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27 abril 2011 10:09

por: Márcio Guariba

“U2:Duals” (E outras parcerias…)

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Álbuns

Ontem, depois de quase sete meses de assinatura do U2.com, chegou aqui em casa “Duals”, novo presente dado aos fiéis fãs que pagam cinquenta doletas pela assinatura anual do site. O CD dá continuidade a série de lançamentos exclusivos que a banda vem fazendo nos últimos anos. Na verdade, a história começou com “Melon:Remixes For Propaganda”, de 1994. Só que na época, os contemplados eram os assinantes da revista oficial do fã-clube da banda, a “Propaganda”. A série continuou em 2000, com o lançamento de “Hasta La Vista, Baby”, um EP com algumas faixas do show mexicano da “Popmart”, e desde 2005, com um lançamento por ano; “U2.Communication”, “Zoo TV Live”, “Go Home!: Live From Slane”, “Medium, Rare and Remastered” e “Artificial Horizon”. Com exceção do último, nenhum continha material inédito. E a medida parece ter continuado nesse aqui.

Quase nada é ‘realmente’ novo. Tirando a versão nas coxas feita para “Amazing Grace” e “Where The Streets Have No Name”, em um dueto mequetrefe com o Soweto Gospel Choir, nada é totalmente inédito. Se é que podemos considerar essa versão inédita, já que o que eles fizeram foi pegar a versão ao vivo gravada para o DVD “360 Live At The Rosebowl”, tirar o áudio do público e mesclar com as vozes do coral. Ficou bonito, mas sem o mínimo de capricho. Custava terem perdido uns dois dias pra gravar uma verdadeira versão inédita das canções?

A maioria do disco é formada por parcerias que já são muito conhecidas pelos fãs. Lembre-se, é um presente para FÃS mesmo, então poderia ser algo mais diferente. Não que ouvir a sensacional “The Wanderer”, com Johnny Cash, ou “Miss Saravejo” pela enésima vez com Pavarotti e Brian Eno seja um suplício, mas existem outras versões das mesmas canções que nunca foram editadas em conteúdos oficiais do U2, como a versão da primeira feita para a trilha sonora do filme “Tão Longe, Tão Perto”, de Wim Wenders e a versão ao vivo gravada com Pavarotti, que só saiu no lado B do single da canção.

Algumas outras canções são dispensáveis pelo simples fato de serem muito recentes; “The Saints Are Coming”, cover do Skids gravada com o Green Day para a coletânea “18 Singles” e a versão de “One” gravada com Mary J. Blidge são de 2006. “Falling At Your Feet”, com Daniel Lanois está na trilha de “Million Dollar Hotel”, que todo fã do U2 tem. “Drunk Chicken America”, que foi lançada recentemente na edição de aniversário de “The Joshua Tree”, em 2007, nada mais é que uma base eletrônica tosca enquanto o poeta Beatnik Allen Ginsberg recita seu poema “America” por cima. Sem falar de “When Love Comes To Town”, com BB King, que é de um álbum oficial da banda. Ela facilmente poderia ter sido substituída pela versão ao vivo lançada no álbum digital “Love:Live From Point Depot”, gravado em Dublin em 1989.

Slow Dancing”, garavada com Willie Nelson, é um b-side da fase “Pop” e até justifica a sua edição aqui. “I’m Not Your Baby”, com Sinead O’Connor, feita para a trilha do filme “O Fim da Violência” nunca havia sido lançada pelo U2, somente uma versão instrumental, como B-Side do single de “Please”. Na minha opinião, a melhor faixa do disco, dentre as que já haviam sido lançadas.

Outras duas faixas que se justificam nessa coletânea são “The Ballad Of Ronnie Drew”, faixa escrita por Bono em homenagem ao cantor folk irlandês citado no título, gravada com um time de artistas locais, como Andrea Corr, Shane McGovan e Sinead O’Connor e lançada como single em 2008, com renda beneficiente e “Stranded”, canção co-escrita por Bono, Edge e Jay Z, com participação de Rihanna, lançada em 2010 para arrecadar fundos para as vítimas do terremoto no Haiti. Não são músicas que estariam em colêtaneas imaginadas por fãs, mas valem o acréscimo.

