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18 abril 2011 08:43

por: Márcio Guariba

Notícias do final de semana!

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Durante o final de semana, tivemos algumas novidades sobre a banda… Vamos a elas!

Pelo nono ano consecutivo, a fundação ‘African Well Fund’, fará uma campanha de arrecadação no dia do aniversário de Bono, em dez de maio. A intenção é trazer água potável para os países mais carentes da África.

Nos últimos anos, o U2 contribuiu com mais de $200.000 em projetos em Uganda, Zimbábue, Angola e Libéria. As doações ajudaram mais de 30.000 africanos. Este ano, a intenção é ajudar escolas para meninas orfãs de Benin.

Você também pode ajudar no site oficial da campanha, neste link, há ainda ações no E-Bay (neste link) e produtos no site Zazzle. Fazendo uma doação, você ainda coloca o seu nome com uma mensagem para o próprio Bono, que recebe um cartão de felicitações com as assinaturas de todos os que ajudaram.

Falando em premiações, o U2 foi indicado em duas categorias no Billboard Music Awards, que acontecerá dia 22 de maio. Veja as categorias e os concorrentes;

Melhor grupo ou duo;
The Black Eyed Peas
Bon Jovi
Lady Antebellum
Linkin Park
 U2

Melhor turnê
Bon Jovi
Michael Buble
Lady Gaga
U2
Roger Waters

(Fonte @ U2)

Ainda na Billboard, a edição brasileira deste mês traz uma matéria sensacional sobre a ‘360 tour’, com uma entrevista exclusiva com Willie Willians, designer de quase todas turnês da banda. Veja um preview;

“Se a vida te der limões,faça uma limonada.” O clássico ditado de autoajuda é atribuído ao autor americano Dale Carnegie. É uma lição universalmente repetida, mas perde de mil a zero para aquela que você vai aprender agora: “Se a vida te der uma nave espacial gigante com o U2 dentro, faça dela um limão”.

Foi isso que, entre muitas outras coisas, a Billboard Brasil descobriu ao entrevistar um inglês de 52 anos que começou a trabalhar com shows – era tudo, menos business – fazendo a iluminação para bandas punks como a irlandesa Stiff Little Fingers. Hoje, profissional respeitado no mundo inteiro, o tal sujeito, Willie Williams, é praticamente um Willy Wonka. Assim como o dono da Fantástica Fábrica de Chocolates, ele é responsável por fórmulas brilhantes que conquistam o imaginário de milhões em todo o planeta e transformam simples convites em tíquetes dourados.   Desde 1982,na turnê do disco War, Williams é o responsável pelo palco das turnês do U2. Um dos profissionais mais aclamados do mercado, ele também já trabalhou com artistas como David Bowie e R.E.M., mas é o U2 sua grande paixão e tema de nove obras primas de entretenimento. A mais recente é 360º, que deve se tornar a turnê mais rentável do mundo, com seu inédito palco que não dá as costas para ninguém. Se o U2 tem cinco integrantes (o quinto sendo Paul McGuinness, empresário que está com eles desde que Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. eram imberbes), o sexto é Willie. Nós o chamamos para contar a incrível história de uma banda que desde pequena se sabia grande, mas coube dentro de buracos punk, ginásios, limões, carnavais e corações até chegar aos abraços em São Paulo nos dias 9, 10 e 13 de abril de 2011, no Morumbi.  

Em 1983, pouco depois de você começar a trabalhar com o U2, Bono mencionou que, no futuro, gostaria de fazer shows da dimensão dos espetáculos doPink Floyd. Para uma pessoa com seu passado – que havia trabalhado com bandas punk como Stiff Little Fingers – isso foi chocante?

Essa conversa aconteceu no 48º andar de um hotel em Tóquio, quando o U2 estava compondo The Unforgettable Fire. Era evidente que muita coisa estava mudando, que o ataque pós punk já havia se esgotado e que algo novo precisava surgir. O U2 sempre teve a capacidade de fazer as pessoas acreditarem que tudo é possível. Então, mesmo não sendo capaz de ver como isso poderia acontecer em 1983, não foi uma grande surpresa imaginá-los um dia fazer shows tão grandes quanto os do Pink Floyd. 

Você já declarou ter ficado fascinado com o álbum Boy [estreia do U2, de 1980] quando o ouviu pela primeira vez. Em sua opinião, hoje em dia, o que eles ainda mantêm daquele período inicial?

