela é da California, chama-se Marisa, e faz parte de um grupo de discussão sobre o U2 de que ainda participo. A música estava num cd demo do HTDAAB. Um amigo dela, de uma banda cover do U2, teria conseguido com o próprio Bono. O arquivo de áudio original que circulou pela net na época foi feito por ela (não é muito bom, diga-se de passagem). Aos poucos foram surgindo áudios melhores, a partir daquele original. Essa é a história de Mercy que conheço.
MT

Márcio, ainda acho que há um engano. Eu tenho o booklet digital que apresentava o The Complete U2, lançado com a primeira edição do U2 iPod (não tenho os arquivos de áudio, no entanto, não tinha iPod na época) e o track list do Unreleased & Rare não contém Mercy. Está na página 39 do booklet de 42 páginas. A confusão surgiu porque o vazamento de Mercy aconteceu mais ou menos na mesma época. Note que a própria banda se referiu a essa música como inédita quando a tocaram em 2010.

Eu conheço a garota que “descobriu” Mercy acidentalmente. Ela é da California, chama-se Marisa, e faz parte de um grupo de discussão sobre o U2 de que ainda participo. A música estava num cd demo do HTDAAB. Um amigo dela, de uma banda cover do U2, teria conseguido com o próprio Bono. O arquivo de áudio original que circulou pela net na época foi feito por ela (não é muito bom, diga-se de passagem). Aos poucos foram surgindo áudios melhores, a partir daquele original. Essa é a história de Mercy que conheço.
MT

É verdade MT. Falha minha. É que eu tenho esse arquivo de MP3 no Unreleased & Rare, faixa 19. Nunca havia me dado conta que nos track lists dos sites ela não constava… Não sabia dessa história 😉

Acho que a versão do “Wide Awake In Europe” funciona meio que como as versões de ‘Bad” e “A Sort Of Homecoming”… Até porque, o “Wide Awake In America” seria o single de “Bad” e o “In Europe”, o de “Moment Of Surrender”…

Márcio, engraçado que eu também baixei em mp3 um arquivo único que seria dos Unreleased & Rare do iTunes e lá incluiram também Mercy. Daí me entusiasmei na época pensando que eles finalmente tinham lançado a música e que o áudio seria melhor do que o original que eu tinha….e era exatamente o mesmo. Foi aí que resolvi conferir no booklet digital.

Legal essa tua comparação entre WAIA e WAIE. Sabe o que eu vou fazer? Uma playlist no meu iPod juntando os dois sorriso
MT

Amo tudo que o u2 faz, mas nunca me conformei com eles terem deixado de tocar  “i’ll go crazy if i don’t go crazy tonight” na versão normal, quando vi que eles só a tocavam remixada fiquei muito triste, é a música mais bonita do “No line…” não sei porque mudaram, a música tem uma linda melodia na guitarra do Edge, alguns efeitos, tudo isso foi acabado nessa  versão remix que nem parece u2!!!

Márcio Guariba Autor

Amo tudo que o u2 faz, mas nunca me conformei com eles terem deixado de tocar  “i’ll go crazy if i don’t go crazy tonight” na versão normal, quando vi que eles só a tocavam remixada fiquei muito triste, é a música mais bonita do “No line…” não sei porque mudaram, a música tem uma linda melodia na guitarra do Edge, alguns efeitos, tudo isso foi acabado nessa  versão remix que nem parece u2!!!

Eu achei corajoso da parte deles fazerem esta versão. Não acho a música tudo isso, só uma boa balada pop, que pra mim destoa do resto do disco (assim como ‘Get On Your Boots’) que é contemplativo e maduro. Acho que ambas caberiam melhor num ‘Best Of’. 
Pra quem foi nos shows viu como o remix levanta o astral… Acho que o saldo final é positivo…

eu achava q when i look at the world tinha sido tocada na elevation triste
achei um áudio dela sendo tocada “por cima” de Bad 

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