Duas faixas ao vivo valem a edição; Primeiro, o dueto com Jay Z em Auckland, durante a passagem da ‘360’  na Oceania. O rapper estava abrindo os shows e, durante “Sunday Bloody Sunday”, subia para um rap com citações de “Get Up Stand Up”, de Bob Marley. E em segundo, a sensacional parceria com Mick Jagger em “Stuck In A Moment you Can’t Get Out Of”, gravada na festa de aniversário de 25 anos do “Rock’N’Roll Hall Of Fame”. Pra quem não sabe, Jagger estava escalado para cantar na faixa original e chegou a gravar a sua participação. Porém, na edição final, ela foi cortada.

Aliás, existe uma semelhança incrível com uma música dos próprios Rolling Stones nessa faixa. Ouçam “Beast Of Burden”, do álbum “Some Girls”, de 1978, e vejam também a versão com Jagger da faixa. Dá até pra fazer um ‘snippet’ de uma na outra. Aliás, outras faixas de “All That You Can’t Leave Behind” têm bastante influência dos Stones, como “Wild Honey” e “In A Little While”.

OUTRAS FAIXAS
Agora, fazendo aquele exercício de imaginação, como poderia ter sido esse “Duals”, com um pouquinho mais de boa vontade em negociar os direitos com outras gravadoras e, quem sabe, com novas gravações?

Primeiro, temos várias faixas lançadas por outros artistas dais quais Bono ou o U2 participaram. Muitas, são favoritas dos fãs.

Slide Away”, parceria de Bono com o ex-INXS Michael Hutchence é uma das melhores. Meio eletrônica, tem mais a cara do U2 do que do INXS. Lançada no auto-intitulado álbum solo do cantor, em 1999.

Em “Joy”, temos Bono e Mick Jagger numa balada rock/soul de primeira. A faixa foi a troca de favores pelo pai do Lucas ter participado de “All That Can’t You Leave Behind”. Mesmo sem ter usado a participação, Bono foi lá gravar a sua parte, que foi lançada no álbum “Goddess in The Doorway”, em 2001.

Há ainda “In a Lifetime”, distante parceria de Bono com a banda irlandesa Clannad, lançada em 1985.

Outro que fez muitas parcerias com a banda foi Gavin Friday. Quatro faixas foram lançadas oficialmente; “Elvis Ate America”, no álbum “Original Soundtracks One”, do Passengers em 95, “Children Of The Revolution”, cover da banda de Glam Rock T-Rex para a trilha do filme “Moulain Rouge”, em 2001 e duas canções para a trilha de “Em Nome do Pai”, em 1994; “Billy Boola” e “In The Name Of The Father”, minha preferida;

Há ainda uma série de parcerias menores, como o dueto ‘virtual’ com Marvin Gaye em “Save The Children”, de 1995. “Let The Good Times Roll”, com Stevie Wonder, Ray Charles e Quincy Jones, para o álbum solo do último, também em 95. “Give Me Back My Job”, para o álbum de Carl Perkins lançado em 96, em parceria com Johnny Cash e Willie Nelson. “What’s Going On?”, cover de Marvin Gaye em parceria com Chris Martin do Coldplay. “Don’t Give Up”, cover de Peter Gabriel em parceria com Alicia Keys. “46664”, com Joe Strummer e Dave Stewart (ex Clash e Eurythmics, respectivamente), feita para o aniversário de Nelson Mandela. Sem falar de “I’ve Got You Under My Skin”,  com Frank Sinatra, “Summer Wine” e “When The Stars Go Blue” (Covers de Lee Hazzelwood e Ryan Adams, respectivamente) gravadas ao vivo com o Corrs, “I Wanna Be Around”, com Tony Bennet, “Kids”, com Kylie Minogue, “New Day”, com Wyclef Jean, “Tower Of Song”, com Leonard Cohen, “American Prayer”, com Beyoncé e Dave Stewart e uma versão de “Love Rescue Me”, lançada como B-Side de “Angel Of Harlem”, com participações de Ziggy Marley e Keith Richards… Além de várias outras participações não só de Bono, mas dos outros membros da banda.