Musicalmente, o espírito de Boy ainda existe e vem à tona de vez em quando, mas em termos de abordagem, uma coisa que o U2 nunca perdeu é o fato de que leva seu trabalho muito a sério. Não é apenas um emprego, nunca é algo feito nas coxas. Até hoje, se não acreditarem que estão fazendo o melhor possível, eles abandonam tudo e começam de novo.  

Você pode descrever o processo de criação dos palcos do U2? Quais elementos são mais importantes?

A criação de qualquer tipo de show é um processo de colaboração intensa que requer habilidades técnicas, artísticas e diplomáticas. Designers, diretores e fabricantes de estruturas metálicas são essenciais à criação de um ambiente para a performance, mas nós não somos as pessoas que irão utilizá-lo. Nossa tarefa é criar mágica para o espectador e ao mesmo tempo proporcionar um espaço onde a performance possa florescer. Nesse sentido, não estamos criando para nós mesmos, estamos construindo um ambiente que os artistas possam dominar. É um processo muito parecido com fazer roupas para outra pessoa. Por consequência, ao fazer o design do show, eu começo a considerar a perspectiva do músico e do público. Unir esses dois pontos de vista é o segredo.  

LEIA A MATÉRIA COMPLETA NA EDIÇÃO 18 DA BILLBOARD BRASIL

Em outra publicação nacional, a Rolling Stone também preparou uma matéria especial sobre a passagem da banda pelo Brasil. Leia um trecho;

Ao vivo do espaço sideral; Por Brian Hiatt

Por trás dos segredos da turnê 360º, a maior já feita pelo U2 – e por qualquer outra banda na história.

Uma espaçonave irlandesa pousou no estádio de futebol americano de Chicago e seu piloto está postado sob um céu sem estrelas, vociferando ordens malucas em um microfone: “Tire a voz dos astronautas”, diz Bono, e seu sotaque ecoa pelos 61 mil assentos vazios. “E, se possível, tire a Sinéad do primeiro verso. (…) A explosão sônica precisa ir baixando três vezes mais rápido – não é uma coisa sutil, é uma mudança brusca.” Faltam menos de 24 horas para o início da primeira turnê em estádios do U2 nos Estados Unidos desde 1997 – e, de acordo com o cantor do grupo, é o momento perfeito para destruir um pedaço do show. Ele está com fixação em uma música obscura, “Your Blue Room”, uma faixa lânguida e cheia de atmosfera do álbum Original Soundtracks 1 , de 1995, uma colaboração com Brian Eno assinada como Passengers. O U2 nunca a tocou ao vivo, mas, nessa noite, vai tentar transformar a faixa em um número elaborado, com vocais de Sinéad O’Connor e vídeo e áudio gravado a bordo da Estação Espacial Internacional. “Nós temos sorte de eles não estarem fazendo isso ao vivo, direto do espaço”, diz o empresário do grupo, Paul Mc-Guinness, observando enquanto a iniciativa caríssima se desdobra perante seus olhos.

O cenário verdadeiro já é bem exótico: uma catedral de ficção científica com quatro pernas de metal – o maior palco da história do rock, grande o bastante para ser visto de aviões que vão pousar na cidade. É quase uma coisa viva, com rampas móveis, jatos constantes de fumaça e luzes suspensas rotativas que valem por uma constelação. Até a tela de vídeo faz seus truques, esticando e encolhendo igual a uma mola – quando Bono pede para que seja retraída, ela o faz na mesma hora, com um barulho que parece o zumbido de mil abelhas. Até agora o último ensaio estava indo bem: a banda já tinha dado conta da primeira metade do set de duas horas, tocando para assentos vazios. O show – que já foi polido em 24 datas na Europa – começava com quatro músicas do álbum mais recente da banda, No Line on the Horizon, antes de mergulhar no catálogo antigo. Mas “Your Blue Room” é uma confusão, com a essência da canção enterrada na conversa dos astronautas e outros efeitos sonoros. Um momento que deveria ser emocionante simplesmente não está funcionando – um astronauta belga chamado Frank De Winne aparece na enorme tela de vídeo cilíndrica e recita um verso enquanto flutua em gravidade zero. “Não foi uma experiência agradável”, Bono diz e logo muda o rumo do ensaio, repetindo a música vez após outra.