Existem ainda algumas faixas que foram usadas em filmes que nunca foram lançadas comercialmente, nem nas trilhas dos respectivos; “Don’t Come Knocking”, de Bono com Andrea Corr, feita para o filme de mesmo nome, de 2005 e “Love Is In Need Of Love Today”, com Stevie Wonder de 2007.

PARCERIAS DOS SONHOS?
Seria muito legal ver o U2 gravando covers ou participando de álbuns de alguns artistas. Uma das minhas parcerias favoritas, e que realmente aconteceu, é a versão de “Love Will Tear Us Apart”, gravada ao vivo no Canadá, com o Arcade Fire. Outra ótima, é “In A Little While”, com Brandon Flowers, vocalista do Killers.

Além dessas, adoraria ver a banda junto com David Bowie para alguma versão de “Heroes”, ou de “Space Oddity”, usada pela banda durante a ‘360’. Ou mesmo uma versão oficial de “Satellite Of Love” com Lou Reed, já que a versão utilizada durante a “Zoo TV” era pré-garavada. O mesmo acontece com Sinead O’Connor e sua participação em “Your Blue Room”, que ficou linda.

A minha lista ficaria assim;

1. “The Wanderer” (Soundtrack Version), U2 & Johnny Cash
2. “I’ve Got You Under My Skin”, Bono & Frank Sinatra
3. “Slide Away”, Bono & Michael Hutchence
4. “Tower Of Song”, U2 & Leonard Cohen
5. “Satellite Of Love” (Gravada em estúdio), U2 & Lou Reed
6. “In A Little While”, (Gravada em estúdio), U2 e Brandon Flowers
7. “Don’t Give Up”, Bono & Alicia Keys
8. “In a Lifetime”, Bono & Clannad
9. “Your Blue Room” (Gravada em Estúdio), U2 & Sinead O’Connor
10. “Stuck In A Moment you Can’t Get Out Of” (Ao Vivo), U2 & Mick Jagger
11. “American Prayer” (Ao Vivo), U2, Beyoncé e Dave Stewart
12. “In The Name Of The Father”, Bono & Gavin Friday
13. “Don’t Come Knocking”, Bono & Andrea Corr
14. “46664”, Bono, Joe Strummer e Dave Stewart
15. “When Love Comes To Town”, (Live) U2 & BB King Band
16. “Love Will Tear us Apart” (Live), U2 & Arcade Fire
17. “One”, U2 & Mary J.Blidge
18. “Kids” (Live), Bono & Kylie Minogue
19. “Give Me Back My Job”, Bono, Carl Perkins, Johnny Cash e Willie Nelson
20. “Love Is In Need Of Love Today”, Bono & Stevie Wonder

E pra vocês? Como seria um álbum perfeito de parcerias do U2 com outros artistas? Vale tanto coisas já lançadas quanto idéias malucas… Deixem suas opiniões nos comentários… 

N.E.; Eu fiz um videozinho tosco e com áudio sem sincronia mostrando o “U2:Duals”, com alguns comentários. Quem quiser assistir, clique aqui.

Comentários

Marcio,

Eu colocaria nessa sua lista mais 2 músicas do 25th Rock’N’Roll Hall Of Fame, são elas:

– Because the Night w/ Bruce Springsteen and Patti Smith
– I Still Haven’t Found What I’m Looking For w/ Bruce Springsteen

E talvez: Gimme Shelter w/ Mick Jagger, Fergie, and will.i.am

Abç
PH

ce devia substituir o McGuiness, Márcio!! Menos pragmatismo capitalista e mais mimar seus fãs!
E gosto é gosto né, você achou legal a participação do Jay-Z em SBS, eu achei uma m…, muito pior que Seu Jorge..!!

ce devia substituir o McGuiness, Márcio!! Menos pragmatismo capitalista e mais mimar seus fãs!
E gosto é gosto né, você achou legal a participação do Jay-Z em SBS, eu achei uma m…, muito pior que Seu Jorge..!!

Rss… É verdade… Eu gosto do Jay Z e achei que ficou interessante… Nada demais…

Podia constar nesse Duals a música SWEEET FIRE OF LOVE, na qual Bonão faz uma participação. A música é do Robbie Robertson:



Realmente, eu contaria com:
 I Still Haven’t Found What I’m Looking For w/ Bruce Springsteen ….
Fantástico
BjU2

belo texto.

Uma duvida: a versão soundtrack de The Wanderer tem apenas mais tempo?
Nao consegui perceber muitas diferenças.

belo texto.

Uma duvida: a versão soundtrack de The Wanderer tem apenas mais tempo?
Nao consegui perceber muitas diferenças.

Sim, ela é mais longa e com a letra um pouco diferente da original. Coisa de nerd 😉

belo texto.

Uma duvida: a versão soundtrack de The Wanderer tem apenas mais tempo?
Nao consegui perceber muitas diferenças.

Sim, ela é mais longa e com a letra um pouco diferente da original. Coisa de nerd 😉

Ah legal!
Nao tinha percebido os detalhes.
Obrigado.

I went out walking through streets paved with gold
Lifted some stones, saw the skin and bones
Of a city without a soul
I went out walking under an atomic sky
Where the ground won’t turn and the rain it burns
Like the tears when I said goodbye.
Yeah, I went with nothing, nothing but the thought of you.
I went wandering.
I went drifting through the capitals of tin
Where men can’t walk or freely talk
And sons turn their fathers in.
I stopped outside a church house
Where the citizens like to sit.
They say they want the kingdom
But they don’t want God in it.
I went out riding down that old eight-lane
I passed a thousand signs looking for my own name.
I went with nothing but the thought you’d be there too,
Looking for you.
I went out there in search of experience
To taste and to touch and to feel as much
As a man can before he repents.
I went out searching, looking for one good man
A spirit who would not bend or break
Who would sit at his father’s right hand.
I went out walking with a bible and a gun
The word of God lay heavy on my heart
I was sure I was the one.
Now Jesus, don’t you wait up, Jesus I’ll be home soon.
Yeah, I went out for the papers, told her I’d be back by noon.
Yeah, I left with nothing but the thought you’d be there too
Looking for you.
Yeah, I went with nothing, nothing but the thought of you.
I went wandering.

“The Wanderer” (soundtrack version)
I went out walking through streets paved with gold
Lifted some stones
Saw the skin and bones of a city without a soul
I went out walking under an atomic sky
Where the ground won’t turn and the rain
It burns like the tears when I said goodbye

Yeah I went with nothing
Nothing but the thought of you
I went wandering

I went drifting through the capitals of tin
Where men can’t walk or freely talk 
And sons turn their fathers in
I stopped outside a church house 
Where the citizens like to sit
They say they want the kingdom 
But they don’t want God in it

I went out with nothing
Nothing but the thought of you
I went wandering

I went out walking down that widening road 
Where no one’s trusting no one 
And conscience, a too heavy load
I went out riding down that old eight lane
I passed by a thousand signs 
Looking for my own name

I went with nothing 
But the thought you’d be there too
Looking for you

I went out there in search of experience
To taste and to touch and to feel 
As much as a man can before he repents

I went out seraching, looking for one good man
A spirit who would not bend or break
Who would sit at his father’s right hand
I went out walking with a bible and a gun
The word of God lay heavy on my heart
I was sure I was the one
Now Jesus, don’t you wait up
Jesus I’ll be home soon
Yeah, I went out for the papers
Told her I’d be back by noon

Yeah, I left with nothing 
But the thought you’d be there too
Looking for you
Yeah, I left with nothing
Nothing but the thought of you
I went wandering

Comentei num post anterior aqui no site que, na minha opinião, Duals funciona bem como álbum, então não estou tão insatisfeita. Mas atendendo ao convite do Guariba, eu acrescentaria à lista dele também Rockin in the Free World (Live) com Bono, Edge e Pearl Jam, gravado na Austrália no finalzinho da Vertigo Tour em 2006.
Gosto demais também da lindíssima Dreaming With Tears in My Eyes, do álbum The Songs of Jimmy Rodgers, com Bono e Larry, mas esse caso se enquadraria mais em covers com o U2, e não em parcerias com é a proposta do Duals.