Os companheiros de banda e a equipe de produção já tinham gastado uma hora com a música na noite anterior, e percebem que aquilo ainda iria demorar bastante quando o vocalista pede que lhe tragam um café. Enquanto estão reformatando os efeitos sonoros e o vídeo, Bono compõe um verso novo, ali mesmo, para a música de 14 anos de idade, improvisando letras e melodias cada vez que a canção é repassada.

O caráter incansável de Bono ajudou o U2 a chegar tão longe – ao mesmo tempo que levou o grupo até a beira de um ou dois penhascos do tamanho da desastrosa turnê PopMart pelo caminho. “Bono tem de ser o Papai Noel de 70 mil pessoas todas as noites”, diz Willie Williams, diretor dos shows da banda há muito tempo. “Então, é absolutamente justo que ele tome as decisões.” O resto da banda acompanha a tenacidade do vocalista com graus variados de bom humor. Depois de terminarem uma longa conferência no palco com Williams, o baterista Larry Mullen Jr. solta: “Se estiver muito fácil, pode dificultar”.

Em jogo está o maior show de rock de todos os tempos – e o U2 parece totalmente à vontade por trabalhar nessa escala. O palco monstruoso é o local de trabalho da banda, tão normal para eles quanto um cubículo de escritório. Mas não há como negar: 33 anos depois que quatro adolescentes de Dublin se juntaram na cozinha dos pais de Mullen, eles chegaram ao auge. “Na verdade, estamos no limite, no limite absoluto, se considerarmos a economia e a viabilidade do transporte”, diz The Edge. “Nós realmente somos tão grandes quanto poderíamos ser.” O tamanho da turnê, em alguns aspectos, é exatamente o ponto: um argumento a favor do valor do megaestrelato do rock em si. Em uma cultura tão dividida musicalmente e politicamente, o U2 se oferece como uma coisa a respeito da qual as pessoas podem concordar. Mas “Your Blue Room” está longe de ser um sucesso, e não é exatamente a ideia que qualquer pessoa faz de rock de estádio – em cada versão subsequente, a banda tenta fazer com que a música fique mais tranquila, mais sedutora. “É uma coisa delicada”, Bono diz. “O problema é que a música pode afundar uma parte inteira do set se não funcionar.” Ele está pronto para fazer uma aposta e tocá-la na primeira noite, mas o resto da banda quer passar o número para a segunda noite em Chicago. (A música acaba estreando no segundo show – Bono, que observou o público com atenção, disse ter visto expressões “arrebatadas e um pouco perplexas”. Mais recentemente, a faixa foi cortada do repertório.)

Em uma notícia não muito agradável, a edição online da revista Veja publicou uma matéria sobre o barulho que os shows brasileiros da banda provocaram nas imediações do bairro do Morumbi. Digamos que a potência de som e luz não agradou os moradores da região. Confira a matéria completa clicando aqui.

E para fechar…

Bono, Ali, a família e seu inseparável boné militar foram fotografados em Monte Carlo, onde está acontecendo o torneio Master Series de Tênis. Veja as fotos;

Pra animar o nosso dia, vai um vídeo de “The First Time”, uma das mais belas canções da banda, ao vivo durante a “Vertigo Tour” em Melbourne, em 2006.

Uma nota sobre essa música; Ela originalmente havia sido composta para o cantor de soul Al Green, uma das maiores influências vocais de Bono, principalmente quando, durante os anos noventa, ele adotou o uso desenfreado do ‘Falsete’, ou seja, aqueles agudos sensacionais que marcaram faixas como “Lemon”, “Can’t Help Falling in Love”, “The Fly” e a versão ao vivo de “Mysterious Ways”. Saiba mais sobre Al Green aqui. Este editor indica um mergulho na discografia do cara que é, sem dúvida, um dos maiores cantores de todos os tempos

Uma demo da música gravada em 92, quando ainda se chamava “Prodigal Son”, mostra bem a pegada soul da canção, transformada mais tarde pelas mãos de Brian Eno para o álbum “Zooropa”, de 93. Veja;

N.E.; Queria desejar um feliz aniversário para o nosso amigo, colaborador e louco Eraylton Neto. Dorme em filas, arranja lanches e deixa pessoas sem a chave de casa… Um abraço meu irmão-louco!

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