MT

daddy's gonna pay for your crashed car

Comentei num post anterior aqui no site que, na minha opinião, Duals funciona bem como álbum, então não estou tão insatisfeita. Mas atendendo ao convite do Guariba, eu acrescentaria à lista dele também Rockin in the Free World (Live) com Bono, Edge e Pearl Jam, gravado na Austrália no finalzinho da Vertigo Tour em 2006.
Gosto demais também da lindíssima Dreaming With Tears in My Eyes, do álbum The Songs of Jimmy Rodgers, com Bono e Larry, mas esse caso se enquadraria mais em covers com o U2, e não em parcerias com é a proposta do Duals.

MT

“Rockin in the Free World (Live)”…tirou as palavras da minha boca! Concordo com o que foi dito sobre “Where The Streets…” E poderia ter “Tower Of Song” com Leonard Cohen…acabei de ouvi-lo (um vizinho de condominío recebeu por mim duratne a semana quando não estava em casa). Fiquei bem satisfeito com o mimo, embora as ressalvas. Stuck In A Moment” com o Mick, grande momento. E com um aúdio 10, ao contrário do que se encontra na rede!

Só pelo fato do Marcio ter citado Slide Away e In a lifetime já me valia a pena ter o CD Duals feito por ele. Uma das primeiras músicas (não-oficiais) do U2 que peguei no começo dos anos 2000!

Inclusive pensei em pegar música por música da lista e fazer um CD Duals by Marcio Guariba.

Só pelo fato do Marcio ter citado Slide Away e In a lifetime já me valia a pena ter o CD Duals feito por ele. Uma das primeiras músicas (não-oficiais) do U2 que peguei no começo dos anos 2000!

Inclusive pensei em pegar música por música da lista e fazer um CD Duals by Marcio Guariba.

rss… vlw…

Cara, eu só queria a versão de estúdio de When the stars go blue.

Linda, uma vez eu a estava ouvindo durante o nascer do dia. Foi um dos momentos mais bonitos do qual eu participei.

Cara, eu só queria a versão de estúdio de When the stars go blue.

Linda, uma vez eu a estava ouvindo durante o nascer do dia. Foi um dos momentos mais bonitos do qual eu participei.

Realmente é linda… Você conhece a versão original? O Ryan Adams (Não confundir com o carinha da música do Dom Juan) tem discos sensacionais. “Gold” e “Heartbreaker” são minhas sugestões… abs 😉

Sobre a música 46664, ela tem como autores Joe Strummer, Bono e Dave Stewart, porém tanto a versão de estúdio quanto ao vivo, no show em homenagem a Mandela em nov/2003, não contaram com a participação de Joe Strummer, que faleceu um ano antes, em 2002. 
Sobre I Still Haven´t Found com participação do grande Bruce Springsteen, prefiro mais primeira performance, do  Rock´n´Roll Hall of Fame de 2005.
MT

Sobre a música 46664, ela tem como autores Joe Strummer, Bono e Dave Stewart, porém tanto a versão de estúdio quanto ao vivo, no show em homenagem a Mandela em nov/2003, não contaram com a participação de Joe Strummer, que faleceu um ano antes, em 2002. 
Sobre I Still Haven´t Found com participação do grande Bruce Springsteen, prefiro mais primeira performance, do  Rock´n´Roll Hall of Fame de 2005.
MT

Isso mesmo… 😉

Vale ler também o que o Aaron Sams, webmaster do U2Wanderer e colaborador do @U2, escreveu sobre o Duals. Acho até que o texto dele e o do Márcio se complementam. Muito interessante: http://www.atu2.com/news/what-u2-duals-could-have-been.html
MT

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